Minha namorada topou experimentar com meus amigos naquela noite
Eu escondia há anos uma parte de mim. Na noite em que contei isso a ela, não imaginei que acabaria perguntando se faríamos juntos com vários.
Eu escondia há anos uma parte de mim. Na noite em que contei isso a ela, não imaginei que acabaria perguntando se faríamos juntos com vários.
Achei que ia só conhecer uma mulher mais velha. Quando entendi o que realmente esperavam de mim, eu já estava nu no quarto dela e não havia volta.
Na viagem até o apartamento, o motorista me passou o celular com uns vídeos. O que veio depois não estava nos meus planos e eu nunca tinha feito com outro homem.
Pensei que fosse um dildo. Quando ela tirou minha venda e vi o espelho, entendi que vinha me preparando havia meses para algo bem diferente.
Meu chefe me apresentou ele entre risadas, como se fosse uma piada interna. Sete dias depois, aquele homem me tinha inclinado sobre a minha própria mesa.
Passei meses beijando-a às escondidas sem que nada além disso acontecesse; naquela tarde, com a garrafa quase vazia, foi ela quem me arrastou até a janelinha do motel.
O calor do verão apertava, a piscina ia esvaziando. Os olhares delas se cruzaram mais uma vez do que o necessário, e as duas souberam que naquela noite não iam voltar sozinhas para casa.
Cheguei primeiro ao quarto, de boné e óculos, e me sentei na beirada da cama sem saber o que ia fazer quando aquele desconhecido tocasse a porta.
As duas taças de vinho sobre a mesa de centro e a luz suave do quarto me avisaram que naquela noite eu veria algo que jamais deveria ter visto.
Faz anos que eu não via Mateo, o pai de Diego. Quando o encontrei naquela tarde, não imaginei que acabaria no sofá dele com uma sunga vermelha emprestada e a respiração ofegante.
Quando Sebastián entrou no meu apartamento, achou que era o rei da noite. Não imaginava que, na minha bolsa, havia algo capaz de inverter os papéis antes do amanhecer.
Minha esposa queria me ver sendo fodido, não o contrário. O que descobri naquela noite na suíte do hotel ainda me obriga a me perguntar coisas que não ouso responder.
Eu estava havia um mês sem tocar em ninguém quando ele apareceu no meu corredor com uma calça esportiva que deixava pouquíssimo para a imaginação. E eu estava de cueca.
Subi no avião com o pau duro, como todos os dias desde que me entendo por gente. O que eu não imaginava era que aquela sacerdotisa mudaria minha vida numa única noite.
Eu estava com a boca cheia dele quando ouvi a porta. E então ela apareceu, com aquele meio sorriso que sempre soube me dizer tudo sem abrir a boca.
Às três da manhã, com o vento gelado batendo na barraca, eu me enfiei sob a manta dele sem pedir permissão. Mauri não se mexeu, mas eu sabia que ele não estava dormindo.
Desci para o banheiro com os saltos na mão e ainda sem entender o que seria um dia inteiro saindo como Luna ao lado de Bruno por aquele vilarejo.
Quando emprestei o slip vermelho a Bruno naquela manhã, não imaginei que meu vizinho viria nos buscar e que a trilha até o rio terminaria em algo que nunca tínhamos feito.
Subi no elevador de salto e peruca, rezando para não cruzar com ninguém. Ele abriu de roupão e me chamou de puta antes de eu dizer oi.