Ela organizou tudo para que ele também experimentasse
Cheguei ao apartamento dele na hora combinada. Ele abriu a porta de roupão; ela desceu depois, nervosa e excitada. A noite seria longa.
Cheguei ao apartamento dele na hora combinada. Ele abriu a porta de roupão; ela desceu depois, nervosa e excitada. A noite seria longa.
Diego me mandava mensagens carinhosas enquanto eu, naquela jacuzzi, sentia as mãos de Sergio na minha cintura e empurrava o cu contra ele.
Alguém estava me tocando no escuro, com uma lentidão que não tinha nada de urgente. Abri os olhos e a voz de Valeria me disse: «Tá gostando, amor?».
Sandra e eu os encontramos no jacuzzi. Pablo estava comendo Lucía, minha garota, sem perceber que tínhamos plateia. A noite ainda nem tinha começado de verdade.
O chat pegava fogo com fotos de lingerie e promessas de fogo. Seis pessoas, três casais, uma cabana. O que aconteceu naquele fim de semana não contamos a mais ninguém.
O jogo dos casais começou como uma aposta inocente à beira da piscina. Ao anoitecer, ninguém lembrava com exatidão onde um terminava e o outro começava.
Chegamos sem saber o que nos esperava. Saímos diferentes. Uma fazenda, sete homens e um desconhecido que decidiu que eu seria dele naquela noite.
Marcos disse sem rodeios naquela cafeteria: queria largar tudo para ficar com Valeria. O que aconteceu na noite anterior era real demais para fingir que não existiu.
Quando Valeria perguntou quando a gente começava com aquele sorriso, entendi que a noite não teria volta. E eu já não queria que tivesse.
Cruzei a soleira do palácio com a máscara dourada e o coração disparado. Naquela noite, várias mãos mascaradas me esperavam enquanto ele observava das sombras.
Baixei o olhar ao ver minha saia mais curta do que o prudente. Cruzei as pernas no banco e, antes mesmo de o coquetel chegar, sentia dois pares de olhos cravados no meu decote.
Chegamos ao nono andar quase sem paciência, ela bêbada de desejo e eu pronto para tudo. O que eu não esperava era encontrar a mãe dela acordada, com a tela acesa.
Quando cruzei a porta da sala entendi que a surpresa do meu sogro tinha nome, vestido vermelho e um sorriso experiente demais para ser inocente.
Quando atravessei a ponte e vi a mulher do sobretudo preto me esperando, soube que nada do que eu escrevesse na minha matéria poderia contar a verdade daquela semana.
Quando chegamos à casa do meu sogro, achei que a despedida seria como qualquer outra, até ver minha sogra descendo as escadas com aquele olhar que eu já conhecia.
Quando sussurrei no ouvido dele o que vinha imaginando havia meses, o silêncio durou segundos. Depois ele sorriu. E eu soube que naquela noite cruzaríamos todos os limites.
Eu era namorado da Camila havia dois anos. Nessa noite, a irmã dela, Antonella, fez dezoito anos, e eu entendi que naquela casa nada era proibido.
Eu estava sozinho no sofá quando a porta se abriu. Era Marina, a amiga da minha irmã, e o que ela viu a fez sorrir. O que aconteceu depois eu não esperava.
Esteban dormia quando me levantei para tomar banho. Quando ele voltou a acordar, eu já tinha decidido quem mais queria naquela cama antes do meio-dia.
Marina já estava ensopada quando exigiu a segunda parte: os dois ao mesmo tempo, sem barreiras, com o filme de ação ainda tocando ao fundo.