Minha tia me ensinou a obedecer de joelhos
Ela tirou o sapato dentro do carro, deslizou o pé até minha virilha e sussurrou: “Sua primeira vez vai ser me obedecendo? Melhor pra nós dois.”
Ela tirou o sapato dentro do carro, deslizou o pé até minha virilha e sussurrou: “Sua primeira vez vai ser me obedecendo? Melhor pra nós dois.”
Levei três meses de paciência para chegar ao sofá de Mariana, tirar suas sapatilhas devagar e descobrir se ela realmente se importava com o fato de eu não conseguir parar de olhar para seus pés.
Cheguei à casa dela por causa de um trabalho da escola e a encontrei de havaianas. A partir daí, nunca mais consegui olhar nos olhos dela sem pensar nos pés.
Entrei na pós-graduação sem conhecer ninguém. Bastou ela cruzar as pernas e tirar uma sandália para eu parar de prestar atenção em qualquer outra coisa.
Quando ela saiu do quarto vestida naquele látex preto, com o rabo de cavalo esticado e os saltos altos, eu soube que aquela noite não ia terminar cedo.
Ela sabia que aqueles dois homens a desprezariam assim que ela cruzasse a porta, e era exatamente isso que a fazia voltar de novo e de novo em busca de mais.
Não precisei ler o nome dele para saber que aquelas calças verdes que ele descrevia com tanto detalhe eram as minhas. E soube, naquele instante, que eu o faria implorar.
Ela foi expulsa da mansão por pedir demais. Perdida na noite, o fedor de um caminhão de lixo a fez sorrir: enfim alguém falaria sua língua.
Desceu as escadas daquele consultório sabendo que não sairia a mesma mulher: três pares de mãos a esperavam para lembrá-la do que ela realmente era.
Centella me segurou contra a parede da cabine, seus seios contra meu rosto, e sussurrou para eu aprender a ficar quieta e obedecer cada ordem.
Subiu descalça no ônibus com os tênis na mão e, no fundo, um desconhecido não conseguia tirar os olhos de seus pés nus sobre o banco.
Eu caçava esse momento havia anos em aeroportos e trens, mas nunca imaginei que uma desconhecida me deixaria adorar seus pés descalços em pleno voo.
Eu só ia tocá-lo por um instante, por pena. Não imaginei que aquele velho de mãos enormes acabaria me dando ordens enquanto eu obedecia sem resistir.
Ele me ofereceu o dobro do salário de qualquer outro. O que não estava no contrato era tudo o que a mão dele apertando meu ombro estava me exigindo.
A loja ficou vazia de repente, e ao espiar os provadores Diego não imaginou que naquela tarde alguém o observaria enquanto ele olhava sem permissão.
Llevava três meses cuidando desse trabalho como ouro. Nessa manhã, sozinha com ele antes de abrir, descobri o quanto eu gostava que me mandassem.
Ele me disse que aquela espera não se pagava com dinheiro. E eu, em vez de descer do táxi, fiquei para descobrir com o que ele queria que eu pagasse.
Estávamos há duas semanas sem nos tocar. Naquele dia, com a casa finalmente vazia, descobri que o cheiro do corpo adormecido dele podia me transformar em outra mulher.
Nunca me atraiu, mas cada mensagem dele me deixava mais excitada que a anterior. E naquela noite, com meu marido a poucos metros, deixei de resistir.
Quando me deu as costas para tirar as fotocópias, a mão dele subiu pelas minhas meias como se tivesse o direito de fazer aquilo. E eu não disse não.