Transei com o namorado maduro da minha melhor amiga
O namorado dela sempre tinha me atraído, mas ele era da minha amiga. Naquela madrugada, quando ela caiu de sono por causa do álcool, ele voltou nu para a sala e tudo mudou.
O namorado dela sempre tinha me atraído, mas ele era da minha amiga. Naquela madrugada, quando ela caiu de sono por causa do álcool, ele voltou nu para a sala e tudo mudou.
Beijei-o no carro como se tivesse desejado aquilo a vida inteira, e só então entendi que o garoto que vi crescer já não era uma criança.
Entediada em casa, aceitei tomar alguma coisa com ele. Não contava que aquela cerveja terminaria comigo de joelhos e, depois, no quarto de hotel dele.
Era para Andrés, meu namorado. Mas o segundo tique azul apareceu em três segundos, e entendi, com o estômago gelado, que o havia enviado ao homem errado.
Derramei o óleo de propósito, disquei seu número e esperei. Na minha idade, eu aprendera que oportunidades não são esperadas: são fabricadas.
Levantei os olhos para a professora que todos temiam e senti o sangue gelar: era ela, a mulher com quem eu me masturbara pela câmera durante dois anos.
Desliguei o celular com sessenta chamadas perdidas do meu namorado, acendi as velas e esperei no alto da escada até a campainha de baixo tocar.
Voltei mais cedo, abri a porta de casa e entendi que o silêncio entre nós tinha um nome, uma voz grave e um sorriso que não era para mim.
Dei-lhe um comprimido para dormir, vesti a saia mais curta que tinha e desci ao bar do hotel em busca do que ele já não sabia me dar.
Meu marido saía às seis da manhã. Ele chegava às sete. Aquela diferença de uma hora foi tudo de que precisei para começar a traí-lo sem culpa.
Voltei ao campo depois de anos na cidade e, procurando meu pai entre o milho, encontrei minha mãe de joelhos diante de um dos peões.
Todos na sala de espera nos olharam quando entramos de mãos dadas. Ninguém imaginava o segredo que eu guardava sob aquela minha tranquilidade.
Todos no escritório falavam do corpo da mulher de Marcos. Eu só queria conferir com meus próprios olhos, mesmo que para isso tivesse de inventar uma demissão.
Eu estava desempregada havia meses quando comecei a trabalhar no depósito dele. Não sabia que aquele homem sério de mãos grandes, o pai da minha melhor amiga, me desmontaria com um único olhar.
Durante quase um ano tive duas vidas: a esposa perfeita no jantar em família e a mulher que esperava a segunda-feira para encontrá-lo naquele hotel afastado.
Nunca planejei que terminasse assim, mas quando ele abriu a porta e nos viu, soube que naquela noite eu ia escolher com o corpo e não com a cabeça.
A ideia foi dele: procurar um desconhecido que me fizesse o que ele não ousava. O que ele não calculou é que eu não o olharia mais do mesmo jeito.
Toda noite ela inventava uma desculpa nova por telefone enquanto ele a esperava no quarto de cima. Sabia que cedo ou tarde tudo iria explodir.
Passei vinte anos dormindo entre as estrelas. A primeira mulher que sorriu para mim em terra firme me arrastou para um banheiro sem eu conseguir dizer não.
Fez as malas com roupa recatada e um corpo cansado de esperar. O que encontrou na casa da amiga a mudou para sempre, embora jamais tenha contado.