A amiga do colégio que eu sempre quis seduzir
Desde os quinze anos, guardei em silêncio a vontade de beijá-la. Agora, sentada à minha frente com aquele sorriso de sempre, eu não pretendia deixar passar a chance outra vez.
Desde os quinze anos, guardei em silêncio a vontade de beijá-la. Agora, sentada à minha frente com aquele sorriso de sempre, eu não pretendia deixar passar a chance outra vez.
Senti uma mão no quadril e uma boca no ouvido: «Você cheira incrível». Quando me virei, era ela, a garota com quem minha amiga tinha vindo flertar.
Marcamos as três na última quinta-feira de dezembro, com a desculpa de despedir o ano. Nenhuma disse em voz alta o que realmente íamos fazer.
Carla não conseguia tirar os olhos dela enquanto treinava. Cada gota de suor nas costas de Daniela acendia algo que ela nunca tinha sentido por outra mulher.
Eu a segui nas redes para me vingar da minha ex, mas acabei desejando ela. Meses depois a vi no meio do público e soube que dessa vez não a deixaria ir.
Seis anos fingindo que nada acontecia cada vez que se encostavam. Numa noite de cidade adormecida, nenhuma das duas quis continuar fingindo.
Renata passava a loção bronzeadora nos meus seios quando me perguntou se eu já tinha tido uma amante. Corei como uma menina. Disse que não.
Nunca tinha pensado em Nora dessa maneira, até ela se roçar em mim no bar e eu entender, pelo sorriso dela, que ela já pensava nisso há muito tempo.
Mara cobriu os olhos dela e pediu silêncio. O que sua melhor amiga fez depois com a língua cruzou para sempre a fronteira do que elas eram.
Quando ela me confessou o favor que queria me pedir, achei que estava brincando. A melhor amiga dela estava destruída, e Lorena decidiu que eu era a cura.
Carla contornou a mesa devagar, parou atrás de Marina e pousou as mãos sobre seus ombros. Ninguém naquele jantar imaginava terminar a noite como começou.
Estávamos despenteadas e sem maquiagem quando Daniela me lembrou daquela vez. Não imaginei que, antes do anoitecer, eles estariam nos olhando da porta entreaberta.
Disse ao meu marido que só iríamos tomar uns drinks com outro casal. Na verdade, eu já vinha planejando há dias o que acabaria acontecendo naquele apartamento.
Eu estava com três potes de aloe vera no corpo e nem um centímetro de pele sem queimadura quando o namorado da minha colega entrou com a chave e me encontrou nua no sofá.
Estávamos sozinhas na areia, nuas e excitadas, quando descobri que dois rapazes nos espiavam das pedras. Romina só me perguntou se eu queria continuar.
Desci para a piscina de lingerie só para provocá-lo. Não imaginei que naquela mesma noite acabaria implorando para ele não tirar de dentro de mim.
O que começou como uma massagem paga num motel de interior virou algo que minha amiga e eu juramos nunca contar a ninguém.
Toca uma balada antiga no rádio e eu paro de ouvir a letra. Começo a ver outra coisa, uma cena que eu não deveria contar, mas confesso mesmo assim.
Daniela passou anos calando o que sentia pela melhor amiga. Numa noite no terraço, uma única palavra — desafio — lhe deu a desculpa que nunca ousou buscar.
Saí do banho achando que ninguém tinha visto. Naquela mesma noite descobri no celular dele que alguém tinha gravado cada gemido da cabine ao lado.