Nosso primeiro ménage no Rio tinha uma surpresa
A carioca se sentou entre eles como se a noite fosse dela. «Suaves ou dos que quebram?», perguntou. Nenhum dos dois imaginava o que ainda havia para descobrir.
A carioca se sentou entre eles como se a noite fosse dela. «Suaves ou dos que quebram?», perguntou. Nenhum dos dois imaginava o que ainda havia para descobrir.
Quando Lorena deixou o vestido cair no chão e ficou nua diante dos quatro, eu soube que naquela noite não íamos impor limite nenhum.
“E não te importa que ela tenha pau?”, soltou o primo antes de nos apresentar. Respondi que primeiro queria conhecê-la. Na mesma noite, terminei de joelhos aos pés dela.
Sentado no sofá, com o uísque na mão, entendi que já não precisava participar: me bastava olhar enquanto outro fazia o que eu tinha deixado de fazer.
Pratiquei diante do espelho durante semanas. Na noite em que coloquei o vestido na mochila, soube que não havia mais volta: daquela vez seria de verdade.
Uma mão paciente saía de entre as grades e me acariciava a barriga sem pressa. Meu marido soltou um botão da minha camisa para abrir caminho.
Cruzei a porta da suíte esperando encontrar uma mulher assustada. Não imaginei o que ela escondia sob aquela saia longa, nem a vontade com que pensava me mostrar.
Eu tinha dado permissão para que nos olhassem. O que eu não esperava era que ela mesma puxasse a cortina e afastasse minha mão para colocar a dela.
Quando eles entraram de novo, Noa já vinha nua e Andrés a segurava por trás. Eu soube que nenhum dos cinco dormiria sozinho na própria cama naquela noite.
Três homens, uma única mulher no centro da cama e uma regra que todos respeitavam. Nessa noite, Noelia descobriu algo que a uniu a um deles para sempre.
Aceitei a pauta achando que era só mais um trabalho. Não sabia que aquele homem do calendário ia entrar debaixo da minha pele e virar impossível de esquecer.
Quando a professora de Tobías me deu o número pessoal dela «se surgisse algo urgente», eu soube que aquilo não tinha nada a ver com as notas do meu filho.
Um cano estourado nos obrigou a dormir juntos, os homens no mesmo quarto. Toni de um lado, eu do outro, e entre nós, Sergio... que não dormia tão profundamente quanto pensávamos.
Ter uma rola no cu e outra na boca não era meu plano para um sábado. Mas entrei na sauna, cruzei dois olhares e tudo mudou.
Tinha vinte e um anos, um ano desastroso nas costas e uma vontade louca de que alguém me fizesse esquecer. Numa tarde de junho, uma mensagem diferente mudou tudo.
Atravessamos o oceano para celebrar nossos vinte e um anos com eles. Quando descemos para a sala vestidos, os dois nos esperavam de pé, e entendi que nada seria como antes.
Ele morava a três portarias da minha e só queria ver pornô e se tocar comigo. O que descobri sobre ele naquela tarde mudou tudo entre nós.
Nessa noite, coloquei a calça cor da pele, a jaquetinha dourada e a peruca de melena. Eu não imaginava que a fantasia iria provocar o que provocou.
O amanhecer encontrou seus corpos nus sobre os lençóis amarrotados. Mateo abriu os olhos e tentou reconstruir, hora por hora, como aquele desconhecido havia chegado à sua cama.
Llevábamos siglos odiándonos y queriendo matarnos. Lo que no esperaba era acabar con su polla hasta el fondo mientras el coche se caía a pedazos debajo de nosotros.