A irmã da minha mulher entrou sem bater na porta
Desci para pegar um café no meio da tarde. A porta entreaberta, os gemidos ao fundo e a decisão que eu não devia ter tomado: empurrar a madeira mais alguns centímetros.
Desci para pegar um café no meio da tarde. A porta entreaberta, os gemidos ao fundo e a decisão que eu não devia ter tomado: empurrar a madeira mais alguns centímetros.
Quando o aviso chegou, liguei a tela achando que seria mais uma reunião. Não imaginava que veria minha cunhada ajoelhada diante do sócio do meu sogro.
Quando o encontrei atrás de mim na cozinha, com o corpo colado ao meu e a respiração quebrada no meu pescoço, soube que ia me render antes de lutar.
Quando voltei do banheiro, meus dois irmãos a tinham encurralada no centro da sala, e no olhar dela não havia surpresa: havia um sorriso que esperava aquele momento havia meses.
Quando a tela se abriu, minha cunhada recebia seus dois parentes na sala com um sorriso que eu jamais tinha visto nos almoços de domingo.
Saí do banheiro com a imagem da minha cunhada Renata, recém-saída do banho, presa na cabeça. Uma hora depois, ela bateu à minha porta envolta num roupão.