Minhas namoradas sempre foram cantoras por um motivo
Se nunca te fizeram um boquete de verdade, você não sabe do que estou falando. E não, não me refiro a gozar na boca dela. Vou te contar o segredo que descobri por acaso.
Se nunca te fizeram um boquete de verdade, você não sabe do que estou falando. E não, não me refiro a gozar na boca dela. Vou te contar o segredo que descobri por acaso.
Achávamos que estávamos sozinhos na enseada escondida, até eu notar que aqueles três não tiravam os olhos de nós. E isso nem incomodava a gente.
Ela limpava a varanda de calcinha e quase nada mais, sem saber que dois homens a espionavam do prédio em frente. E, para mim, vê-la desejada me enlouquecia.
Eu tinha entrado na torre para cobrar uma velha dívida. O que eu não esperava era ficar imóvel atrás da cortina, prendendo a respiração, incapaz de desviar o olhar.
Ela me disse que, se eu quisesse o cu dela, teria de merecer. O que eu não esperava era que aparecesse no meu prédio na noite de Ano-Novo, com uma maleta e uma ordem.
Eu a observava de soslaio havia semanas na escada. Na tarde em que cheguei em casa e a encontrei no meu sofá, descobri que o desejo não entende de rótulos.
Fechei os olhos, ergui a bunda e esperei ouvir sua voz. Eu não queria lingerie nem flerte: só me encontrar nua e pronta para que ele cumprisse sua promessa.
Faltavam duas horas para a videochamada e meu corpo já tremia. Eu não ia me tocar nem uma vez; bastava escrever o que ele queria que eu fizesse comigo.
Olhei-me no espelho, mordi o lábio e soube que aquela foto traria consequências. Não demorou nem três minutos para a chave girar na minha fechadura.
Tem manhãs em que acordo molhada, com os mamilos duros e um único pensamento fixo. Começou mais uma das minhas semanas de cio e ninguém em casa imagina o que escondo.
Coloquei a máscara, dei as ordens e deixei que ela se entregasse sem saber quem a tocava. O que veio depois superou qualquer fantasia que tivéssemos imaginado.
Ela subiu ao palco com um vestido vermelho e uma voz impossível. Não imaginava que cantar tão bem seria a armadilha com que seu produtor a prenderia para sempre.
Subi no catamarã para me perder do mundo por um instante. Nunca imaginei que terminaria nua, cercada, e que seria eu a não querer que parasse.
Há meses falávamos nisso e nunca criávamos coragem. Até que um casal nos chamou para o spa liberal numa tarde de maio, e Sofía atravessou aquela porta antes de mim.
Atravessei a sala com o coração disparado, me ajoelhei ao lado dela e soube que, depois daquela noite, minha mãe deixaria de me ver como a caçulinha da casa.
Quatro homens, dois buracos na parede e uma única regra: eu não podia saber quem era quem. Só suas picas iam entregá-los.
Ela ria deles, nua e triunfante, certa de que os tinha usado. Não viu o ódio crescer nos olhares deles até ser tarde demais.
Só havia uma coisa que eles tinham proibido, e era justamente a única que eu desejava enquanto me usavam durante um mês inteiro.
Bêbada e arrasada depois de perder o emprego, eu disse sim aos flertes dela. «Só cinco minutos no banheiro», ela prometeu. Não imaginava até onde ela ia chegar.
Viúvo, fora de moda e sozinho, Rodrigo só queria sair um sábado. Não esperava que o desconhecido do balcão lhe propusesse algo que ele nunca tinha imaginado.