A armadilha que eu armei para o namorado da minha melhor amiga
Rasguei o vestido, joguei um sapato fora e esfreguei as coxas até ficarem vermelhas. Quando liguei chorando da cabine, soube que ele viria sem pensar.
Rasguei o vestido, joguei um sapato fora e esfreguei as coxas até ficarem vermelhas. Quando liguei chorando da cabine, soube que ele viria sem pensar.
Aos cinquenta e tantos eu achava que nada mais me abalava. Então ela entrou no quarto do meu filho com o cabelo preso e um sorriso que eu não esperava.
Desci do táxi a meia quadra do hotel, como sempre. A recepcionista já não me perguntava o nome: estendia a chave do 304 sem me olhar.
Quando a vi de joelhos entre os arbustos do parque, soube que naquela noite revisaria o celular dela. O que encontrei mudou tudo o que eu pretendia fazer depois.
Abri a porta convencida de que era meu marido. Estava de lingerie, desgrenhada e descalça. Quando vi quem era, soube que não ia conseguir fechá-la a tempo.