A mansão onde me transformaram na sissy deles
Aceitei o convite porque me senti especial. Acordei nua, com uma coleira no pescoço e uma mulher que já havia decidido no que iria me transformar.
Aceitei o convite porque me senti especial. Acordei nua, com uma coleira no pescoço e uma mulher que já havia decidido no que iria me transformar.
A última coisa de que me lembrava era brindar com uma mulher linda. Depois, acordei no chão de um porão, sem forças, sem roupa e sem saída.
Acordei algemado a uma corrente, com uma coleira no pescoço e uma mordaça com gosto de sujeira. Diante de mim, a senhora sorria: aquilo mal tinha começado.
A mulher que me acorrentou naquele porão não buscava prazer: queria me ensinar, golpe a golpe, que meu corpo já não me pertencia e que sua palavra era a única lei.
O scanner apitou em vermelho e, naquele instante, eu soube que jamais voltaria a ser o homem que entrara naquela sala pela manhã.
Ela implorara durante meses por uma única palavra dele. Na terça chegou a mensagem, e a proposta era tão temerária que aceitá-la podia custar mais do que seu orgulho.
Tinham-lhe avisado que no segundo dia não haveria piedade. O que ela não sabia era até onde as duas senhoras da sala branca estavam dispostas a levá-la.
Eu sabia que era perigoso ficar a sós com ela no quarto da caldeira, mas quando ela amarrou meus pulsos na parede e roçou minha pele com seus caninos, eu já não queria que parasse.
Cheguei com um top vermelho e uma saia preta, sem roupa íntima, sabendo que ao cruzar aquela porta deixaria de pertencer a mim mesma.
Rodeada de vampiros naquele velho matadouro, com a coleira verde apertando meu pescoço, entendi que meu corpo já não me pertencia. Só podia implorar por mais alguns dias.
A cláusula era clara: uma vez dentro, nenhuma súplica deteria o que haviam planejado para ela. E, ainda assim, ela assinou com a calcinha molhada.
Entrei em casa e não ouvi nada. Aquele silêncio significava uma única coisa: naquela noite minha Ama não estava para brincadeira, e eu pagaria cada minuto do mau humor dela.
Queria que ele entendesse que nenhum cargo nem promoção significa nada quando está nu sobre meus azulejos, esperando que eu decida quanto ele vale.
Cuspiu na feiticeira enquanto dois escravos o seguravam. Ela sorriu, lambeu o desprezo de sua face e prometeu transformá-lo em sua próxima obra-prima.
Jogaram-no nu na lama entre bestas, e a supervisora de máscara sorriu: ela sabia exatamente quanto tempo o barão levaria para implorar de joelhos por um pedaço de carne.
Despertei amarrada, amordaçada e vendada, sem saber onde estava nem quanto tempo havia passado. Só tinha uma certeza: a mulher que eu fui já não existia.
Dirigi até uma caverna perdida para me algemar sozinha durante o fim de semana. O que eu não calculei foi que alguém encontraria as chaves antes de mim.
Quando a porta voltou a se abrir, Rubén entendeu que a noite anterior tinha sido só o começo do que aquelas mulheres pretendiam fazer com ele.
A mensagem chegou pouco antes de eu dormir: uma proposta para o dia seguinte ao meio-dia. Eu não sabia quantos seríamos nem o que me esperava, mas já havia dito que sim.
Três meses limpa, nove homens trancados e um único objetivo: a noite em que todos seriam meus, sem regras, sem pressa e sem medo de nada.