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Relatos Ardientes

Minha esposa, a minissaia branca e o plano na fazenda

Esta história me aconteceu há alguns meses, quando eu vinha fantasiando havia semanas com uma coisa bem específica: pegar a estrada com minha esposa Carolina no carro, ela de minissaia e sem roupa íntima, deixando que qualquer homem que se aproximasse da janela visse o que normalmente só eu vejo. Numa manhã de sábado, enquanto preparávamos as malas para uma viagem a uma fazenda de clima quente nos arredores de Pereira, propus o plano em voz baixa. Ela riu, mordeu o lábio e disse que sim.

Saímos cedo. Carolina usava uma minissaia branca tão curta que, quando se sentou no banco do carona, ela subiu sozinha até a metade da coxa. Por baixo não havia nada. Pedi que ela cruzasse e descruzasse as pernas algumas vezes, só para confirmar que aquilo era sério mesmo. Ela fez. E ficou molhada antes mesmo de sairmos do bairro. Enfiei a mão entre as pernas dela antes de ligar o carro, passei dois dedos no seu cu e tirei-os brilhando de fluido. Levei-os à boca. Tinha o gosto dela, de fêmea quente esperando para ser usada.

— Já tá molhada, puta — eu disse, rindo.

— Cala a boca e dirige — ela respondeu, mas abriu as pernas um pouco mais.

A primeira prova foi no posto de gasolina. Pedi que ela abrisse um pouco mais as pernas justamente quando o frentista se aproximasse da minha janela. Era um rapaz de uns vinte e poucos anos, boné virado para trás, mãos sujas de óleo. Quando passei a nota por cima do meu colo, os olhos do garoto voaram para ela e ficaram grudados. A boca dele se abriu e ele demorou alguns segundos para voltar a me olhar. Eu usava óculos escuros e o observava de lado, fingindo que conferia o hodômetro. Carolina estava com o cu depilado, os lábios inchados e brilhando de umidade. Do ângulo do rapaz dava para ver tudo: a fenda rosada, o clitóris aparecendo, até a fileirinha de fluido escorrendo pelo vinco da coxa.

— O senhor quer que eu limpe o para-brisa? — perguntou ele, sem tirar os olhos do lado do carona.

— Sim, obrigado — eu disse.

Ele levou o dobro do tempo normal. Passava o pano de um lado para o outro, mas o olhar não saía do mesmo ponto. Carolina nem se cobriu. Pelo contrário: descruzou as pernas com calma, como se nada fosse, e passou a mão pela coxa, bem perto do cu, sem chegar a tocá-lo. O rapaz tinha uma ereção tão evidente que marcava contra o jeans engordurado. Quando arrancamos, peguei a mão dela e senti que tremia.

— Tô molhada — ela me disse, rindo baixinho.

— Eu sei. Dá pra ver tudo. Aquele pobre coitado vai bater uma pensando no teu cu.

— Que bata.

Ela enfiou a mão entre as pernas e se acariciou devagar enquanto eu dirigia. Passava dois dedos no clitóris, metia-os no cu, tirava-os lambuzados e me pintava os lábios com eles. Eu chupava sem tirar os olhos da estrada. Escapavam uns gemidos bem baixos, quase de gata.

— Quer que eu te coma agora? — perguntei.

— Ainda não. Aguenta.

***

A meia hora da fazenda, nos perdemos. A estrada se dividiu em duas e o GPS não se entendia consigo mesmo. Pedi a Carolina que baixasse o vidro quando vi um homem com um volume à beira da estrada. Paramos. Ele se aproximou. Era um camponês de uns quarenta anos, chapéu de palha, camisa aberta até o peito. Perguntou o que estávamos procurando e eu expliquei. Enquanto eu falava, os olhos dele fizeram o percurso inteiro: rosto, pescoço, decote, saia. E ficaram na saia. Eu, enquanto isso, passei os dedos na coxa de Carolina, bem devagar, exatamente onde o homem podia ver se olhasse. E olhou. Abri a coxa dela um pouco mais com a mão, ergui a barra da minissaia mais um centímetro, e o sujeito precisou pigarrear duas vezes para conseguir continuar falando. Dava para ver o volume crescendo contra a calça de brim.

O sujeito nos deu as orientações quase gaguejando. Agradecemos. Quando arrancamos, Carolina levou a mão entre as pernas por um segundo e a tirou brilhando.

— Toca — ela me disse.

Chupei os dedos dela um por um, sentindo o sabor espesso do seu cu encharcado. Eu estava com uma ereção que não me deixava pensar, a rola dura contra o zíper, uma mancha de líquido pré-ejaculatório encharcando meu boxer. Estive a ponto de entrar numa estrada de terra e foder ela ali mesmo, dentro do carro, com os vidros abaixados e o cheiro de mata entrando. Mas o plano era mais longo e ainda nem tinha começado o melhor.

***

Chegamos à fazenda perto do meio-dia. Era uma propriedade grande, com piscina, redes e uma área comum onde já havia alguns amigos com seus pares. Eu conhecia quase todo mundo, menos dois: Mateo e Andrés, dois rapazes que um amigo havia trazido do escritório. Mateo devia ter uns vinte e oito anos, físico atlético, rosto simpático, sorriso de bom moço. Andrés era mais reservado, mais velho, falava pouco e observava muito.

Quando Carolina desceu do carro com aquela minissaia, Mateo ficou duro. Não de forma escandalosa, mas o suficiente para eu notar do outro lado do estacionamento. Andrés também olhou, mas menos. Mateo não conseguia desviar os olhos das pernas da minha esposa. Eles não sabiam da roupa íntima. Isso viria depois.

Cumprimentamos todo mundo, deixamos as malas numa das cabanas que nos atribuíram e descemos para a área comum. Quando me aproximei de Carolina, sussurrei:

— Mateo tá te olhando desde que você desceu do carro.

— Já percebi.

— E daí?

— E eu gostei — disse, sem me olhar—. Ele tem uns olhos muito bonitos. E uns braços que eu imagino me agarrando pela bunda.

Isso me acendeu. Não era ciúme. Era outra coisa, mais estranha, mais forte. Eu queria que ele olhasse mais. Queria que ele ficasse duro pensando nela. Queria que ele a desejasse e soubesse que não podia tê-la. E queria estar ali quando ele percebesse.

***

Depois do almoço, alguém propôs jogar cartas. Sentamos quatro casais na mesa comprida da sala de jantar, sob o teto de palha. Mateo não se sentou: ficou numa rede com vista direta para a mesa, balançando com uma cerveja na mão. Como se tivesse escolhido o melhor lugar do cinema.

Carolina sentou à frente dele, na cadeira do meio. Eu me sentei ao lado dela. Enquanto distribuíam as cartas, me inclinei e disse no ouvido dela:

— Abre as pernas. Deixa ele ver teu cu.

Ela respirou fundo. E fez. Devagar, milímetro por milímetro, até a saia não cobrir mais nada. Eu, do meu ângulo, não podia ver. Mas Mateo sim. E Mateo ficou muito quieto. De onde eu estava, só alcançava ver o rosto dele: a mandíbula tensa, o pomo de Adão subindo e descendo quando ele engolia, a mão apertando a garrafa de cerveja como se fosse quebrá-la.

Passou a primeira rodada. Passou a segunda. Mateo continuava olhando, sem disfarçar mais, com a cerveja esquecida na mão. Carolina jogava as cartas como se nada fosse, mas de vez em quando, quando era a vez de outro, ela fechava as pernas, se ajeitava e voltava a abri-las um pouco mais. Uma vez, inclusive, passou a mão pela parte interna da coxa, bem perto do cu, como se estivesse coçando uma picada de mosquito, e a retirou devagar. Levantou o olhar e cruzou com o de Mateo. Não baixou os olhos. Sustentou o olhar dele por três, quatro segundos. Depois voltou às cartas, como se nada fosse.

Eu, por baixo da mesa, passei o dedo pela coxa dela e roçei o cu. Estava encharcada. Enfiei um dedo inteiro, bem devagar, e ela fechou os olhos por meio segundo. Quando tirei, levei-o à boca por baixo da toalha, e ela chupou até limpar, com a cabeça baixa, fingindo arrumar o cabelo.

***

Nessa tarde, antes do sol cair, escapamos para a cabana. Não falamos. Empurrei-a contra a porta assim que a fechei e levantei a saia de um puxão. O cu dela estava pegando fogo, os lábios inchados, toda a parte interna das coxas brilhando de fluido. Enfiei dois dedos e os curvei à procura do ponto de dentro. Os joelhos dela cederam.

— Fica de joelhos — eu disse.

Ela se ajoelhou. Puxou meu zíper com as duas mãos ansiosas, tirou minha rola do boxer e já a tinha na boca antes mesmo de eu terminar de baixar a calça. Chupou inteira, até a base, com a garganta aberta, sem engasgar. Os olhos dela se encheram d’água. Tirava a rola, cuspia por cima, espalhava a saliva pelos lábios, e voltava a pôr dentro. Chupava minhas bolas enquanto me masturbava com a mão. Agarrei a cabeça dela e empurrei até o fundo, e ela deixou que eu a usasse, que eu fodesse sua boca com as duas mãos, até as bochechas incharem de ar toda vez que eu metia.

— Levanta — eu disse.

Peguei-a pelos cabelos, virei-a contra a porta, levantei a saia acima dos quadris. Penetrei-a de uma só vez. Ela estava tão molhada que a rola entrou até o fundo de uma vez, e senti o golpe seco da bunda dela contra minha pelve. Tapei a boca dela com a mão porque as cabanas não eram tão isoladas quanto pareciam. Ela mordeu minha palma. Comecei a foder com força, tirando a rola quase inteira e voltando a meter com violência, fazendo a porta ranger nas dobradiças. Ela me mordia a mão cada vez mais forte, ofegando entre os dentes, segurando os gemidos. Senti-a gozar em menos de dois minutos: o cu dela se contraiu inteiro ao redor da rola, em espasmos, e o fluido correu pela parte interna da coxa até o joelho.

— Goza dentro — ela me implorou—. Dentro, dentro.

Cravei a rola até a raiz e gozei ali, em jatos longos, sentindo como cada investida arrancava mais sêmen de mim e o empurrava para dentro dela. Ela se apertava contra mim, movendo a bunda em círculos para espremer até a última gota. Depois caímos na cama e rimos como dois adolescentes, com o sêmen escorrendo pelas coxas e encharcando o lençol.

— Você é doido — ela me disse.

— Você também.

— Sou. Também sou.

***

Tomamos banho juntos e descemos de novo à área comum para beber alguma coisa. Os casais iam chegando do rio, outros estavam acendendo o churrasco. Mateo ainda estava ali, com Andrés, os dois já um pouco altos. Carolina trocou de roupa e colocou uma blusa mais decente, um short jeans e sandálias. Outra roupa. Mas a cabeça de Mateo continuava na minissaia branca.

Sentamos perto deles. Minha esposa pediu uma taça de vinho e a deixou sobre a mesa do lado de fora, junto do celular, que estava carregando. Ela o deixou posicionado de forma que qualquer um pudesse ver que era dela: tinha um adesivo na traseira, um que ela havia colado no mês anterior. Mateo o tinha visto no meio da tarde, quando ela sentou ao lado dele por um segundo para responder uma mensagem. Aquilo fazia parte do plano.

Quando já tinham passado algumas horas e a mesa estava mais solta, eu disse a Carolina em voz alta, no tom exato para ser ouvido:

— Amor, pega teu celular para ele não ficar aí.

Ela fez menção de procurá-lo, olhou, franziu a testa.

— Eu deixei aqui?

— Deixou aqui.

Procuramos. Não estava lá. A turma ao redor riu, alguém disse que talvez tivesse ido parar em outro lugar, outro brincou dizendo que um cachorro tinha levado. Eu aproveitei e, com a melhor cara de preocupado que consegui fazer, anunciei ao grupo:

— Se alguém encontrar, por favor traga pra gente na cabana. Estamos na do fundo, a das hortênsias.

Mateo, com os olhos um pouco turvos da aguardente, assentiu devagar. Andrés também. Nos despedimos e fomos embora.

***

O celular, claro, estava no bolso da minha calça. Eu mesmo o tinha tirado da mesa com a desculpa de procurar meu isqueiro.

Na cabana, Carolina entrou no banho. Depois colocou uma blusa branca, transparente, sem nada por baixo, que mal chegava à metade do ventre. As tetas dela apareciam inteiras: os mamilos rosados e duros marcando o tecido, o contorno dos seios, o umbigo. Da cintura para baixo, nada. O cu depilado, ainda brilhando da creme que ela passara depois do banho.

— E se ele não vier? — perguntou ela diante do espelho.

— Ele vem.

— Como você sabe?

— Porque a tarde inteira ele te olhou daquele jeito.

Passou uma hora. Passou uma hora e meia. Eu ia à janela a cada quinze minutos, erguia um pouco a cortina, olhava para o caminho. Nada. Pensei que tínhamos complicado demais, que Andrés o teria levado para dormir, que Mateo não teria coragem. Até que finalmente, quase duas horas depois, eu o vi vindo sozinho pelo caminho, com uma lanterna na mão e caminhando bem devagar. Ele trazia mais uma coisa.

— Ele já vem — eu disse.

Carolina ajeitou a blusa, mordeu o lábio, respirou fundo. Eu me joguei de barriga para baixo na cama e fingi estar dormindo, deixando um olho semicerrado e a bochecha apoiada no travesseiro. Ia ver. Não ia perder um segundo sequer.

Bateram à porta. Três toques leves.

Carolina caminhou até a entrada. Abriu só um pouco, o suficiente, e espiou. A luz do corredor iluminou suas costas e o contorno da blusa transparente. Mateo, do outro lado, ergueu a cabeça e ficou mudo.

— Oi, é que... — começou a dizer.

— Você encontrou meu celular — disse ela.

— Sim, estava atrás da... do...

Não terminou a frase. Carolina abriu a porta um pouco mais. O suficiente para ele vê-la inteira. A blusa terminava onde tinha que terminar, e abaixo não havia absolutamente nada. Vi Mateo baixar os olhos, levantá-los, baixá-los de novo. Ele olhou primeiro para as tetas dela, depois para o cu depilado, depois para o rosto. Vi o volume crescer contra a calça dele, tão nítido que era quase cômico. Vi o celular tremer na mão dele.

— Me dá.

Ele entregou. Carolina roçou os dedos nos dele ao receber, e de quebra deixou os dela apoiados por um segundo a mais contra a palma dele. Ficaram assim, se olhando, por dois ou três segundos longos. Ela estava com os mamilos tão duros que marcavam o tecido. Depois deu um passo para trás, sorriu para ele e disse:

— Te devo uma. Obrigada, Mateo.

Fechou a porta. Devagar. Sem bater. Como se nada tivesse acontecido.

Eu já não estava fingindo dormir. Estava sentado na cama, com a rola dura contra a calça, tão tensa que doía. E ela veio direto para mim, subiu em cima de mim e me beijou como se estivesse há um mês sem me ver. Arrancou meus shorts, tirou minha rola de um puxão e a enfiou sem nem mesmo descer de cima. Sentou de uma vez, até o fundo, e jogou a cabeça para trás gemendo baixinho.

— Ele ainda tá lá fora — eu sussurrei—. Tá batendo uma pensando em você. Tá a dez metros com a rola na mão lembrando do teu cu.

— Continua — ela ofegava—. Me conta mais.

— Ele se lembrou das tuas tetas. De como os mamilos marcavam. E do teu cu depilado, todo brilhante. Tá gozando na mão agora mesmo pensando em como seria te comer.

Carolina se movia em cima de mim como uma louca, com as mãos apoiadas no meu peito, subindo e descendo, o cu dela escorrendo por cima da minha rola. Agarrei as tetas dela com as duas mãos, apertei, belisquei os mamilos. Ela gozou assim, sentada em cima de mim, com a boca aberta e sem voz. Depois eu a virei contra a cama, de barriga para baixo, levantei a bunda dela com a mão e a penetrei por trás outra vez. Fodi forte, agarrando os cabelos dela, sem piedade, enquanto continuava falando no ouvido dela sobre Mateo, sobre o que ele teria feito com ela, sobre como ele teria lambido seu cu até fazê-la gozar na boca dele. Ela gozava e gozava, gemendo contra o travesseiro, com a bunda empinada, apertando minha rola toda vez que eu a tirava.

— Goza dentro outra vez — ela me pediu—. Dentro, pra ele saber que é você, que é você e não ele.

Gozei como um animal, dando estocadas curtas e profundas, me esvaziando dentro dela até sentir minhas pernas pararem de responder. Ficamos assim, um sobre o outro, respirando forte, com os lençóis encharcados e o quarto cheirando a sexo. A adrenalina do momento, a imagem de Mateo na soleira, o fato de saber que ele estava a poucos metros pensando no que acabara de ver: tudo isso nos manteve acordados por mais de uma hora ainda. Fodemos mais duas vezes antes de dormir. Na última vez, espalhei o sêmen sobre o ventre e as tetas dela, e ela o espalhou com os dedos, sorrindo, antes de colocar um deles na boca.

***

No dia seguinte, antes de irmos embora, Mateo se aproximou para se despedir. Carolina apertou a mão dele, puxou-o para perto e deixou um beijo ao lado da boca, não na bochecha. O suficiente para ele se lembrar. Depois pediu o telefone com a desculpa de lhe passar uma foto do grupo que tinha tirado na tarde anterior. Ele o entregou sem pensar. Carolina salvou o número dele e devolveu o aparelho. Mateo olhou para o celular como se tivessem lhe entregado uma chave.

No carro, de volta a Pereira, ela tirou o celular e olhou o novo contato. Mateo já tinha escrito. Cinco palavras: «Quando nos vemos de novo?».

Carolina me olhou. Eu sorri para ela.

— Isso é problema seu — eu disse—. Ou nosso.

O que aconteceu na vez seguinte em que vimos Mateo é outra história. Essa eu conto à parte, outro dia.

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