Confissão: minha amiga me pediu para transar com ele
Ela dirigia em silêncio enquanto ele me tocava no banco traseiro, e entendi que aquele favor já não tinha volta.
Ela dirigia em silêncio enquanto ele me tocava no banco traseiro, e entendi que aquele favor já não tinha volta.
Quando vi Daniel servindo café com aquele sorriso tranquilo, lembrei exatamente por que tinha jurado não voltar a procurá-lo.
Quando vi a placa dos quartos por hora, entendi que naquela tarde não aprenderia inglês, mas até onde estava disposta a chegar.
Minha chefe queria um suplemento revolucionário, mas ninguém imaginava que o primeiro teste terminaria com gemidos sobre minha escrivaninha.
Meu marido me observava me masturbar enquanto o outro homem abria minhas pernas sobre a cama e me fazia esquecer quantos anos eu tinha.
Quando vi o tamanho do pau dele naquele quarto, entendi que aquela noite não seria parecida com nenhuma das minhas outras aventuras.
Meu vestido era curto demais, ele não tirava os olhos das minhas pernas e, antes da meia-noite, eu já sabia como aquela festa terminaria.
A mensagem chegou ao meio-dia: naquela noite eu deveria levar minha esposa ao hotel e esperar no quarto contíguo, diante de uma tela ligada.
Sempre que eu passava em frente à loja, ele me despia com os olhos; demorei pouco para parar de fingir que aquilo não me excitava.
Depois de me despedir do meu filho no terminal, fiquei sozinha com o melhor amigo dele e não consegui mais fingir que não o desejava.
Quando ela aceitou que eu a testasse antes do primeiro encontro, soube que não havia mais volta.
Cheguei antes dele, acendi as velas e deixei a porta entreaberta para um encontro que já não tinha volta.
Entrei no hotel pensando em trabalhar, mas terminei confessando o que sempre me deixa molhada: que olhem para mim, me gravem e me fodam sem pudor.
Achei que íamos jantar e conversar, mas minha vizinha me levou a um lugar onde todos pareciam conhecê-la, e eu acabei cruzando um limite.
Tudo começou com uma bebida diante do mar e uma pergunta inocente; terminou com quatro adultos revelando fantasias que já não podiam calar.
Achei que teria uma noite romântica, mas, ao abrir a porta do hotel, encontrei um desconhecido me olhando como se já soubesse o que faria comigo.
Saí de casa com uma condição: comportar-me como a puta que nós dois vínhamos imaginando havia meses.
Desci do vagão tremendo, mas eles já vinham atrás de mim, como se tivessem sentido o quanto eu havia ficado molhada no meio de tanta gente.
Tudo começou com uma ordem diante do espelho e terminou de joelhos, abrindo as pernas e me pedindo que o levasse muito mais longe.
Desci do ferry em busca de silêncio e enseadas intocadas; na recepção, disseram que só restava uma suíte, com uma cama enorme, e que eu teria de dividi-la com ele.