Fui fazer cruising e acabei nu no corredor
Acordei duro, resolvi não me fazer a punheta de sempre e fui para o cruising. O que eu não imaginava era acabar de joelhos, com três paus ao redor do rosto.
Acordei duro, resolvi não me fazer a punheta de sempre e fui para o cruising. O que eu não imaginava era acabar de joelhos, com três paus ao redor do rosto.
Eu vinha fantasiando há meses em ficar com uma garota trans. Nessa noite, no banco do carona, ela sussurrou no meu ouvido que tinha percebido como eu a olhava.
Ele me pediu para não me lavar antes de ir. Achei que fosse só mais um capricho, mas naquela noite descobri até onde podia chegar a minha própria vergonha.
Ela me disse que nunca havia contado isso em voz alta, que durante anos foi só uma fantasia guardada. Nessa tarde, enfim, deixou um desconhecido fazer o que quisesse com ela.
O cadeado se abriu com um estalo seco e ela soube, antes de sair da jaula, que ele voltava com o cheiro de outra mulher grudado na pele.
A primeira noite na cela 118 bastou para ele entender que já não era dono do próprio corpo, mas uma posse a mais do homem do beliche de baixo.
A bunda oferecida dela, o chicote ainda sem uso na minha mão e ela implorando que eu começasse. Mas o prazer do amo é outro: fazê-la esperar até que medo e desejo se confundam.
Enquanto ele fervia o chá, os dois homens amarrados à mesa começavam a entender que naquela noite ninguém sairia daquela sala como entrou.
Quando abri o presente de Reis e vi um vale para uma massagem com Pilar, ri. Eu não sabia que minha mulher vinha planejando havia meses exatamente o que aconteceria.
Havia uma porta fechada ao lado do quarto de Bárbara. Abri por curiosidade, sem saber que naquela mesma tarde eu terminaria amarrado lá dentro.
Tirei a rola fingindo mijar sob a árvore, esperando ver se aquele desconhecido se atrevia a se aproximar na penumbra do parque.
Nós tínhamos falado mil vezes em sussurros e eu nunca achei que aconteceria. Mas naquela noite ela se ajoelhou no meio do quarto e eu só pude me sentar para olhar.
Marquei de vê-lo pelo app em vinte minutos. Não imaginei que naquela mesma noite um desconhecido ia decidir por mim o que meu corpo faria e para quem eu o entregaria.
Achei que teria a casa toda para mim. Quando ouvi aquela voz grave atrás de mim, soube que meu segredo tinha acabado de ser descoberto.
As correias apertavam quanto mais eu puxava. Eu estava amarrada, vendada e encharcada na minha própria cama quando a porta do quarto se abriu e ouvi duas vozes.
Minha mãe se levantou da cadeira, me beijou na boca e, sem dizer nada, enfiou a mão debaixo do meu pijama. Só então entendi o que meus pais tinham combinado durante a noite.
Marcos me deixou passar primeiro, como um cavalheiro com o sorriso torto. Lá dentro, sobre uns caibros, dois desconhecidos me olhavam com a mão já no zíper.
Cheguei às duas da manhã com a boca seca e uma única ideia na cabeça: naquela noite eu não colocaria limite nenhum, acontecesse o que acontecesse entre os pavilhões.
Eu já tinha tentado antes e só sentira dor. Numa noite de hotel com um desconhecido, descobri o quanto eu estava enganada.
Eu gostava de me sentir olhada, desejada, escolhida entre todas. Nessa noite um homem do campo me tirou da pista e me levou a um lugar sem volta.