A armadilha que preparei para o melhor amigo do meu marido
Saí do banheiro envolta só numa toalha e atravessei a sala devagar, sabendo que os olhares dos dois homens me seguiriam até o quarto.
Saí do banheiro envolta só numa toalha e atravessei a sala devagar, sabendo que os olhares dos dois homens me seguiriam até o quarto.
Entre a fumaça e os gritos do público, Soledad já não sabia onde terminava ela e começava a filha. Só sabia que não queria que aquela noite acabasse nunca.
Voltei ao chalé pensando que tudo tinha acabado, e encontrei a piscina cheia de corpos, copos pelo chão e a pantera me esperando na água com um sorriso que dizia tudo.
Estava há horas deitada sobre a toalha, com o sol baixando, e cada vez que achava que tinha terminado alguém novo se ajoelhava ao meu lado com outra ideia.
Quatro mulheres, nove homens e uma cabana com piscina. Entrei na van sabendo que algo ia acontecer, mas não que eu ia me entregar a todos sem pensar duas vezes.
Criei o anúncio em segredo, escolhi os candidatos um a um e reservei a suíte. Só faltava ela cruzar aquela porta e descobrir seu verdadeiro presente.
Minha mulher desceu ao banheiro do avião atrás da aeromoça e voltou despenteada, com uma confissão que me deixou duro e com vontade de muito mais.
Na cafeteria, elas se lançaram um desafio entre risadas: cada uma escolheria um homem naquela mesma tarde. Nenhuma imaginou que a aposta terminaria na mesma cama.
Iván e Lucía eram os novos do prédio, os mais jovens, os que ainda estavam aprendendo. Naquela noite, mostramos que no nosso grupo ninguém ficava na vontade.
O táxi me deixou diante de um portão enorme e um segurança me esperava. Eu ainda não sabia que naquela noite deixaria de ser uma convidada para virar o jogo.
Cheguei àquele apartamento pensando em uma taça de vinho e uma conversa. Não imaginei que naquela tarde eu me entregaria a três homens ao mesmo tempo.
Voltamos a nos encontrar um ano depois daquela viagem, e desta vez Marina trouxe um convidado que não sabia nada do que íamos fazer naquela casa à beira do lago.
Juramos cem vezes que nada aconteceria com eles. Juramos até nos convencer. E então nos chamaram ao quarto deles e ela estava nos esperando nua.
Dormimos nuas ao sol, e quando abrimos os olhos quatro pares de olhos jovens nos observavam da beira da piscina.
Quando soou o tiro do Marechal, soube que aquela seria nossa última noite. O que eu não imaginei foi no que a festa se transformaria quando as luzes se apagassem.
Cinco homens, um ônibus vazio e uma rota que saiu do caminho. Reconheci cada rosto e soube que naquela noite não chegaria cedo em casa.
Entro com a saia mais curta que tenho e o salto alto. Eles já estão no sofá, me esperando com as mãos prontas. E eu, nervosa, me sento bem no meio.
Quando a cidade inteira dormia a sesta, Camila se pôs no meio da rua vazia, mordeu o lábio e nos perguntou qual dos cinco se animava primeiro.
Achei que seriam só mais umas fotos. Não imaginei que as mãos dos três acabariam me percorrendo ao mesmo tempo, nem que eu me deixaria levar sem pensar no meu marido.
Eu vinha remoendo a ideia havia semanas, mas nada me preparou para o que senti quando as primeiras mãos desconhecidas roçaram minha pele na escuridão.