A fantasia que esse casal me confessou em sua casa de campo
Dirigi por duas horas até uma casa de pedra no meio do nada. Não sabia que naquela noite deixaria de ser apenas um convidado para me tornar a fantasia deles.
Dirigi por duas horas até uma casa de pedra no meio do nada. Não sabia que naquela noite deixaria de ser apenas um convidado para me tornar a fantasia deles.
Cheguei como acompanhante de um colega, sem convite próprio. Três horas depois eu estava trancado no ático com duas estrelas pornô e sem vontade de sair.
Ontem fui para a cama com minha ex-mulher, e foi de longe a coisa mais sensata que fiz a semana inteira. O que aconteceu nos outros quatro dias eu não devia contar, mas aqui estou.
Não havia ondas, nem brisa, nem um único motivo para sair da toalha. Até que ela se ergueu, olhou para os dois e disse o que nenhum ousava pensar em voz alta.
Iván alugou a casa à beira-mar para surpreender Marina. O que ele não contou é que naquela noite seu segredo mais guardado se sentaria no sofá, entre os dois.
Saí do banheiro enrolado numa toalha e travei na porta: eles já tinham começado sem mim, e naquela noite não ficou uma única linha por cruzar.
Cheguei com duas garrafas de champanhe para quebrar o gelo, mas foi Marina quem assumiu o controle desde o primeiro beijo e deixou claro que, naquela noite, mandava ela.
Marina achava que seria um ménage clássico, ela no centro. Até ver seus dois amigos héteros se olhando de um jeito que mudou tudo.
Avisei pelo chat que sairia vestida de homem, mas que entraria no hotel feita toda uma mulher. O que não contei foi o quanto eu desejava aquela noite.
Tinham se passado duas semanas desde o terraço. Nesta noite ninguém pensava em frear, e o primeiro «verdade ou desafio» mudou tudo.
Chegamos ao motel como sempre, mas dessa vez ela tinha algo diferente no olhar e uma promessa guardada que eu nem imaginava que estivesse disposta a cumprir naquela tarde.
Naquela tarde, eu só queria corrigir uns esboços num terraço. Acabei bebendo com eles e, semanas depois, muito mais que conversando.
Três gin-tônicos, dois colegas que eu mal conhecia e um sofá. O que começou como uma conversa de escritório virou a noite mais inesperada da minha vida.
Conheciam-no como o velho bonachão da esquina, o que cumprimentava todo mundo e nunca levantava a voz. Bastou uma tarde a portas fechadas para descobrir o homem que ele realmente era.
Dirigi até o barranco decidido a acabar com tudo. O que encontrei na água gelada da lagoa me devolveu a vontade de viver — e algo que jamais imaginei.
Acordei ao amanhecer com o barulho vindo do quarto deles. A porta estava entreaberta, e o que vi me deixou paralisado no corredor, nu e sem poder me mover.
Ela saiu no meio da manhã e o apartamento ficou em silêncio. Só restamos eu e ele, e aquilo que a noite anterior tinha despertado já não podia mais ser ignorado.
Era julho e nós dois suávamos. Eu estava nessa havia pouco tempo e ainda tinha muito a aprender, mas naquela noite a mulher me observava da cadeira como se eu fosse o prato principal.
Ela estava tão nervosa que mal sustentava meu olhar. Ele queria me provar pela primeira vez. Eu só precisava cuidar dos dois até o medo passar.
Achavam que tinham tudo sob controle até que algo quebrava. Eu estava lá, olhando e participando, aprendendo onde ficava a linha que eu não queria cruzar.