Minha primeira vez anal terminou gravada no celular dele
A primeira vez que Bruno me pediu para fazer por trás não começou com uma promessa nem com uma cena planejada. Começou no carro dele, com os vidros embaçados, a música baixa e minha respiração tão forte que eu tinha vergonha de me ouvir. Nós dois éramos adultos, estávamos juntos havia algum tempo e eu já conhecia o jeito que ele me olhava quando queria mais do que um beijo.
Tínhamos saído para jantar, mas acabamos estacionados no fundo de uma garagem quase vazia, longe da entrada e das câmeras. Eu usava uma saia justa e uma blusa que já estava aberta até a metade porque não tínhamos conseguido esperar chegar em casa. Bruno me beijava com aquela calma dele que, no começo, parecia paciência e depois se transformava em fome.
A mão dele subiu pela minha coxa, entrou sob a saia e me acariciou por cima da calcinha. Abri as pernas sem pensar. Eu estava tão molhada que ele soltou uma risada baixa contra a minha boca.
— Você sempre diz que vamos nos comportar — murmurou —, mas olha só para você.
— Cala a boca e continua — respondi, embora minha voz tivesse saído trêmula.
Ele abaixou minha calcinha só o necessário e começou a me tocar com dois dedos, devagar, como se quisesse medir cada reação. Primeiro roçou minha buceta, recolhendo minha umidade, e depois levou aquela mesma umidade para trás. O contato no meu cu me fez ficar tensa na hora. Não era rejeição; era nervosismo, uma mistura de curiosidade e medo de sentir demais.
— Relaxa — disse, colado ao meu ouvido —. Hoje quero ver você se entregar por inteiro.
Eu não respondi. Apenas apoiei a testa no ombro dele enquanto seu dedo rodeava meu ânus com movimentos lentos. No começo, meu corpo resistia, apertando-se por puro reflexo, mas ele não teve pressa. Beijou meu pescoço, mordeu de leve abaixo da minha orelha e continuou me molhando com meus próprios fluidos até que o roçar deixou de parecer estranho e começou a me excitar.
Quando ele introduziu a ponta do dedo, fechei os olhos e soltei um gemido curto. Ardeu um pouco, sim, mas também havia uma pressão profunda que me deixou sem palavras. Bruno percebeu e ficou imóvel, movendo-o apenas o mínimo dentro de mim.
— Assim, amor. Deixa eu entrar — sussurrou.
— Devagar — pedi —. É minha primeira vez por aí.
— Por isso quero fazer direito.
Ele me virou com cuidado até me deixar de joelhos no banco traseiro, apoiada no encosto dianteiro. O espaço era desconfortável, apertado, com minha saia levantada até a cintura e minhas nádegas expostas em meio àquele calor abafado. Eu me sentia vulnerável de um jeito que me dava vergonha e tesão ao mesmo tempo.
Bruno separou minhas nádegas com as duas mãos e voltou a me tocar. Senti o ar fresco contra meu ânus úmido, ligeiramente aberto pelos dedos dele, e estremeci. A garagem continuava silenciosa, mas cada ruído distante me lembrava que estávamos num lugar onde alguém podia passar.
— Quero uma foto — disse de repente —. Vira um pouco o rosto, quero ver você assim.
Senti uma onda de calor no peito. Não era a primeira vez que ele tirava fotos minhas, mas nunca numa posição tão descarada. Mesmo assim, empinei mais a bunda, abri as pernas e olhei por cima do ombro. O flash não acendeu; só ouvi o clique discreto do celular.
— Você está incrível — disse —. Toda aberta para mim.
Aquelas palavras me deixaram mais excitada do que eu queria admitir. Arqueei um pouco o corpo, separei minhas nádegas com as próprias mãos e deixei que ele gravasse por alguns segundos. Sentia o ânus pulsando, úmido por causa dos dedos dele, e minha buceta escorrendo entre as coxas. A vergonha se misturou a uma necessidade safada de me exibir para ele.
— Isso, olha para mim — ordenou —. Você gosta que eu veja sua bunda assim, não é?
— Sim — disse quase sem voz —. Eu gosto.
Bruno guardou o celular e abaixou a calça. Ouvi o roçar do tecido, o som da respiração dele mudando e, depois, senti seu pau quente entre minhas nádegas. Ele o esfregou de cima a baixo, lambuzando-o com a umidade que tinha deixado em mim. Quando a ponta roçou meu ânus, apertei os dedos contra o encosto.
— Não se mexe — disse.
Fiquei quieta, com o coração batendo na garganta. Ele abriu uma nádega com uma mão e, com a outra, guiou a ponta. Primeiro foi apenas pressão. Uma pressão grossa e insistente, que me fez arfar e fechar os olhos. Meu corpo quis expulsá-lo, mas Bruno empurrou só um pouco mais, sem entrar de uma vez.
— Ai, não... espera — gemi.
— Estou aqui. Respira.
Respirei como pude. A ponta foi abrindo caminho, devagar, e a ardência percorreu meu corpo, do cu até o ventre. Senti-me dividida por uma sensação nova, intensa demais para decidir se doía ou se eu gostava. Então ele entrou um pouco mais, e o gemido que soltei foi mais longo, mais rouco, impossível de disfarçar.
— Merda, você está apertadíssima — disse ele, com a voz falhando.
— Não tão rápido — pedi —. Fica aí.
Bruno obedeceu por alguns segundos, enterrado apenas com a ponta e parte da cabeça dentro de mim. Acariciou minhas costas, depois desceu a mão até minha buceta e começou a esfregar meu clitóris. Aquele gesto mudou tudo. A dor continuava ali, mas se misturou ao prazer, e meu corpo, que estava fechado, começou a ceder.
— Assim sim — murmurei —. Faz assim.
Ele empurrou mais um pouco. Senti meu ânus se esticando ao redor do pau dele, cada centímetro entrando com uma pressão que me deixava sem ar. Segurou meus quadris e entrou até a metade. Fiquei tremendo, com as nádegas abertas e a boca entreaberta, sem saber se queria que ele parasse ou que me rasgasse de uma vez.
— Diz que quer mais — exigiu.
— Quero mais — disse, rendida —. Enfia mais.
A frase o deixou aceso. Ele me segurou com força e empurrou até o fundo com uma investida lenta e profunda, arrancando de mim um grito contra o banco. Senti as coxas dele coladas às minhas nádegas e seu pau enterrado inteiro no meu cu. Era demais. Cheio demais, sujo demais, gostoso demais.
Ele ficou enterrado ali, respirando pesadamente, enquanto eu movia os quadris em círculos pequenos para me acostumar. Cada movimento fazia o pau dele roçar mais fundo, e a ardência começou a se transformar numa necessidade crescente. Surpreendi-me empurrando para trás, procurando-o.
— Olha como você está engolindo — disse —. Você dizia que tinha medo e agora está me pedindo mais com o cu.
— Me dá — respondi, já sem pudor —. Mas não para.
Bruno começou a me foder por trás com investidas curtas no início. Entrava e saía só um pouco, deixando meu ânus se abrir no ritmo dele. Eu gemia com o rosto colado ao encosto, sentindo meus peitos se moverem dentro da blusa aberta e minha buceta molhada roçando o banco. Cada vez que ele tirava o pau, meu corpo sentia sua falta; cada vez que voltava a entrar, ele me preenchia até me fazer tremer.
Depois acelerou. O carro se movia ligeiramente a cada golpe, e os vidros estavam tão embaçados que o mundo lá fora desapareceu. Só existiam as mãos dele nos meus quadris, sua respiração atrás de mim e o som molhado do pau entrando no meu cu. Tapei a boca com uma mão porque meus gemidos estavam escapando altos demais.
— Não se tape — disse, puxando meu pulso —. Quero ouvir o quanto você gosta.
— Eu adoro — arfei —. Adoro quando você me dá pelo cu.
Ele soltou um rosnado e bateu nas minhas nádegas com a pélvis, com mais força. O prazer subiu pelas minhas costas em ondas. Levei uma mão até a buceta e comecei a me tocar enquanto ele me fodia. Eu estava encharcada. Meus dedos deslizavam pelo clitóris, e cada círculo que eu fazia ali tornava mais intenso o impulso no meu ânus.
— Isso, se toca — disse —. Quero que você goze enquanto está assim.
Não sei quanto tempo continuamos naquela posição. A ardência inicial já era uma lembrança distante, substituída por uma urgência bruta. Eu empurrava para trás a cada investida, procurando-o mais fundo, e ele respondia apertando meus quadris como se quisesse marcar os dedos na minha pele.
Quando senti que estava chegando perto, ele parou de repente. Soltei um gemido furioso.
— Não para agora.
— Senta em mim — ordenou —. Quero ver você descendo sobre o meu pau.
Ele se sentou no banco, com as pernas abertas, e eu me acomodei sobre ele como pude. O espaço era estreito, mas isso tornava tudo mais intenso. Separei minhas nádegas com uma mão, segurei o pau dele com a outra e o encostei no meu ânus. Eu ainda estava aberta, sensível, pulsando. Desci devagar até a ponta entrar novamente.
O gemido saiu mais profundo que antes. Dessa vez era eu quem controlava o ritmo, eu quem decidia quanto tomar. Desci um pouco mais, parei, respirei e então deixei o peso cair até senti-lo inteiro dentro de mim. Bruno segurou minha cintura e encostou a boca no meu pescoço.
— Assim, meu amor. Que bunda gostosa você tem.
Comecei a me mover para cima e para baixo, primeiro com cuidado, depois com mais confiança. O pau dele me preenchia de um jeito obsceno, abrindo-me a cada descida. Ele amassava minhas nádegas, separava-as para me ver e, às vezes, ajudava a me levantar para depois me baixar com força sobre ele.
A posição deixava meus peitos diante do rosto dele. Bruno abriu mais minha blusa, abaixou o sutiã e chupou um mamilo enquanto eu continuava cavalgando-o. A língua e a boca dele me fizeram perder o ritmo por um segundo. Ele aproveitou para me penetrar de baixo, levantando os quadris e entrando até o fundo.
— Ai, Bruno... assim — gemi —. Assim, não para.
— Você gosta por trás mais do que imaginava.
— Sim. Gosto demais.
A confissão me deixou ainda mais excitada. Apoiei-me nos ombros dele e comecei a cavalgá-lo com vontade, sentindo meu ânus se fechar ao redor do pau dele cada vez que eu subia. O carro cheirava a suor, perfume e sexo. Qualquer pessoa podia passar lá fora, mas eu já não pensava nos seguranças nem no barulho; só pensava em continuar sentindo-o dentro de mim.
Bruno pegou o celular novamente. Dessa vez não senti vergonha. Olhei para a câmera enquanto descia sobre ele, com a boca aberta e as bochechas coradas. Ele gravou alguns segundos de baixo, enquadrando meu rosto, meus peitos se movendo e meus quadris trabalhando sobre o corpo dele.
— Diz de quem é essa bunda — pediu.
— Sua — respondi, sem parar de me mover —. É sua.
Ele deixou o celular de lado e me abraçou com força. As investidas dele por baixo ficaram desajeitadas, mais urgentes. Continuei esfregando o clitóris com uma mão, cada vez mais rápido, até o prazer se acumular no meu ventre como uma corrente impossível de conter.
— Eu vou gozar — disse, quase chorando.
— Goza comigo em cima. Quero sentir você me apertando.
O orgasmo me despedaçou no meio de uma descida profunda. Meu corpo se contraiu ao redor do pau dele, e fiquei cravada sobre ele, tremendo, com a testa apoiada no ombro dele. Gemei o nome de Bruno várias vezes, sem ordem, enquanto as contrações percorriam minha buceta e meu cu ao mesmo tempo. Ele rosnou, apertou-me com mais força e continuou entrando em mim com golpes curtos.
— Eu vou gozar — avisou, com a voz rouca.
Eu pensei que ele pediria minha boca, como outras vezes, mas não pediu. Segurou meus quadris, manteve-me abaixada até o fundo e soltou o ar contra meu pescoço.
— Aqui — disse —. Quero encher você aqui.
Não respondi com palavras. Apenas apertei as coxas e o mantive dentro de mim enquanto sentia sua gozada quente se derramando no meu cu. A sensação me deixou imóvel, surpresa com a intimidade e a sujeira daquele final. Ele estremeceu várias vezes sob mim, enterrado até o fundo, e eu continuei me movendo apenas um pouco, como se quisesse espremê-lo por inteiro.
Quando finalmente ficou imóvel, nós dois respirávamos como se tivéssemos corrido. Levantei-me com cuidado, e o pau dele saiu devagar, deixando uma sensação vazia e sensível. Fiquei novamente de quatro sobre o banco, sem que ele precisasse pedir, e abri minhas nádegas com as mãos.
Bruno entendeu. Pegou o celular e gravou minha bunda aberta, ainda pulsando, com parte do sêmen dele aparecendo. Olhei por cima do ombro, exausta e excitada ao mesmo tempo, orgulhosa daquela primeira vez que eu já não podia fingir que não tinha desejado.
— Quero me lembrar disso — disse.
— Eu também — respondi.
Vestimo-nos pela metade, desajeitados, rindo baixinho entre as respirações quando ouvimos passos ao longe. Ninguém se aproximou do carro. Ninguém viu nada. Mas, enquanto Bruno dava a partida e saíamos da garagem, eu continuava sentindo o pau dele no meu corpo e o calor da gozada dentro de mim, como uma marca secreta.
Aquela noite não foi apenas minha primeira vez anal. Foi a noite em que descobri que a vergonha podia me excitar, que a câmera podia me tornar mais atrevida e que, com Bruno, havia uma parte de mim que queria ser olhada justamente quando estava mais exposta.