Minha namorada estendeu a roupa nua e subiu o administrador
A campainha tocou justamente quando ela terminava de estender a roupa. Eu me escondi no quarto e a vi sair para atender sem nada, só com anabelas e um sorriso.
A campainha tocou justamente quando ela terminava de estender a roupa. Eu me escondi no quarto e a vi sair para atender sem nada, só com anabelas e um sorriso.
Usava minissaia, meias pretas e óculos de sol que me impediam de saber quando ela me flagrava. Até que parou de disfarçar e começou a brincar comigo.
O recepcionista piscou para ele ao entregar a toalha. Aquele gesto foi só o começo: em cada sala, um corpo diferente e uma tesão nova o esperavam.
Achei que era um encontro secreto com a prima da minha namorada. O que eu não sabia era que o celular ao lado da cama estava transmitindo tudo ao vivo.
Lucía era a mais recatada do grupo do colégio. Naquela noite, vi-a chegar ao aniversário de minissaia e entendi que a garota da missa de domingo já não era a mesma.
Baixei a luz da sala para que ela não me visse, mas quando o lençol começou a se mexer sob seus quadris, soube que naquela noite eu não ia dormir.
Desceu para o restaurante sem calcinha e sem sutiã. Dizia que não sabia o que estava acontecendo com ela, mas eu começava a entender: naquele dia, iria cruzar todos os limites.
Fui ao show esperando que ele me levasse para a cama. Não imaginei que seria a namorada dele quem me arrastaria ao banheiro depois da terceira música.
Naquela noite desci para pegar um copo d'água e nunca cheguei à cozinha. O que vi nas sombras do canto me deixou imóvel por uma hora inteira.
Quando Bruno levantou os olhos do monitor e viu o chefe olhando para a mãe, soube que tinha duas opções: fazer um escândalo ou ficar calado.
Meus amigos passeavam rindo entre vitrines. Eu parei diante da dela e, pela forma como me devolveu o olhar, soube que aquela noite não era para eles.
Eu morava no beco havia um mês quando fiquei encarregado de fazer o ponche com a casa 207. Não imaginava que a mulher que abriu a porta e o marido dela mudariam meu conceito de desejo naquela mesma noite.
Eu passava dois dias fechando as cortinas para esconder o que fazia. Naquela última manhã, resolvi deixá-las abertas, e a mulher do uniforme ficou parada do outro lado do pátio.
Quando chegamos naquela noite, minha mulher já estava com o plug enfiado. O que não esperávamos era cruzar com um garoto de dezenove anos que mudaria a rotina.
Tínhamos jurado que no playroom seria só sexo oral. Não contávamos com o olhar do homem da cama ao lado, nem com as mãos da mulher dele nas minhas costas.
Quando me inclinei pela janela do carro para ver se minha irmã ainda estava acordada, descobri ele na janela, fumando. E soube que não ia desviar o olhar.
Queria que olhassem para ela. Que a devorassem com os olhos. O que eu não esperava era que um dos desconhecidos do fundo ousasse procurá-la no chuveiro.
Subi ao segundo andar, abri a porta do banheiro principal e lá estava ela, dentro da banheira com o bebê, coberta só por uma fina camada de espuma.
Saí para fumar no escuro e vi: agachado atrás da palmeira, com o olhar cravado na janela onde ela se despia sem saber que estava sendo olhada por dois.
Passamos horas bebendo cerveja em volta da piscina. Quando entrei na casa procurando gelo, os gemidos vinham de dentro e não eram só dela.