O presente que meu marido pediu no meu aniversário
Aceitei a fantasia dele achando que era um presente para ele. O que ninguém imaginou foi que, naquela noite, eu descobriria exatamente o que queria… e deixaria de me contentar.
Aceitei a fantasia dele achando que era um presente para ele. O que ninguém imaginou foi que, naquela noite, eu descobriria exatamente o que queria… e deixaria de me contentar.
Bruno me apresentou aos amigos com um sorriso cúmplice e, antes que eu entendesse nada, soube que aquela noite não ia me deixar sair da cabana sendo a mesma.
Acendi o pavio e os deixei trancados num apartamento vazio. Agora meu marido me implora para assistir ao que vem aí e meu cunhado já assinou em branco, sem saber o que o espera.
Coloquei a venda nela com cuidado e pedi que só sentisse. Não sabia que atrás da cortina havia mais alguém esperando a sua vez.
Achei que era uma limpeza de rotina. Mas quando ele me chamou para ir à casa dele naquela noite, descobri que me esperava com uma surpresa sentada no sofá.
Há meses nós o chamávamos para nossa casa depois de cada jantar. Desta vez quisemos mais: dois dias trancados com ele, sem relógio, sem vizinhos, sem freio.
Quando ela saiu do chuveiro e tirou o lenço, descobri que Daniela escondia algo que ia mudar por completo nosso fim de semana na praia.
«Desce às nove. Bem tomado banho, depilado e sem roupa íntima. Hoje a gente vai te usar nós dois.» Desliguei o telefone com as mãos tremendo e comecei a contar as horas.
Meus pais diziam que aquela vizinha não era confiável. Eu só sabia que, cada vez que a cruzava no elevador, eu tinha dificuldade para respirar e não entendia por quê.
A mensagem chegou à meia-noite e eu a li três vezes antes de mostrar ao meu marido. Ele não me pedia permissão. Ele me dava instruções, e eu já estava tremendo.
Desci para a pista achando que controlava a situação. Três horas depois eu era só um observador de algo que já não me pertencia.
Eu passava semanas me masturbando toda noite, imaginando o que ela vivia na pele. Até que numa quinta eu me pus diante do espelho e decidi parar de imaginar.
Naquela noite descemos vinte e dois degraus até o porão onde o saxofone tocava. O que aconteceu lá embaixo ainda não contei para ninguém.
Desci as escadas daquele porão com o coração na garganta e, antes de pensar duas vezes, já estava de joelhos na cabine do fundo.
Daniel me proibiu de me tocar enquanto me fodia. A regra durou até a noite em que o caminhoneiro voltou antes e nos encontrou no banheiro.
Havia semanas que duas sombras a seguiam de longe. Naquela noite, em vez de apertar o passo, ela se virou e os esperou.
Tranquei o vestiário, abri a maleta e deixei de ser Tomás. Nessa noite, no clube, eu não imaginava que meu próprio chefe ia abrir a porta.
Achávamos que estávamos sozinhos na enseada escondida, até eu notar que aqueles três não tiravam os olhos de nós. E isso nem incomodava a gente.
Eu a observava de soslaio havia semanas na escada. Na tarde em que cheguei em casa e a encontrei no meu sofá, descobri que o desejo não entende de rótulos.
Coloquei a máscara, dei as ordens e deixei que ela se entregasse sem saber quem a tocava. O que veio depois superou qualquer fantasia que tivéssemos imaginado.