A noite em que dois casais deixaram de sê-lo
A tarde na praia tinha se estendido mais do que o previsto. Isso sempre acontecia: os dias de praia vinham devagar e terminavam antes que alguém tivesse chance de perceber. O sol tinha seguido seu caminho enquanto eles perdiam tempo na água ou deitados nas esteiras, e quando finalmente decidiram voltar para o apartamento, a pele ainda guardava o calor e os músculos tinham aquela agradável sensação de peso que só o sol e a água salgada dão.
Marcos tomou banho primeiro. Depois Sofía. Depois Diego e Valeria juntos, o que já não era exatamente uma surpresa, dado como o dia tinha transcorrido. Quando os quatro ficaram prontos e o apartamento cheirava a protetor solar e xampu, havia algo diferente no ambiente. Nada visível tinha mudado. Mas o ar tinha outro peso. Mais leve. Como se o sol e a água tivessem dissolvido, sem pedir permissão, certos limites que em casa existiam sem discussão.
—Reservamos em algum lugar? —perguntou Diego do corredor.
—Não —respondeu Valeria, passando por ele com a bolsa no ombro—. Hoje à noite a gente improvisa.
Sofía saiu do quarto ajeitando o vestido.
—Bem dito.
Marcos pegou as chaves do apartamento e esperou junto à porta.
—Então a gente improvisa.
Desceram para a rua entre conversas soltas. Comentários sobre o dia, sobre o mar de fim de tarde, sobre como tudo tinha passado rápido. Nada que não pudesse ser dito em voz alta. Mas o tom tinha mudado. Estava mais próximo. Mais direto. Mais permissivo.
Foram caminhando até o calçadão. Os restaurantes começavam a encher e a luz dos postes se misturava ao ruído suave das pessoas que passeavam sem pressa. Cheirava a fritura e a sal, uma combinação que às vezes resulta em algo quase perfeito.
—Tem um mais adiante que parece bom —disse Diego—. Vi hoje de manhã quando saímos.
—Que tenha vinho gelado... —murmurou Sofía.
—E cerveja —acrescentou Marcos.
Dobrararam a esquina e ele estava ali. Hernán. O mesmo que tinha passado a tarde toda atrás do balcão do quiosque, servindo-lhes cervejas e olhando o mar com aquela calma de quem faz a mesma coisa há anos. Agora vinha no sentido contrário, camisa de linho clara, bermuda escura, as mesmas sandálias gastas. Sem o avental. Ao vê-los, hesitou um instante antes de cumprimentar.
—Nossa! —exclamou—. Os do quiosque.
Marcos foi na direção dele sem parecer nenhum esforço.
—Hernán! Que coincidência.
Diego o saudou do lugar onde estava, com um gesto mais contido.
—Boa noite.
Hernán os observou. Depois olhou para as duas mulheres. Algo em sua expressão fez um pequeno ajuste, como quando alguém tenta encaixar peças que ainda não sabe se pertencem ao mesmo quebra-cabeça.
—Passeando, né?
—Jantar —disse Marcos—. Aproveitar a noite.
—Claro.
Hernán assentiu, mas os olhos continuavam indo de um a outro dos quatro com uma cautela discreta. Marcos percebeu. E sem pensar demais —ou pensando exatamente o necessário— fez o gesto.
—Olha, deixa eu apresentar —disse, com uma calma que soou completamente natural—. Esta é minha esposa.
E apoiou a mão, com uma leveza perfeitamente calculada, nas costas de Sofía.
Só um segundo. Sofía não se afastou. Não corrigiu nada. Virou levemente a cabeça para Hernán e sorriu.
—Oi.
A voz saiu limpa. Sem hesitação.
Valeria, que estava à direita dela, registrou a cena sem mexer um músculo. Diego também processou aquilo em tempo real. Não havia margem para outra coisa.
—E esta é a minha —acrescentou Diego, apontando para Valeria com um sorriso que não se deu ao trabalho de disfarçar totalmente.
Hernán piscou. Uma vez. Duas. Olhou para Valeria. Depois para Diego. Diego sustentou esse segundo a mais.
Valeria estendeu a mão com total normalidade.
—Prazer.
—Prazer —respondeu Hernán, apertando-a.
A mesma palavra. Peso diferente.
Sofía continuava ao lado de Marcos, sem se mexer, sem fazer nenhum gesto que desfizesse o que tinha sido construído. Hernán pigarreou.
—Bom... prazer em conhecer vocês.
—Pra nós —disse Marcos, totalmente à vontade—. Amanhã a gente se vê no quiosque.
—Sim... claro.
Hernán assentiu, ainda processando tudo, e se afastou no meio da multidão. Antes de dobrar a esquina seguinte, virou uma vez. Como se quisesse confirmar algo. Não havia nada a confirmar. Ou havia coisa demais. Dependia de onde se olhava.
Quando ele desapareceu, o silêncio que ficou entre os quatro foi diferente de todos os anteriores. Mais cheio. Mais nítido.
Marcos tirou a mão das costas de Sofía com a mesma calma com que a tinha posto. Diego deu um passo para trás, rompendo a proximidade com Valeria. Ninguém falou de imediato.
Foi Valeria quem quebrou o silêncio.
—Foi muito rápido.
Marcos sorriu.
—Foi oportuno.
Sofía soltou uma risadinha. Não nervosa. Não desconfortável. Era algo novo, algo que ainda não tinha nome exato.
—Ele não acreditou nem por um segundo.
—Não sabia o que fazer com a informação —disse Diego.
—Normal —acrescentou Valeria—. Faltou contexto.
Marcos olhou para ela.
—E alguém tem?
Valeria sustentou o olhar.
—Nós temos. —Fez uma pausa—. Por que você fez isso?
Marcos deu de ombros, levemente.
—Saiu. Além disso, nenhum de vocês reagiu mal.
Ninguém respondeu a isso. Não era preciso.
***
A entrada do restaurante foi sem complicações: mesa junto à janela aberta, brisa do mar, um garçom jovem de camisa branca que os acomodou com eficiência simpática. Dali se via o calçadão, as pessoas andando sem pressa e, ao fundo, o reflexo da lua cheia sobre a água. Uma imagem tão clássica que quase teria sido enjoativa se não fosse completamente real.
Sentaram quase sem combinar. Marcos ocupou uma cadeira lateral e deixou livre o lugar ao lado. Sofía sentou-se junto a ele. Em frente, Diego e Valeria. A disposição era exatamente a mesma da rua, cinco minutos antes. Ninguém comentou. Todos registraram.
—O que eu posso trazer para beber enquanto isso?
—Vinho branco —disse Valeria—. Bem gelado, por favor.
—Uma cerveja —acrescentou Marcos.
Diego olhou para Sofía.
—Vai de vinho também?
—Sim.
O garçom se afastou com os pedidos e os quatro olharam o cardápio sem muita pressa. Tudo parecia bom.
—Quando tudo parece bom, você demora o dobro para decidir —disse Marcos.
—Ou pede demais —respondeu Valeria.
—Também não tem problema —disse Diego, sem tirar os olhos do cardápio.
Sofía o observou por um instante.
—Não.
Uma única sílaba. Com um tom que não era exatamente o habitual.
O garçom voltou com as bebidas, serviu o vinho começando por Valeria e deixou a cerveja à frente de Marcos. Pediram: entradas para dividir, peixe grelhado, um pouco de carne. Sem complicações e sem grandes deliberações. Quando o garçom se retirou, o ambiente relaxou mais um grau.
A conversa fluiu sozinha por um bom tempo. Falaram dos filhos que tinham ficado com os avós, de como tudo muda rápido quando alguém se permite sair da rotina mesmo que por apenas alguns dias. Falaram de trabalho sem falar realmente de trabalho. Falaram dos planos para o dia seguinte, de valer a pena ou não acordar cedo para ir à enseada que tinham mencionado na recepção.
—É curioso —disse Valeria em algum momento, olhando o calçadão pela janela—. Aqui tudo parece mais fácil.
Marcos apoiou o braço no encosto da cadeira de Sofía. Um gesto que, em outro contexto, teria sido completamente automático.
—Deve ser o mar.
Sofía não se mexeu.
—Ou a distância —acrescentou em voz baixa.
Diego deu um pequeno gole no vinho.
—Ou as duas coisas.
Os olhares começaram a se cruzar de maneira diferente. Mais prolongada. Sem desconforto, mas com algo por baixo, algo que tinha estado ali o dia inteiro e agora ocupava menos espaço disfarçado e mais espaço real.
Os pratos chegaram e a conversa foi para o imediato: sabores, escolhas, brincadeiras sobre quem tinha pedido melhor. Dividiram sem pedir explicitamente. Diego alcançou o prato de Sofía para provar o polvo sem perguntar. Sofía deixou. Valeria provou a carne de Marcos com o garfo, também sem perguntar. Marcos tampouco disse nada.
Eram gestos mínimos. Mas não eram inocentes. E todos sabiam disso.
O tempo passou sem que ninguém o medisse. Quando chegou a conta, Marcos fez menção de pegar.
—Eu pago.
Diego negou levemente.
—Metade.
—Nem pensar.
Valeria interveio com um meio sorriso.
—Deixa. Depois vocês acertam.
Sofía assentiu.
—Sim.
Marcos pagou sem insistir. Saíram do restaurante para uma noite que continuava perfeita daquele jeito discreto e sem alarde que as noites de verão no litoral têm.
***
Andaram devagar. Mais perto do que o espaço disponível pedia. As conversas se fragmentavam e se recomponham, mudavam de interlocutor sem precisar de transição.
Em algum ponto do calçadão, sem que ninguém propusesse, Valeria e Diego ficaram alguns passos à frente. Marcos e Sofía, um pouco atrás. Não era uma separação. Era só assim. O som do mar vinha da direita.
—Está sendo uma boa noite —disse Sofía em voz baixa.
Marcos a olhou de lado.
—Ela acabou de começar.
Sofía sorriu e não disse mais nada.
Mais adiante, Valeria disse algo no ouvido de Diego e ele inclinou a cabeça em direção a ela para ouvir melhor. O gesto durou menos de dois segundos. Não passou despercebido.
Quando chegaram ao apartamento, a rua estava quase vazia. Marcos abriu a porta e deixou os outros entrarem primeiro, como tinha feito ao sair. Entraram em silêncio.
Diego acendeu a luminária da sala, a mais suave das três. Sofía tirou as sandálias junto à entrada. Valeria deixou a bolsa sobre a cadeira do canto. Marcos fechou a porta devagar e ficou encostado nela com as costas.
Ninguém se moveu em direção nenhuma ainda.
O dia tinha seu próprio peso: praia, sol, água fria, risadas que significavam mais do que diziam, silêncios que também significavam alguma coisa. Tudo isso estava ali, condensado na sala do apartamento junto com os quatro.
Marcos olhou para eles. Para os três. E sorriu. Sem provocação. Sem pressa. Com uma calma completamente natural.
—Uma coisa.
Os olhares se concentraram nele. Ele fez uma pequena pausa, como alguém que já sabe exatamente o que vai dizer e só escolhe o momento certo para dizer.
—Dormimos cada um com a nossa nova parceira?
O silêncio que se seguiu não veio de uma vez. Foi chegando devagar, ocupando o espaço deixado pelos outros sons ao se calarem. Sofía não abaixou o olhar. Valeria também não. Diego observou Marcos por um segundo a mais, avaliando algo em sua expressão.
A pergunta ficou no ar do apartamento, entre os quatro, exatamente onde Marcos a tinha deixado cair.
E, pela primeira vez em toda a noite, ninguém se apressou a responder.
Foi Valeria quem terminou de romper o ar. Deu um passo na direção de Marcos e o olhou de cima a baixo, com a mesma calma com que tinha passado a tarde inteira o medindo.
—Sim —disse—. Vamos foder.
Sofía inspirou fundo. Olhou para Diego. Diego já a olhava, com o pau marcando sob a calça.
—Sim —repetiu ela, mais baixo, mas sem hesitar nem por um instante.
Não houve cerimônia. Marcos se afastou da porta e Valeria foi até ele e enfiou a língua em sua boca no meio da sala, já no primeiro segundo, enquanto as mãos de Marcos agarravam sua bunda por cima do vestido e a apertavam contra o volume que já estava duro. A dois metros dali, Diego segurou Sofía pela nuca e devorou seus lábios com a mesma urgência, sem se afastar, sem fingir que aquilo não estava acontecendo na frente das próprias parceiras. Sofía chupou a língua dele e mordeu o lábio inferior enquanto procurava a braguilha com a mão.
Foi ela quem puxou Diego para o corredor, sem desgrudar a boca da dele. Chutaram a porta do quarto para fechar. Marcos e Valeria ficaram na sala. Cada casal onde tinha de ficar. Já nada importava tanto.
Marcos baixou as alças do vestido de Valeria e deixou-o cair até a cintura. Por baixo, ela não usava sutiã. Os seios ficaram soltos, morenos pelo sol da tarde, com os mamilos já duros como pedras. Ele se abaixou e chupou um, depois o outro, mordendo-os com os dentes até Valeria gemer e agarrar sua cabeça para que continuasse. Passou a língua entre os seios, ainda salgada do mar da manhã, e mordeu seu pescoço enquanto terminava de puxar o vestido até os tornozelos.
As calcinhas eram pretas, pequenas, e já estavam encharcadas. Marcos passou dois dedos por cima do tecido e sentiu o algodão afundar na fenda molhada.
—Você tá pingando —rosnou no ouvido dela.
—Tira logo —ela arfou.
Marcos arrancou a calcinha de um puxão e a empurrou contra a mesa da sala. Valeria se curvou sobre a madeira e empinou a bunda, arqueando as costas. Marcos abriu a braguilha, tirou o pau duro, grosso, latejando, e o passou pela fenda do cu de cima a baixo, encharcando-se com o fluxo de Valeria. Depois o enfiou de uma vez, até os ovos.
Valeria gritou. Marcos a segurou pelas ancas e começou a foder assim, curvada sobre a mesa, com a bunda para cima, entrando com força. Cada estocada fazia os ovos dele baterem contra o clitóris dela. A mesa rangia. Os peitos de Valeria se achatavam contra a madeira a cada impulso.
—Mais forte, porra —ela pediu, cerrando os dentes contra o braço dele—. Mais fundo.
—Quer mais? —Marcos agarrou o cabelo dela e puxou para trás—. Toma, puta.
Ele começou a meter com força total, sem piedade, enquanto segurava sua cabeça pelos cabelos e mordia sua orelha. O cu de Valeria fazia um som úmido, obsceno, a cada vez que o pau entrava e saía. Marcos cuspiu na bunda dela e passou o polegar pelo anel do cu, pressionando, mas sem enfiar de todo.
—Aí não ainda —ela arfou—. Primeiro me fode o cu. Aí eu gozo.
Marcos acelerou. Valeria começou a tremer, a apertar as paredes do cu em volta do pau, e gozou gritando contra a madeira da mesa, com espasmos que percorreram toda a sua coluna. Marcos não parou. Ergueu-a pela bunda, virou-a, sentou-a de costas na borda da mesa e abriu suas pernas de par em par.
Ele se abaixou e comeu o cu dela ali mesmo, ainda pingando do próprio orgasmo. Chupou o clitóris inchado, meteu a língua entre os lábios, sugou os fluidos até deixá-la tremendo de novo. Valeria agarrou sua cabeça e esfregou o rosto na boca dele, buscando mais.
—Me mete de novo —arfa—. Quero gozar com teu pau dentro.
Marcos se levantou, se colocou entre as pernas dela e enfiou o pau de novo, dessa vez com Valeria de frente. Segurou suas pernas abaixo dos joelhos, abriu-as de todo, e começou a fodê-la olhando em seu rosto. Os seios de Valeria balançavam a cada estocada. Ela levou uma mão ao clitóris e começou a se esfregar enquanto Marcos a socava.
—Vou de novo... vou de novo... —murmurava Valeria.
Marcos cerrou os dentes. Também estava perto. Agarrou um seio com uma mão e colocou a outra em sua garganta, pressionando levemente. Valeria gozou pela segunda vez, arqueando-se sobre a mesa, e Marcos, segurando o quanto pôde, tirou o pau no último segundo e despejou a gozada inteira sobre seus seios, jatos grossos e quentes que caíram entre as tetas, pelo pescoço, até o queixo.
Valeria passou dois dedos no sêmen do peito e levou-os à boca, chupando-os devagar enquanto olhava para Marcos.
—Porra —disse ele.
Do outro lado do corredor, Diego tinha empurrado Sofía contra a parede do quarto assim que fechou a porta. Levantara o vestido dela acima da cintura, arrancara a calcinha de um puxão e se ajoelhara diante dela sem dizer uma palavra. Passou a língua no cu dela de baixo para cima, longo e devagar, e sentiu Sofía se agarrar ao seu cabelo.
—Meu Deus... —ela arfou.
Diego abriu os lábios do cu com dois dedos e começou a chupar o clitóris dela, com a língua chapada, em círculos, enquanto enfiava dois dedos dentro dela. Sofía apoiou a cabeça na parede, com uma perna sobre o ombro de Diego, e começou a mover o rosto dele com os quadris, fodendo a boca dele.
—Chupa mais forte —ela pediu—. Não para.
Diego apertou a boca contra seu cu e sugou o clitóris com vontade, mexendo os dedos dentro dela, procurando o ponto que a fazia perder o controle. Encontrou. Sofía gozou contra a boca dele gemendo o nome dele —não o de Marcos, o dele—, e Diego bebeu tudo o que ela soltou, sem parar de lamber até ela puxar seu cabelo pedindo que ele parasse.
Quando ainda tremia, Diego se levantou, a empurrou para a cama e arrancou o vestido pela cabeça. Ele também se despiu, jogando a roupa no chão sem cuidado. O pau se movia, grosso, já pingando pela ponta.
Sofía lambeu os lábios ao vê-lo.
—Vem aqui.
Ela se ajoelhou na beira da cama e enfiou o pau de Diego na boca de uma vez, até o fundo. Diego rosnou. Sofía o chupou com vontade, engolindo-o inteiro a cada vez, pondo a língua para fora pela base para lamber seus ovos entre uma investida e outra. Passava a mão pelo tronco úmido de saliva, apertando-o enquanto chupava a ponta.
—Porra, Sofía —arfou Diego—. Que boquete do caralho.
Ela tirou o pau da boca com um som úmido e sorriu com o queixo brilhando.
—No Marcos eu não faço isso.
Diego se arrepiou ao ouvi-la. Agarrou sua cabeça com as duas mãos e começou a foder sua boca fundo, entrando e saindo entre os lábios dela, enquanto Sofía deixava cair um fio grosso de saliva que pendia do queixo e lhe caía entre os seios.
—Deita —disse Diego depois de um tempo, tirando o pau da boca dela com um puxão.
Sofía se deitou de costas na cama e abriu as pernas. Diego se pôs sobre ela e enfiou o pau devagar, sentindo como o cu de Sofía se abria para ele, como o apertava por dentro. Começou a fodê-la assim, com os cotovelos apoiados ao lado da cabeça dela, olhando em seus olhos, enquanto Sofía passava as unhas nas costas dele.
—Mais forte —ela pediu—. Como se eu fosse tua mulher.
Diego a agarrou pelos pulsos, segurou-os acima da cabeça dela e começou a socá-la de verdade. O colchão rangia. As coxas de Sofía se abriam mais a cada golpe. Ela gemia, cada vez mais alto, sem se importar que fosse ouvido fora do quarto.
—Vou gozar outra vez —arfa Sofía—. Diego, porra... Diego...
—Goza —rosnou ele—. Goza com meu pau dentro.
Sofía gozou pela segunda vez, tremendo inteira debaixo dele, apertando o cu ao redor do pau de Diego com espasmos que o levaram à beira. Diego saiu, virou-a de bruços, agarrou suas ancas e enfiou de novo por trás. Fodeu seu cu por trás, com as mãos na bunda dela, apertando-a, dando umas palmadas que deixavam a marca dos dedos na pele branca.
—Lá dentro —disse Sofía, olhando por cima do ombro com o cabelo colado ao rosto—. Goza lá dentro. Tô tomando a pílula.
Diego fechou os olhos, acelerou, e gozou dentro dela com um gemido longo, despejando a porra no fundo do cu de Sofía enquanto ela se estremecia por baixo. Quando tirou o pau, um fio espesso de sêmen escorreu pela coxa de Sofía até os lençóis.
Os dois ficaram ofegando, com a pele colada, sem dizer nada por um bom tempo.
Na sala, não precisava perguntar. Dava para ouvir tudo.