O encontro no hotel que eu não consegui esquecer
Faziam três meses que eu não ficava com ninguém, e quando o vi entrar no lobby eu soube que aquela noite seria diferente. Não me enganei.
Faziam três meses que eu não ficava com ninguém, e quando o vi entrar no lobby eu soube que aquela noite seria diferente. Não me enganei.
Fui ao aeroporto com um vestido vermelho apertado demais e um segredo entre as pernas. Naquela noite, o vermelho entrou na nossa pele, na nossa boca, em tudo.
Eu caminhava sem rumo quando ele ergueu o rosto do segundo andar e sustentou meu olhar como se soubesse, antes de mim, que acabaríamos enroscados nos lençóis dele.
Valentina viu o volume sob o shorts e não o ignorou. Levantou-se, olhou em volta para confirmar que a sala estava vazia e se aproximou devagar.
Reservei a cabine só para mim, mas o Danúbio tem um jeito de dissolver fronteiras que nenhum mapa consegue prever.
Bruno levaria meus pais para a cidade e eu ficaria sozinha. O que ninguém esperava era que a sobremesa de domingo terminasse assim.
Eu vinha há semanas com uma necessidade insuportável de ser possuída. Numa noite, decidi agir: me maquiei, me vesti para provocar e fui ao encontro de um desconhecido muito bem-dotado.
Chegou em casa duas horas antes do previsto e a encontrou no quarto, de olhos fechados e a mão entre as pernas. Foi nesse momento que tudo mudou.