O casal maduro que me convidou para a casa deles naquela noite
Subi no elevador de salto e peruca, rezando para não cruzar com ninguém. Ele abriu de roupão e me chamou de puta antes de eu dizer oi.
Subi no elevador de salto e peruca, rezando para não cruzar com ninguém. Ele abriu de roupão e me chamou de puta antes de eu dizer oi.
Fazia meia hora que eu o olhava de soslaio quando ele me falou. Atrás das rochas, nenhum dos dois tinha intenção de voltar a se vestir no resto da tarde.
Quando o vi entrar no dark room atrás de mim, soube que a noite não terminaria na minha cama. Ele tinha o corpo que só se vê em revista.
Passei anos imaginando isso vendo vídeos às escondidas. Numa tarde, uma mensagem em uma página de encontros, e um desconhecido entrou no meu carro pronto para mudar tudo.
Minha mulher saiu com as “amigas” e eu fui para a casa de Mauricio. Uma câmera, dois casais, e a pergunta de quem seria a melhor puta naquela noite.
Quando Mateo saiu da água com a sunga encharcada, eu soube que minha esposa não deixaria aquela tarde passar sem morder algo que não lhe pertencia.
Ela percebeu antes de mim. Pegou minha mão na pista e me olhou como se soubesse exatamente o que eu ainda não admitia para mim mesma.