A tarde em que minha mãe cruzou essa linha comigo
Eu andava de pernas abertas, carregado de uma dor que não sabia aliviar. Quando ela entrou no meu quarto e perguntou o que acontecia, percebi que não havia mais volta.
Eu andava de pernas abertas, carregado de uma dor que não sabia aliviar. Quando ela entrou no meu quarto e perguntou o que acontecia, percebi que não havia mais volta.
Ela saiu da água achando maravilhoso estar sozinha e livre. Ao voltar para a margem, sua roupa, mochila e botas tinham desaparecido.
Naquela manhã pensei que estava sozinho em casa. Cruzei o corredor nu e, ao virar a esquina, lá estava ela, com um olhar que não era de mãe.
Apaguei a luz, tranquei a porta com a chave e, pela primeira vez, me deixei fantasiar sem censura. O que descobri naquela noite mudou a forma como me vejo no espelho.
Senti minha irmã gêmea se mexendo no chuveiro. Quando entrei no banheiro, vi a calcinha dela jogada no chão, e tudo se complicou naquela mesma manhã.
Eu estava sozinho no sofá quando a porta se abriu. Era Marina, a amiga da minha irmã, e o que ela viu a fez sorrir. O que aconteceu depois eu não esperava.
Dezenove anos, uma tarde de 38 graus e minha tia por afinidade limpando meu quarto de jeans justo. Naquele dia, eu não aguentei mais.
Quando voltei do banheiro com a peça dela guardada no bolso, não imaginava que ela me esperaria naquela mesma tarde com um trato que mudaria tudo.
O roupão dela subiu quando ela se abaixou para pegar a espátula. Não foi um acidente; foi um convite que levei a manhã inteira para aceitar.
Achei que estava sozinho em casa. A chave na fechadura me pegou tarde demais e, quando levantei a cabeça do sofá, ela já tinha me visto.
Entrei no meu quarto e a encontrei nua num canto, se masturbando enquanto me olhava. Ela não disse nada. Eu também não. Só me sentei diante dela.
Passei anos pensando naquele momento: Valéria na sala vazia, o dedo apontando para minha virilha e aquele sorriso que prometia tudo o que não aconteceu.
Fui à casa dele achando que ia fazer uma boa ação. Encontrei minhas fotos no celular dele, e o que fiz depois não contei a ninguém até hoje.
Enquanto ele afundava em whiskies, me confessou sua fantasia mais obscura. Não imaginava o que estava pedindo até eu chegar em casa com a prova gravada.
Sozinho em casa, com uma tanga vestida e os lábios pintados de vermelho, me olhei no espelho e não senti vergonha. Senti algo muito mais interessante.
Tinha braços que a gente nota mesmo quando tenta não notar. Ele me disse adeus em trinta segundos e voltou lá pra cima. Eu não consegui parar de pensar nele.
Ele era o mais quieto da sala, usava óculos e nunca falava de nada além dos estudos. Eu passei semanas pensando no que tinha visto por acidente.
As mãos frias dela se moveram devagar por onde nenhuma mão deveria. Eu não emiti um som. Mas alguma coisa se quebrou naquela tarde e nada mais voltou a ser exatamente igual.
Andrés pensava estar sozinho nos chuveiros do centro esportivo. Quando ergueu os olhos e viu a treinadora olhando para ele da porta, já era tarde demais para parar.
Eu o tinha bêbado em minhas mãos. Meses de fantasias com meu colega de quarto, e agora só nos separava o tecido úmido da sua cueca.