Estriei meus brinquedos no banho como ela me pediu
Cheguei da academia pegando fogo, me despi diante do espelho e soube que aquele banho não seria como os outros: tinha um pacote recém-aberto me esperando.
Cheguei da academia pegando fogo, me despi diante do espelho e soube que aquele banho não seria como os outros: tinha um pacote recém-aberto me esperando.
Fechei os olhos acreditando que estava sozinha. Quando senti a sombra na porta, já era tarde para fingir que eu não estava pensando nele.
Achei que tinha a jacuzzi só para mim. Com dois rapazes me observando da sauna, minha imaginação transbordou e minhas mãos seguiram o ritmo.
Prometi a mim mesma não me tocar até chegar em casa, mas entre o trabalho, a academia e um desconhecido bonito demais, meu corpo tinha outros planos.
Nadia levava anos sozinha, treinando para não pensar. O sobrinho era o único que a via como mulher, e naquela tarde de ressaca os dois pararam de fingir.
Aceitei a fantasia do meu marido com uma condição: eu escolheria como, onde e com quem. O que ele não sabia é que eu já tinha alguém em mente.
Fechei os olhos para imaginá-lo me observando. Quando umas mãos me seguraram pela cintura por trás, pensei que sabia de quem eram. Eu estava completamente errada.
Minha mulher já tinha escolhido sua próxima conquista. O que nenhum dos dois imaginava era que o desfecho começaria comigo, a sós com ele, sob a água quente do vestiário.
Naquela noite à beira da piscina, pensei que me esperava só uma dança. Não imaginei que Marina guardava há dez anos uma promessa que nos arrastaria aos dois.
Durante vinte anos fingi que estava satisfeita. Na noite em que parei de fingir, descobri que uma mulher experiente assusta muito mais do que uma novinha.
Ela ria deles, nua e triunfante, certa de que os tinha usado. Não viu o ódio crescer nos olhares deles até ser tarde demais.
Deitei nu na maca de propósito, sem me cobrir, só para ver o que ele faria quando entrasse com o óleo quente.
Entrei no vestiário sem pensar e saí com as pernas tremendo, olhando para aquelas mulheres nuas como nunca havia olhado para ninguém na vida.
Lorena vinha flertando com minha mulher em cada encontro da academia havia anos. Naquela noite, com o clima aceso, a brincadeira deixou de ser brincadeira enquanto eu via tudo da poltrona.
Desci do ônibus com a cabeça quente e as calças apertadas. Sabia por que ia ao baldio, mas não que sairia fodido três vezes seguidas.
Diego sempre me deixava duro e eu o evitava por causa do meu namorado. Até que naquela tarde ele me levou pra sauna da academia e eu entendi que não ia conseguir continuar mentindo pra mim mesmo.
Estávamos separados há seis anos, mas aquele baby doll na vitrine me levou de volta a uma manhã qualquer e a um vídeo que eu tinha esquecido numa pasta perdida do computador.
Eu sempre treinava sozinha, em silêncio, sem olhar para ninguém. Ele passou três meses me olhando, e eu descobri quando já era tarde demais para sair.
Quando o vi entrar no dark room atrás de mim, soube que a noite não terminaria na minha cama. Ele tinha o corpo que só se vê em revista.
Estávamos fazendo abdominais e então eu o vi. Não era meu filho naquele momento, era um homem. E esse pensamento me perseguiu por dias.