O preço do aluguel se paga com a bunda
Ela já estava vinte dias atrasada e mantinha o mesmo sorriso de superioridade. Naquela noite, entendeu que na minha casa o aluguel também podia ser pago de outro jeito.
Ela já estava vinte dias atrasada e mantinha o mesmo sorriso de superioridade. Naquela noite, entendeu que na minha casa o aluguel também podia ser pago de outro jeito.
Encostada na parede da sala, ouvi meu pai me vender outra vez. Naquela noite deixei de ser moeda de troca e tomei a última decisão que me restava.
Eu voltava do surf, com o cabelo úmido e o biquíni ainda molhado, quando me mandaram parar. Não imaginava que naquela noite descobriria até onde ia o meu desejo.
Maite sabia que, quando Andrés baixava a voz até aquele sussurro grave, a decisão já estava tomada e só lhe restava obedecer.
Saí daquela loja tremendo de desejo, sem imaginar que naquela mesma semana terminaria de joelhos, implorando para me usarem sem um pingo de ternura.
Quando baixou os olhos para aqueles tênis brancos e suados, soube que obedeceria a qualquer coisa que aquela garota lhe pedisse. E aquilo era apenas o começo.
Meu amante me deixou querendo mais, mas meu marido sabia exatamente como me tratar: sem romantismo, sem piedade, como a submissa que eu sou.
Apoiado na bancada, ele e a moça acharam que a casa estava vazia. Não contavam que ela voltaria antes da hora, nem com o que guardava para quem ousasse enganá-la.
Sentei no centro da sala fingindo ser uma paciente inconsciente. Ninguém sabia que, a cada mão que me imobilizava, eu me desfazia por dentro pensando nele.
Ela subiu à cobertura decidida a expulsar o intruso a pontapés. Baixou a cabeça quando ele mandou servir o vinho de joelhos e descobriu que obedecer também era prazer.
Aceitei ir tomar um café com o namorado da minha amiga. Quando ele abriu a porta daquele quarto, entendi que não havia café algum me esperando.
Sentei naquela cadeira fingindo uma emergência, mas sob o top sem sutiã meu corpo só obedecia a uma voz que não estava na sala: a do meu amo.
Ela passava anos decidindo quem obedecia e quem implorava. Nenhum cliente sabia que, atrás do espelho, alguém estudava o jeito de destroná-la.
Dirigi até a fábrica abandonada com o coração disparado. Tirei a roupa entre os vidros quebrados e cruzei a porta sem saber o que me esperava nos andares de cima.
Ele mandou que eu me masturbasse diante dele enquanto fumava na poltrona. O que nenhum dos dois esperava era como aquela tarde de brincadeiras terminaria.
Eu a vi na beira da piscina comendo meu namorado com os olhos na minha frente. Naquela noite, ensinei, de joelhos e amarrada no meu quarto, qual era o seu lugar.
Saí decidida a fazer com que ele me visse com outros, mas acabei entre dois carros, numa rua vazia, me deixando usar por alguém que eu mal conhecia.
Esta noite durmo no chão e a culpa é minha. A paradoxa de pedir ao seu Dom que te dê uma ordem e descobrir que não há volta.
Naquela segunda-feira a academia estava quase vazia. Eu só queria tomar banho em paz, mas entrei pela porta errada… e ele já estava lá, me olhando sem dizer nada.
Atravessei o condomínio para levar um recado e acabei cercada por quatro homens mais velhos que me olhavam como se eu fosse o prato principal da tarde.