Pular para o conteúdo
Relatos Ardientes

Minha mãe aprendeu a me aliviar depois do acidente

Marlene teve os filhos muito cedo, e aos quarenta e dois anos ainda parecia a irmã mais velha de Vanesa. Pele clara, cabelo escuro sempre preso em um rabo de cavalo, cintura fina e dois peitos grandes que preenchiam qualquer roupa. Mas o que realmente fazia as cabeças virarem era a bunda dela, enorme e firme, impossível de disfarçar sob qualquer tecido. Eu tinha reparado nisso mil vezes e mil vezes me obrigara a esquecer, apertando os dentes e baixando as calças sozinho no meu quarto para aliviar a tesão pensando nela.

Aquela tarde estávamos no pronto-socorro por minha culpa. Eu tinha quebrado o braço direito fazendo idiotice no parque, e agora meu punho e antebraço estavam dentro de uma tala de gesso que cheirava a gesso fresco.

— E como você vai anotar as aulas na faculdade com o braço assim? — perguntou Vanesa, sentada ao meu lado.

— Vou aprender a escrever com a esquerda. E, se não der, tiro foto do quadro — respondi, olhando a enfermeira dar os últimos retoques no curativo.

— Só você mesmo para quebrar o braço pagando de palhaço — suspirou minha mãe.

— Pronto. Assim que o médico assinar a alta, vocês podem ir para casa — disse a enfermeira, e saiu da sala.

— Mãe, vão indo na frente. Assim que me derem o papel eu alcanço vocês — falei.

— Te esperamos, filho.

— Melhor irmos, mãe, tomamos um sorvete enquanto isso — insistiu Vanesa.

— Tudo bem. Qualquer coisa, vocês me escrevem — cedeu Marlene, e as duas foram embora.

Fiquei sozinho por alguns minutos até a enfermeira voltar com a alta na mão. Era uma mulher de uns trinta e poucos anos, olhar vivo e sorriso fácil.

— Oi — disse ela, parando de repente —, aquela era sua mãe?

— Sim.

— Sua mãe mesmo? A que te pariu?

— Tenho bastante certeza de que sim.

— Meu Deus. Ela é gostosa demais. Agora entendo por que você está assim.

— Assim como? — perguntei.

Ela baixou os olhos para o meu meio das pernas. Por baixo da calça de moletom, marcava-se uma ereção enorme que parecia prestes a rasgar o tecido, com a ponta bem desenhada contra o algodão.

— Desculpa, não era minha intenção… — gaguejei, vermelho de vergonha.

— Fica tranquilo, isso é mais normal do que você imagina — disse ela, sem tirar os olhos do meu volume —. Com uma mãe dessas, qualquer um ficaria de pau duro.

— Você está dizendo isso por causa dela mesmo?

— Não faz desentendido. Já viu a bunda que ela tem? E esses peitos. Não me diga que um homem como você nunca reparou.

— A verdade… talvez eu tenha reparado mais do que devia.

Eu tinha soltado aquilo sem pensar e, pela primeira vez, não me arrependi.

— Sabe uma coisa? — disse ela, olhando de novo para a porta —. Tem um banheiro no fim do corredor. Privativo. Tranca. Quando eu bater três vezes, você abre.

E saiu sem esperar resposta.

***

Esperei uns dois minutos, me levantei e fui até o banheiro que ela tinha indicado. Tranquei. Meu coração disparava e o pau não parava de pulsar dentro da calça. Três batidas secas soaram na porta. Abri, e ela se enfiou lá dentro, trancando ela mesma pela segunda vez.

— Vamos ver o que você tem aí, com um braço quebrado e uma urgência que não pode esperar — disse, mordendo o lábio.

Sentei na beirada da privada e baixei a calça até os joelhos de uma só vez. Meu pau saltou como uma mola, duro e latejante, com a ponta já brilhante de líquido pré-seminal.

— Meu Deus do céu — murmurou ela, arregalando os olhos —. E olha que, por causa do meu trabalho, já vi um monte de pau, acredite. Mas esse…

— Você gosta? — perguntei, mais atrevido.

— Eu adoro. É enorme, grossíssimo. Olha como ele pulsa.

Ela se ajoelhou entre minhas pernas sobre o piso frio. A luz branca do banheiro caía sobre o cabelo preso dela. Ela o agarrou com a mão direita, apertando a base, e com o polegar espalhou a gota da ponta por toda a glande até deixá-la brilhando.

— Faz tempo que não pego um desses tão de perto — disse, subindo e descendo devagar com o punho fechado, observando a pele esticar e retrair —. Posso?

— Chupa — respondi sem pensar —. Por favor.

Ela passou primeiro pela minha bochecha, lambuzando o rosto com o líquido que já brotava da ponta, deixando um rastro pegajoso do rosto até o lábio. Depois mostrou a língua e lambeu meu pau de baixo para cima, dos ovos até a coroa, parando no freio e enfiando a ponta da língua na fenda para tirar mais pré-gozo. Quando abriu a boca de vez, engoliu a glande inteira e chupou apertando as bochechas para dentro, fazendo um vácuo que me arrancou um gemido rouco.

— Porra… — arfei.

Ela sorriu com o pau na boca e começou a engoli-lo mais fundo, centímetro por centímetro, até eu sentir a resistência macia da garganta dela. Engasgou um pouco, afastou-se com um fio de saliva pendendo do lábio, respirou e voltou a descer até o fundo. Na segunda vez não engasgou: engoliu tudo, enfiando o nariz contra meu púbis, e ficou ali por alguns segundos, engolindo seco ao redor da cabeça.

— Você gosta de como eu chupo? — perguntou ao sair, com a voz rouca pela garganta cheia —. Imagine que sou ela, se quiser. Não me ofende.

— Você não devia falar isso — arfei.

— Mas isso te deixa doido, não deixa? Imagina sua mamãezinha chupando esse pau tão grosso. Imagina essa boca de mulher gostosa engolindo o próprio filho.

Não respondi. Com a mão esquerda, segurei sua nuca e empurrei um pouco mais. Ela não resistiu; pelo contrário, se acomodou, apoiou as duas mãos nas minhas coxas e acelerou o ritmo. A cabeça subia e descia, os lábios apertados e vermelhos ao redor do meu pau, a língua trabalhando por baixo a cada descida. Eu ouvia os ruídos molhados, os estalos da saliva, os pequenos grunhidos abafados que saíam do peito dela toda vez que eu enfiava até o fundo.

— Vou gozar — avisei.

Ela tirou da boca a tempo, desabotoou a blusa com um puxão e baixou o sutiã, deixando saltarem dois peitos brancos coroados por mamilos duros e escuros. Levou meu pau ao decote, apertou meu membro entre os seios e começou a subir e descer, cuspindo no vão para lubrificar e esfregando a carne quente contra mim num ritmo brutal.

— Termina aqui — disse —. Goza nas tetas dessa enfermeira e pensa em quem você quiser. Pensa nela, pensa na sua mãe, me pinta de leite pensando na mamãe.

Apertei os dentes. O prazer subiu pela minha coluna como uma corrente elétrica e eu me derramei entre seus seios com espasmos violentos, disparando jato após jato que pintaram seu decote, o pescoço e o queixo. Ela abriu a boca e mostrou a língua para pegar os últimos, deixando pingar gotas grossas sobre ela. Quando terminei, apertou meu pau da base até a ponta para espremer a última gota e lambeu a glande limpando tudo.

— Nossa, quanto você guardava — ela riu, limpando-se com uma toalha de papel, sem pressa —. Vai, se veste e sai antes que alguém pergunte. Eu limpo essa bagunça.

Vesti a roupa como pude com uma só mão. Antes de abrir a porta, ela me deteve.

— Um conselho — disse —. Não desperdice o que você tem em casa. Mães entendem mais do que você imagina. Fala claro com ela.

***

Saí com a alta na mão e me encontrei com elas na rua.

— Pronto? — perguntou Marlene ao me ver.

— Sim, vamos embora.

— Se divertiu? — soltou Vanesa enquanto caminhávamos até o carro.

— Como é? — virei a cabeça, incrédulo.

— A enfermeira te fez passar bem? Só olha para a sua calça.

Baixei os olhos. Havia uma pequena mancha denunciante no moletom.

— Eu… — comecei.

— Fica tranquilo, não me deve explicação nenhuma — me cortou, dando de ombros —. Mamãe sempre diz que os homens precisam ser atendidos, e que é nosso dever dar uma força.

Fiquei mudo o resto do caminho. Minha mãe dizia essas coisas?

***

Em casa a noite transcorreu com uma normalidade suspeita. Jantamos, cada um foi para o quarto, e por volta da meia-noite me levantei para ir ao banheiro. Não conseguia dormir. As palavras da enfermeira e da minha irmã giravam na minha cabeça.

“Não desperdice o que você tem em casa. Fala claro com ela.”

Sem perceber, eu já estava duro de novo. Apoiei-me na pia e comecei a me tocar devagar com a esquerda, lembrando da tarde. A porta estava entreaberta, mas a casa dormia. Ou era o que eu achava.

— Filho.

A voz da minha mãe me gelou. Virei de repente. Marlene estava no batente, com um robe fino e o cabelo solto pela primeira vez no dia.

— Eu… eu só estava… — gaguejei.

— Você não me deve explicações — disse, e começou a fechar a porta.

— Mãe! — chamei.

Ela voltou a abrir.

— O que foi, meu amor?

— Entra, por favor. Preciso falar com alguém de confiança. E tem que ser aqui.

Marlene hesitou, mas entrou. Pegou a cadeira do canto e se sentou, de costas para mim enquanto eu continuava de frente para a pia.

— Me conta o que está acontecendo — disse.

— Com o braço quebrado, tudo fica o dobro de difícil.

— Isso eu entendo, mas…

— Deixa eu terminar. O que você viu agora há pouco… eu estava me aliviando. É que no hospital aconteceu uma coisa.

— O que aconteceu? Não me assusta.

— A enfermeira chamou um urologista. Dizem que eu tenho uma… — procurei a palavra — uma condição. Que, se eu não descarregar com frequência, a pressão sobe e pode virar algo sério.

— E por que você não me contou nada? — ela se alarmou.

— Porque eu não ia mostrar meu pau pra minha mãe.

— É sua saúde, bobo. Você não esconde coisas de mim. Vira de frente.

— Tem certeza?

— Vira e chega mais perto.

Virei, ainda ereto, e dei um passo em direção a ela. Marlene levou uma mão à boca.

— Santo Deus — murmurou —. Por que você não me contou? Olha o tamanho disso.

— Parece muito ruim? — perguntei, fingindo preocupação.

— Não… pelo contrário. — Engoliu em seco, sem tirar os olhos do meu pau duro a um palmo do rosto dela —. Nunca tinha visto um assim, de verdade. Nem de longe.

— Nunca?

— Nunca, filho. Seu pai não tem nem metade desse tamanho.

— Você acha que vou assustar as mulheres?

— Muito pelo contrário. Acho que elas vão gostar ainda mais de você. — A voz dela tinha virado um sussurro rouco —. Todas nós gostamos… assim, grandes.

***

— Que pena que é por causa de uma condição — eu disse, deixando a armadilha fazer seu trabalho.

— Você falou alguma coisa sobre a pressão — disse ela, tentando soar prática —. Tem jeito de resolver isso?

— Tem. Eu preciso descarregar com frequência para compensar. Mas aí está o problema.

— Qual?

— Que o braço bom é o direito, e eu fiquei inutilizado. Com a esquerda eu não consigo sentir direito. Faz dias que não consigo gozar.

Marlene ficou calada por um instante, me olhando fixamente, engolindo em seco outra vez.

— E o que você quer que eu faça, filho?

— Não sei. Você é mulher. Talvez você possa… me ajudar a conseguir o estímulo.

— Mas que barbaridade você está dizendo! — ela se levantou de repente, embora não tenha ido em direção à porta —. Como é que eu vou te ajudar com isso?

— Não estou pedindo que você me toque. Só… que me deixe olhar. Para conseguir o estímulo que com a mão eu não consigo.

Ela ficou pensando por um tempo enorme. Depois suspirou.

— Senta você na cadeira. Eu fico em pé — ordenou, em voz muito baixa —. E não fala alto, que vai acordar sua irmã.

Trocamos de lugar. E então, devagar, minha mãe começou a desamarrar o robe.

— O que você está fazendo, mãe?

— O que você pediu. Só para você conseguir seu estímulo. Nada mais.

Por baixo do robe, ela usava uma lingerie de renda vermelha que eu nunca tinha visto: um sutiã que mal continha os peitos e uma tanga finíssima que se enfiava entre as nádegas. Ela se virou, dando-me as costas e aquela bunda enorme que tantas vezes me tirara o sono.

— Agora faz — disse sem me olhar.

— Olhando para você?

— Claro, bobo. Para quem mais seria?

Comecei a me tocar com a mão esquerda, os olhos cravados na curva das costas dela e na renda que mal cobria alguma coisa.

— Gostou do que viu? — perguntou.

— Muito. Você tem um corpo incrível, mãe.

— Não se contenha. Fala o que realmente te excita. Sem vergonha.

— Tenho vergonha com você.

— Com vergonha você não vai terminar, filho. Fala essas coisas safadas de que os homens gostam. Seu pai fala isso para mim, falam comigo na rua. Por que você não? Se alguém tem direito de me olhar, é você.

— Sério que posso?

— Fui eu que te pari. Se alguém tem direito de me desejar, é meu próprio filho. Vai, solta.

— Você tem a bunda mais gostosa que eu já vi na porra da minha vida — disse, acelerando a mão —. Fico duro só de você andar pela casa. Quantas vezes já não gozei pensando em enfiar meu pau entre essas nádegas?

— Essa eu não esperava — ela riu baixinho, mexendo a bunda de um lado para o outro para mim —. Você gosta tanto assim da bunda da sua mãe?

— Você me deixa louco. Quero morder ela, mãe. Quero morder essa bunda inteira.

— Dá uns passos para trás — escapou de mim —. Por favor.

Marlene recuou até ficar a centímetros de mim. Eu me levantei sem pensar e esfreguei meu pau nas nádegas dela por cima da renda, apoiando a glande na cova quente entre as nádegas.

— Filho! Não, isso não tinha sido combinado — protestou, mas arqueou as costas e empurrou a bunda para trás sem se afastar.

— Com a mão eu não sinto nada, mãe. Me ajuda, por favor.

— Só esfrega — cedeu, com a respiração acelerada —. Daqui não passa.

Continuei me esfregando contra ela, devagar no começo e depois com mais vontade, segurando a cintura dela com a mão sã e enfiando meu pau entre as nádegas dela por cima do tecido. Empurrei-a mais um passo na direção da pia e ela se apoiou com as mãos no mármore, me oferecendo a bunda sem perceber. A renda vermelha foi se afastando sozinha, afundada entre as carnes.

— Você está gostando, pelo menos? — ela perguntou, e sua voz já não tinha reprovação.

— Demais.

— Já vi. Você me deixou toda molhada.

Desci a mão esquerda até a tanga e a puxei para o lado. Vi a umidade brilhando entre as coxas, os pelos escuros e bem aparados, os lábios inchados. Passei meu pau pela fenda de cima a baixo, sem enfiar, encharcando-o no fluido da minha própria mãe.

— Filho, não… — ela sussurrou, mas abriu mais as pernas.

— Ajudando o homem da casa, mãe? — disse uma voz da porta.

Nós dois congelamos. Vanesa estava apoiada no batente, observando, com um sorriso que não julgava nada.

— Filha! Meu Deus, não é o que parece — Marlene se afastou de mim tentando se cobrir com o robe.

— Calma, mãe. Não vim reclamar. Na verdade, eu gostaria que vocês continuassem.

— O quê?

— Você mesma me disse uma vez que nós, mulheres, viemos a este mundo para cuidar dos homens que amamos — disse Vanesa, entrando sem pressa —. Não vou fazer um drama por você cumprir sua própria regra.

— Eu não quero que isso te marque, filha.

— Não me marca nada. Além disso — acrescentou, olhando para mim —, faz tempo que eu sei que você gosta da mamãe, maninho.

— Isso é verdade? — Marlene se virou para mim.

— Você está linda, mãe. Até a enfermeira do hospital disse que você parecia uma deusa.

— Você agrada até as mulheres, mami — riu Vanesa.

— E por que nunca me contou, querido? — perguntou Marlene, sem o menor vestígio de raiva agora.

— Como eu ia te dizer que queria foder a minha própria mãe?

— Eu teria entendido. Enquanto você não tiver ninguém, cabe a mim cuidar de você. — Ela acariciou meu rosto com uma ternura que me desarmou —. Enquanto você tiver sua mãe, nunca vai faltar um lugar para descarregar esse pau.

— Aproveita a oferta, maninho — disse Vanesa da porta, cruzando os braços como quem se ajeita para um bom espetáculo.

Marlene se virou por completo, deixou o robe cair no chão e sustentou meu olhar com uma decisão nova, como se tivesse acabado de cruzar uma linha que vinha contornando há anos.

— Tranca a porta — me disse —. E baixa a voz. O que acontecer esta noite fica entre nós três.

Tranquei com a mão sã. Quando me virei, mamãe já tinha terminado de tirar o sutiã, deixando saltarem dois peitos grandes e firmes com mamilos escuros e eriçados. Ela baixou a tanga encharcada, deixou-a cair no chão e ficou nua na minha frente, com a pele avermelhada e os pelos pubianos brilhando de tão molhada que estava.

— Vem aqui — sussurrou.

Aproximei-me e encostei meu corpo no dela. Ela agarrou meu pau com a mão e começou a me masturbar devagar, olhando, medindo o peso e a grossura.

— Meu Deus, filho… é que nem cabe na minha mão. Vem, senta.

Ela me empurrou para a cadeira e se ajoelhou entre minhas pernas, assim como a enfermeira havia feito algumas horas antes. Mas essa era minha mãe. Essa era Marlene. A boca que me dava mamadeira, a que me beijava na testa antes de dormir, agora se abria ao redor da minha glande com uma lentidão reverente.

— Mãe… — gemi.

Ela fechou os lábios em torno da coroa e desceu, chupando meu pau com a boca inteira, ajudando-se com a mão na base. A língua me percorria por baixo enquanto ela subia e descia. Depois tirou, cuspiu um fio de saliva sobre a glande e voltou a engolir até o fundo, fazendo aqueles ruídos molhados que ecoavam nos azulejos do banheiro.

— Você faz isso incrivelmente bem — arfei.

— Prática de anos, carinho — disse mamãe, com a voz rouca —. E nunca tive um pau tão bom na boca.

Vanesa tinha se sentado na beira da banheira para enxergar melhor. Ela tinha levantado a camisola acima das coxas e tinha a mão entre as pernas, se tocando devagar enquanto via mamãe comer meu pau.

— Engole tudo, mami — sussurrou —. Faz ele sentir na garganta.

Marlene obedeceu. Relaxou a mandíbula, respirou fundo pelo nariz e afundou meu pau até o fundo, até encostar os lábios no meu púbis. Ficou ali, com a garganta me apertando, até os olhos começarem a lacrimejar. Quando saiu, um fio de saliva misturado com pré-gozo pendia de seu queixo.

— Levanta — eu disse —. Preciso te ver inteira.

Ela se pôs de pé. Agarrei sua cintura com a mão sã e a virei, colando-a na pia. A imagem me atingiu em cheio: minha mãe nua, apoiada no mármore, a bunda enorme empinada para mim, as costas arqueadas à espera. Dei uma palmada numa nádega e a carne quicou.

— Ai… — gemeu, e mexeu a bunda pedindo mais.

Eu mordi sua nuca, agarrei um seio com a esquerda apertando o mamilo entre os dedos, e empurrei meu pau pela fenda do cu até encontrar a entrada encharcada da boceta. A cabeça afundou só dois centímetros e já senti ela se abrindo ao redor de mim, apertada e quente pra caralho.

— Com cuidado, filho — sussurrou —. É muito grande. Enfia devagar.

— Aguenta aí, mãe.

Empurrei com o quadril e entrei nela centímetro por centímetro, sentindo as paredes da sua buceta se esticarem para me deixar passar. Quando cheguei ao fundo e meus ovos bateram contra ela, mamãe soltou um gemido longo e abafado, mordendo o próprio punho para não gritar.

— Tudo dentro — arfei —. Você é toda minha, mãe.

— Toda sua, querido. Me fode. Me fode como você vem querendo há anos.

Saí quase inteiro e voltei a enfiar até o fundo. Depois de novo, e outra vez, segurando a cintura dela com a mão sã. A bunda grande dela se agitava a cada estocada, batendo contra meu púbis com um som molhado e carnudo. Ela empurrava para trás, me procurando, se arrastando contra o mármore.

— Assim, filho, assim… mais forte… arrebenta minha buceta…

— Olha pra ela, maninho — sussurrou Vanesa da banheira, com dois dedos afundados entre os próprios lábios —. Olha como tudo nela se mexe. Mamãe sempre soube o que a gente precisava.

Acelerei. Agarrei o rabo de cavalo que se formara de novo sozinho e puxei, obrigando-a a arquear mais as costas. Os seios dela quicavam contra a pia. O banheiro se encheu do som das coxas se chocando, da respiração entrecortada, dos pequenos gemidos que mamãe deixava escapar mesmo tentando morder o lábio.

— A bunda, mãe — arfei —. Quero provar sua bunda também.

— Ainda não, filho, você vai me partir… — mas, enquanto dizia isso, afastou-se da pia e se virou —. Vem, primeiro quero te olhar no rosto enquanto você me come.

Ela me jogou no chão com uma decisão que eu não conhecia nela. Montou em mim, agarrou meu pau e foi encaixando sozinha, descendo devagar até sentar por cima. Vi meu pau sumir inteiro dentro da buceta dela enquanto ela jogava a cabeça para trás e suspirava.

— Assim, carinho — disse, apoiando as mãos no meu peito —. Agora deixa comigo.

Ela começou a se mover. Me cavalgando devagar primeiro, rebolando em círculos com meu pau cravado até o fundo. Depois começou a subir e descer, os seios quicando na frente do meu rosto, a boca entreaberta. Agarrei um seio com a mão sã e o levei à boca, chupando o mamilo com fome.

— Isso, filho, mama em mim como quando você era pequeno — arfa ela —. Chupa meus peitos enquanto eu monto seu pau.

Vanesa se aproximou, ajoelhou ao nosso lado e deu um beijo em mamãe na boca, um beijo longo, língua contra língua. Depois se afastou e lambeu o pescoço dela.

— Você está fazendo um favorzão, mami — sussurrou ao ouvido dela —. Fode ele direito.

Marlene acelerou. A bunda dela batia nas minhas coxas com um barulho molhado cada vez mais forte. A buceta dela se fechava ao redor de mim, apertando-me em ondas.

— Vou gozar, filho — gemeu —. Vou gozar em cima do seu pau.

— Goza, mãe. Goza gostoso.

Ela afundou até o fundo, ficou ali e começou a tremer. Senti sua buceta pulsar sobre meu pau, apertando-me em espasmos, enquanto um gemido abafado escapava de sua garganta e as unhas se cravavam no meu peito. Um jorro quente encharcou minhas coxas.

— Agora eu, mãe — disse, apertando a cintura dela —. Vira de costas de novo. Quero te encher por trás.

Ela se levantou tremendo, virou-se e se apoiou outra vez na pia. Fiquei atrás dela e cravei meu pau numa única estocada. Comecei a fodê-la sem freio, segurando-a pelas coxas com a mão sã, me chocando contra ela com toda a força que eu tinha. A bunda dela quicava em ondas, o mármore estalava, e ela começou a implorar baixinho.

— Goza dentro, filho… tudo dentro… já tá, sua mãe não engravida… me enche…

Aquilo acabou comigo. Senti a corrente subir dos ovos, apertei os dentes e cravei até o fundo justo quando explodi. Jato após jato de leite quente encheu a buceta dela, tanto que começou a transbordar pelas bordas e a escorrer pela coxa antes mesmo de eu terminar de gozar.

— Meu Deus, mãe… — arfei, apoiando a testa nas costas suadas dela.

— Shh, calma, querido — murmurou ela, ainda tremendo —. Tô aqui. Vou estar sempre aqui para você.

Tirei o pau devagar e vi um fio grosso e branco escorrendo da buceta da mamãe e descendo por dentro da coxa até o joelho. Vanesa se abaixou, passou o dedo, recolheu e levou à boca, chupando devagar.

— Guarda um pouco pra amanhã, maninho — disse, piscando para mim —. Essa tal condição parece contagiosa.

Marlene se virou, ainda nua, e me beijou na boca. Um beijo profundo, de mulher, não de mãe. Depois acariciou meu rosto com uma ternura que me desarmou de novo.

— Quando precisar, me procura — sussurrou —. A qualquer hora. Sem vergonha.

Dei uma última olhada no banheiro: minha mãe nua pintada de porra, minha irmã com os lábios brilhando, a tranca fechada, a casa dormindo. E, pela primeira vez, entendi que aquela condição inventada no hospital ia curar a minha vida inteira.

Ver todos os contos de Tabu

Avalie este conto

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Entrar ou criar conta

Escolha como quer continuar.