O casal do parque e o que despertou em mim
Ela contava a separação quando o casal lá embaixo começou a se tocar. Eles olharam sem querer. Depois não conseguiram mais parar.
Ela contava a separação quando o casal lá embaixo começou a se tocar. Eles olharam sem querer. Depois não conseguiram mais parar.
O médico foi claro: sete dias de tratamento. Minha mãe, enfermeira de profissão, disse que ela mesma cuidaria disso. Não imaginei o que isso significava.
Colocamos a TV no mudo para ouvi-los melhor. Não sabíamos que eles também nos ouviam do outro lado do teto.
Quando meu amigo a levou pela cintura para a cozinha, algo se acendeu em mim. Não era ciúme. Era outra coisa, mais sombria, que decidi não apagar.
Era meu primeiro dia no chalé quando ouvi respingos na piscina. Espiei e vi os dois nus, se beijando, completamente alheios à minha presença.
Quando Sandra saiu da loja com aquele sorriso que eu conhecia tão bem, eu soube que naquela noite não havia volta. Eu tinha dado permissão. Agora só precisava assistir.
Cada tarde eu colocava o dildo na cadeira e continuava trabalhando. Eu estava me preparando para dar a Marcos o que ele vinha me pedindo havia meses.
Cheguei à academia com o cabelo úmido, sem calcinha e tremendo. Ele me esperava na porta. Quando trancou a porta, soube que não havia volta.
No restaurante, pedi que ela se comportasse como minha namorada. Ela mudou de cadeira devagar. Nenhum de nós falou sobre o que isso significava.
Éramos amigos desde a adolescência, os dois casados, os dois certos de quem éramos. Até que ele me mandou aquele vídeo e algo em mim deixou de ser tão certo.
Enquanto Marina me penetrava com o arnês, perguntou se eu a aceitava como esposa. Respondi que sim entre gemidos. Nunca imaginei que um pedido pudesse ser assim.
Daniela havia me dito que se excitava ao proporcionar essas experiências a quem jamais as esperaria. Naquela noite no deserto, um caminhoneiro foi o escolhido.
Segui ele no Instagram por curiosidade e acabei lendo seus textos de madrugada, com o coração disparado. Só texto. Só palavras. Só ele.
Quando vi a foto do corpo dele, soube que estava em território desconhecido. Não fechei. Guardei. E essa decisão mudou tudo.
Ele ajustou os binóculos para a janela iluminada do quarto andar e encontrou algo que não era destinado a ele.
Eu a observava pela câmera quando liguei. Ela não sabia que eu estava vendo. E, mesmo assim, os dois acabamos nos fazendo o mesmo ao mesmo tempo.
Quando eu disse que era a minha primeira vez, ele se deteve um instante e me olhou. Não com dúvida, mas com algo parecido demais com satisfação.
Eu disse que queria beijá-la no meio da rua, sem me importar com quem olhasse. Ela afastou os lençóis, começou a se tocar e me encarou. As compras podiam esperar.
Tínhamos os últimos dias livres antes do casamento. Sem roupa em casa, tomando mate, planejando a cerimônia e lembrando por que nos escolhemos.
Eu tinha o apartamento só para mim, velas acesas e um brinquedo esperando na gaveta. Da primeira vez tinha falhado; desta vez não se repetiria.