Pular para o conteúdo
Relatos Ardientes

O encontro no hotel que eu não consegui esquecer

3(37)

Tenho 29 anos, sou morena com o cabelo longo e escuro, e tenho um corpo do qual nunca reclamei demais: peitos grandes, cintura marcada e uns quadris que já me trouxeram algum problema de vez em quando. Não sou o tipo de mulher que aparece em capa de revista, mas também não sou o tipo que passa despercebida quando entra em um lugar.

Eu o conheci por um aplicativo de namoro, como tantas coisas hoje em dia. Já fazíamos quase duas semanas que trocávamos mensagens antes que nenhum dos dois propusesse algo mais concreto. Sebastián era um homem grande: alto, corpulento, com uma presença nas fotos difícil de ignorar. Não era meu tipo habitual, ou era o que eu mesma dizia. Mas havia algo na forma como ele escrevia que me deixava curiosa. Direto sem ser grosseiro, seguro sem soar arrogante. Ele me fazia perguntas de verdade e prestava atenção nas respostas.

O encontro foi marcado em um hotel no centro, numa sexta-feira de outubro em que o ar já começava a ter aquele corte gostoso que anuncia o inverno. Cheguei dez minutos antes e fiquei no lobby fingindo checar o celular, olhando notificações que não me importavam, com o coração batendo mais rápido do que eu gostava de admitir. E, pra que mentir: com a buceta já um pouco úmida só de pensar no que ia acontecer.

Eu o vi entrar pela porta giratória.

Ele era exatamente como nas fotos, talvez até mais imponente ao vivo. Me cumprimentou com um beijo no rosto que durou um segundo a mais, e esse segundo foi suficiente para o nervosismo sair e a expectativa entrar. Suas mãos enormes na minha cintura me deram a medida do que vinha pela frente.

— Já tem o quarto? — perguntou.

— Está pronto — disse.

Subimos no elevador quase em silêncio. Ele perguntou se eu tinha tido um bom dia. Eu disse que sim. Ele me olhou de lado com um meio sorriso que nem tentou disfarçar, os olhos descendo por um segundo até meu decote e voltando pro meu rosto sem esconder nada. Eu olhei para o painel de números aceso até chegarmos ao quarto andar, apertando as coxas uma na outra porque já sentia como ia ficar molhada.

O quarto era simples e confortável: cama de casal com cabeceira de madeira, uma janela dando para os telhados da cidade, um abajur com luz quente na mesinha de cabeceira. Mal ouvi o clique da fechadura e ele virou para mim, pôs uma mão na minha nuca com delicadeza e me beijou.

Não foi um beijo que pedisse permissão. Foi um beijo que já sabia a resposta.

Abri a boca e me deixei levar, com as palmas apoiadas no peito enorme dele, sentindo a solidez do corpo sob o tecido da camisa. A língua dele entrou na minha boca com uma autoridade que me fez gemer contra os lábios dele, e notei a outra mão descendo direto para a minha bunda, agarrando-a inteira com uma só palma e apertando até me colar nele. Senti o volume duro do pau dele através da calça cravando no meu ventre. Ele cheirava bem. Isso sempre importa mais do que as pessoas admitem.

Ele tirou meu casaco primeiro, largando-o na cadeira da escrivaninha. Depois a blusa, botão por botão, sem pressa, mas sem hesitação alguma também. Quando chegou ao sutiã, abriu-o com uma só mão, e eu soltei uma risada que não tinha planejado.

— O quê? — perguntou, me olhando.

— Nada — disse—. Só que impressiona um pouco.

Ele aceitou como o elogio que era. As mãos dele eram grandes de um jeito difícil de descrever com precisão: quando cobriu um dos meus peitos com a palma, abraçou inteiro; e quando se inclinou e aproximou a boca, senti o calor direto da língua dele e minhas pernas falharam o suficiente para eu ter que me agarrar aos ombros dele. Ele chupou meu mamilo com fome, alternando a língua com uma sucção lenta que me fez arquear as costas e soltar um gemido que eu nem tentei esconder. Mordeu de leve, soltou, cuspiu por cima e voltou a chupá-lo, e eu já tinha a buceta encharcada contra a costura da calça. A outra mão subiu por baixo da minha saia, puxou minha calcinha para o lado de uma vez e enfiou dois dedos de supetão.

— Porra, como você está molhada — murmurou contra meu peito.

— Passei a tarde toda assim — admiti, com a voz quebrada.

Ele começou a me foder com os dedos devagar, curvando-os dentro de mim, me fazendo chorar de tão molhada. O polegar roçava meu clitóris em círculos lentos. Fazia exatamente três meses que eu não ficava com ninguém. Três meses em que eu tinha dito a mim mesma que não precisava. Naquela noite entendi que eu tinha mentido.

Ele me guiou até a cama e eu sentei na beirada enquanto ele ficou em pé na minha frente. Não esperei que me pedisse nada. Ajoelhei-me no tapete.

Desabotoei o cinto dele, depois o botão, depois baixei o zíper com calma. Quando baixei a cueca boxer e vi o pau, parei por um momento. Ele estava na altura dos meus olhos, grosso, longo, com a veia do dorso marcada e a glande inchada e brilhante. Engoli em seco sem querer.

Comecei pela base, passando a língua para cima por todo o comprimento sem usar as mãos, só sentindo o peso e o calor na língua. Lambi os ovos um a um, chupei-os inteiros dentro da boca enquanto segurava o pau com uma mão e o sacudia devagar. Ele soltou o ar pelo nariz e os dedos se enroscaram suavemente no meu cabelo. Subi outra vez pelo comprimento, devagar, e cheguei à ponta. Peguei-a entre os lábios, sugando com cuidado, saboreando o calor e a tensão. O gosto era limpo, salgado na ponta, onde já despontava a primeira gota de pré-gozo. Gostei. Engoli tudo.

Comecei a me mover, engolindo-o cada vez mais fundo, ouvindo a respiração dele mudar de ritmo. Eu não tinha pressa. Gostava daquele momento em que o outro ainda não sabe quanto mais consegue aguentar. Sentia o pau dele endurecer ainda mais dentro da minha boca, a glande roçando o meu palato e a saliva me enchendo os cantos da boca enquanto eu o chupava com insistência, percorrendo-o da base à ponta e recomeçando, de novo e de novo. Eu o tirava inteiro, cuspia um bom fio de saliva por cima e voltava a engoli-lo até a garganta fechar e meus olhos se encherem de lágrimas.

Os dedos dele me guiavam sem forçar. Marcavam o ritmo com uma pressão suave na minha cabeça que eu seguia sem resistência. Fiz com que babasse um pouco mais, de propósito, deixando a saliva escorrer pelo meu queixo e cair nos ovos dele. Levei os ovos à boca outra vez, molhando-os inteiros, enquanto o punhetava com a mão no pau escorregadio. Ele baixou os olhos e me encarou, e aquele instante de contato visual naquela posição — eu de joelhos, com a boca cheia do pau dele e o rosto encharcado — teve algo que me arrepiou e me fez apertar as coxas.

— Sobe — disse, com a voz rouca—. Se continuar assim, vou gozar na sua boca antes da hora.

— Não me importaria — disse, tirando-o da boca por um segundo para falar.

— Deixa pra depois — respondeu, e me ergueu pelo cabelo com firmeza.

Levantei-me e o beijei enquanto as mãos dele baixavam minha calça e a roupa íntima ao mesmo tempo. Ele me ajudou a tirar as botas com uma desajeitação que me pareceu honesta, e nós dois rimos. Quando fiquei completamente nua, ele me olhou de cima a baixo sem disfarçar, parando nos peitos, na buceta depilada, nos quadris.

— Porra — disse —. Você está uma delícia.

Ele me empurrou para trás sobre a cama. Abriu minhas pernas com as duas mãos, segurando minhas coxas com aqueles dedos enormes, e se inclinou. A primeira lambida foi longa, do cu até o clitóris, sem pausa, e me escapou um gemido tão alto que tive que morder a mão. Ele chupou minha buceta como se estivesse esperando aquele momento há meses. Enfiava a língua inteira, tirava, chupava os lábios um a um, me enterrava dois dedos enquanto a língua se concentrava no clitóris. Eu me retorcia contra a boca dele, agarrava a cabeça dele com as duas mãos e esfregava minha buceta no rosto dele sem nenhum pudor.

— Vou gozar — avisei —. Porra, vou gozar agora.

Ele não parou. Acelerou. Gozei na boca dele com um estremecimento que arqueou meu corpo inteiro, e ele ficou ali lambendo, bebendo tudo o que descia, até eu me contorcer demais e precisar afastar a cabeça dele.

Ele se sentou na cama e eu me posicionei em cima dele, ainda tremendo. Para ficar confortável, precisei abrir mais as pernas do que o normal. Peguei o pau dele com uma mão e o apoiei na minha entrada, esfregando a glande nos meus lábios encharcados, contra o clitóris, besuntando-o inteiro com meus fluidos. Me abaixei devagar.

A sensação daquele primeiro momento — quando o corpo ainda não decide se vai se abrir ou se conter — é algo que eu não consigo descrever bem com palavras. Parei no meio, respirei fundo e continuei descendo até tê-lo inteiro dentro de mim, até sentir os ovos batendo na minha bunda.

— Meu Deus — murmurei—. Que pau grande o seu.

— Está bom? — perguntou.

— Muito bom — disse—. Não se mexe ainda. Deixa eu sentir.

Fiquei quieta alguns segundos, me acostumando ao tamanho, sentindo a buceta ceder por dentro, se acomodar ao redor do pau dele, me enchendo por inteiro. Depois comecei a me mover para cima e para baixo em ritmo lento. Ele me segurava pela cintura com as duas mãos, sem me guiar, só acompanhando. De vez em quando apoiava a testa no meu ombro e expirava contra a minha pele, enquanto eu deslizava sobre ele, sentindo cada centímetro entrar e sair, me molhando mais a cada subida, ouvindo o barulho úmido e obsceno que minha buceta fazia toda vez que ele me empalava inteira de novo.

Agarrrei a cabeça dele e enfiei um peito na boca dele. Ele chupou com fome enquanto eu acelerava o ritmo, cavalgando-o mais forte, deixando que meus quadris batessem nos dele, sentindo o pau dele me alcançar até o fundo.

Depois de um tempo, fiquei quieta com ele dentro de mim e o apertei. Consigo controlar bem essa musculatura, e quando fiz isso ouvi um som baixo na garganta dele que me satisfez de um jeito muito específico.

— Como é que você faz isso, porra? — murmurou.

— Prática — disse —. Gostou?

— Porra, sim.

— Então olha isso.

Repeti aquilo várias vezes, apertando e soltando, ordenhando o pau dele com os músculos da buceta enquanto o olhava nos olhos. Ele reagia com aquela expressão de quem tenta manter o controle e vai perdendo a batalha aos poucos. Eu subia e descia com mais decisão, marcando o ritmo com os quadris, sentindo o pau dele me preencher por completo e cada golpe úmido contra o meu interior arrancar outro suspiro. Meu corpo inteiro chacoalhava; minhas coxas começavam a arder, mas eu não queria parar. Agarrei as mãos dele e coloquei nos meus peitos, e ele apertou forte, beliscando meus mamilos entre o indicador e o polegar enquanto eu me fodia em cima dele.

***

Depois ele me colocou de quatro.

Deitei de barriga para baixo sobre a cama e ergui os quadris, oferecendo a bunda. Ele se ajoelhou atrás de mim, me deu algumas palmadas em cada nádega — fortes, sonoras, deixando minha pele queimando — e abriu minha buceta com dois dedos. Antes de enfiar, cuspiu por cima, um bom fio de saliva que escorreu até o meu cu, e me entrou de uma só vez, até o fundo, sem preâmbulo. Era exatamente isso que eu queria.

— Porra, assim — gemi contra o travesseiro.

As mãos dele nos meus quadris apertavam forte, sem me machucar, mas sem fingir delicadeza também. As estocadas eram lentas e profundas, com uma força sustentada que me empurrava para frente na cama e me obrigava a me agarrar ao travesseiro para não me mover. Toda vez que entrava até o fundo, os ovos dele rebatem contra o meu clitóris, e o som das nossas peles se chocando enchia o quarto inteiro. Comecei a fazer barulho. Não muito — havia outros quartos no corredor —, mas o suficiente para ele saber o que estava provocando.

— Mais forte — pedi —. Me fode mais forte.

Ele acelerou. Começou a me cravar com todo o peso do corpo por cima, me entrando com uma violência controlada que me fazia gemer toda vez que ele entrava. Me agarrou pelo cabelo e puxou para trás, arqueando minhas costas, e continuou me fodendo assim, com meu cabelo enrolado no punho dele e minha bunda erguida para ele.

Ele se inclinou para a frente sem perder o ritmo e me cobriu com o corpo. Era tão grande que podia me cobrir inteira. Isso tem algo que funciona num nível muito básico. Ele mordeu de leve a minha nuca e sussurrou no meu ouvido:

— Que buceta gostosa do caralho. Vou acabar com ela.

Fiquei sem palavras. Só assenti com a cabeça enterrada no travesseiro enquanto ele continuava a me bombear por trás, me enchendo por completo a cada estocada. Passou uma mão por baixo de mim, encontrou o clitóris e começou a esfregá-lo com dois dedos enquanto continuava a me foder num ritmo brutal. Gozei em menos de um minuto, apertando o pau dele com a buceta inteira, mordendo o travesseiro para não gritar.

Ficamos assim por um bom tempo. O tempo nesses momentos se comprime de um jeito estranho: não sei se foram dez minutos ou quarenta, só sei que, quando ele parou, eu não queria que parasse. Gozei outra vez antes que ele se retirasse, com o rosto encharcado de saliva e suor contra o travesseiro.

Depois ele me virou de barriga para cima.

Minhas pernas não conseguiam rodear a cintura dele direito, então as apoiei nas costas dele e o deixei entrar de novo. O pau inteiro, outra vez, deslizando para dentro de uma buceta já tão encharcada que quase não havia atrito, só calor e umidade. Essa posição tem algo diferente de todas as outras: você pode ver o rosto do outro, e isso muda toda a dinâmica. Já não é só o corpo.

Ele me abraçou enquanto se movia, pressionando o peito contra o meu, esmagando meus peitos com o peso dele, e eu o apertei contra mim dizendo coisas no ouvido dele que eu não repetiria de dia e vestida. Coisas como «me enche», «não para», «que jeito maravilhoso de me foder», «sou tua puta esta noite». Ele respondeu acelerando, me entrando com mais força, até eu sentir que ele estava no limite. A cama rangia debaixo de nós e meus gemidos se misturavam aos rosnados guturais que vinham dele do fundo do peito.

— Dentro? — perguntou em voz baixa.

— Não tomo pílula — disse —. Goza nos peitos.

Ele se retirou na hora certa, ergueu-se de joelhos sobre mim e bateu o pau com duas punhetas rápidas. O primeiro jato caiu entre os meus peitos, grosso e quente; o segundo chegou ao meu pescoço; os últimos me encharcaram os mamilos e a barriga, com um gemido contido da parte dele e a testa apoiada no meu ombro no final. Senti o calor da gozada caindo sobre mim, pegajoso e morno, deslizando pela minha pele. Juntei um pouco com dois dedos e levei à boca sem pensar. Ele me viu fazer isso e soltou um último gemido.

— Porra — murmurou —. Você é o pior tipo de tentação.

Depois ele pegou a toalha do banheiro, me limpou com cuidado e deitou ao meu lado.

Ficamos em silêncio. Não era um silêncio incômodo. Era o tipo de silêncio que tem peso próprio, o que se instala depois que algo intenso aconteceu e nenhum dos dois quer ser o primeiro a quebrá-lo.

Ele passou um braço por baixo do meu pescoço. Eu me acomodei no encaixe formado pelo corpo dele, surpresa com o quanto combinava.

Dormimos assim.

***

Não sei quanto tempo dormi. O abajur da mesinha ainda estava aceso quando acordei, e ele olhava para o teto com uma expressão tranquila. Senti o pau meio duro dele contra a minha coxa e entendi na hora o que ele queria.

Comecei a me mexer contra ele sem dizer nada, esfregando a bunda nua na virilha dele. Notei que ele respondeu quase de imediato, endurecendo contra a minha pele. Passei a mão por trás e o peguei, sacudindo-o devagar até ele ficar duro de novo por completo.

Guiei a mão dele até minhas nádegas. Ele entendeu sem eu dizer nada, e isso por si só já me agradou. Separou minha bunda com os polegares e passou um dedo no meu cu, pressionando de leve, testando.

Ele me umedeceu com os dedos devagar, explorando com paciência, sem pressa. Levou a mão à boca, cuspiu nos dedos e voltou. Começou a me enfiar um dedo no cu, devagar, até a junta. Quando sentiu que eu empurrava contra a mão dele, colocou um segundo, e começou a me abrir com cuidado. Depois fez uma pausa.

— Tem certeza? — perguntou.

— Completamente — respondi —. Mas usa saliva. Muita.

Ele se posicionou atrás de mim. Cuspiu generosamente no meu cu e besuntou o pau com a mistura de saliva e dos meus próprios fluidos. Me preparou com mais cuidado do que eu esperava, tomando o tempo dele, fodendo meu cu primeiro com três dedos até os músculos cederem sozinhos. Quando empurrou o pau, fez isso com uma pressão contínua e sustentada, sem brutalidade.

A glande forçou a entrada devagar. Eu respirei fundo, relaxei, e ele empurrou mais um centímetro.

Entrou devagar. Senti abrir caminho, me preenchendo de um jeito completamente diferente, até sentir os ovos dele contra minha buceta e saber que ele estava inteiro dentro do meu cu.

A sensação foi completamente diferente de tudo o que veio antes. Mais intensa e mais concentrada, com aquela mistura particular de tensão e prazer que não dá para separar com clareza. Agarrei o lençol e mordi o lábio.

— Tudo bem? — murmurou perto do meu ouvido.

— Sim — respondi com a voz um pouco quebrada —. Continua. Me fode esse cu.

Ele começou a se mover em ritmo lento. As mãos dele circundavam minha cintura, com os polegares apoiados na parte baixa das minhas costas. Eu empurrava para trás para encontrá-lo no meio do caminho, me abrindo mais para ele a cada estocada, e a cada movimento a sensação ia se intensificando até eu deixar de pensar em qualquer outra coisa. Levei a mão à buceta e comecei a me masturbar enquanto ele me dava por trás, esfregando o clitóris em círculos rápidos. A sensação dupla me deixava gemendo como louca contra o travesseiro.

Pedi que fosse mais rápido. Ele foi.

Pedi que não parasse. Ele não parou.

— Que cu apertado — ofegou atrás de mim —. Porra, não vou aguentar muito.

— Goza dentro — pedi —. Quero sentir você.

Ele acelerou mais um pouco, me entrando no cu com golpes secos e profundos, e eu continuei me esfregando no clitóris até o orgasmo me tomar de novo, dessa vez tão forte que soltei um grito que disfarcei contra o colchão. Apertei o cu inteiro ao redor do pau dele enquanto gozava, ordenhando-o, e isso o acabou. Quando ele gozou dentro de mim, senti o calor direto, os jatos me enchendo por dentro, e fiquei quieta por alguns segundos ouvindo minha própria respiração e a dele.

Ele se retirou devagar e notei um pouco da gozada escorrendo pelo meu cu abaixo. Ele se deitou ao meu lado e apoiou a mão nas minhas costas sem dizer nada. Eu fechei os olhos, com a buceta e o cu ainda pulsando.

Dormi com a mão dele ainda ali.

***

De manhã, tomamos banho separados. Descemos juntos ao lobby e tomamos café no balcão do bar do hotel, conversando sobre coisas sem importância com aquela leveza particular que as manhãs têm depois de uma noite assim. Cada um pagou a sua parte.

Antes de nos separarmos na porta, ele perguntou se eu queria nos ver de novo.

Eu disse que sim.

No táxi de volta para casa, sentei no banco de trás com um sorriso que não conseguia tirar do rosto, sentindo ainda a ardência gostosa entre as pernas, olhando a cidade passar pela janela, pensando que às vezes as coisas acontecem no momento exato e com a pessoa exata, mesmo que essa pessoa não seja a que a gente tinha imaginado.

Essa foi uma dessas vezes. E é por isso que estou contando.

Ver todos os contos de Confissões

Avalie este conto

3(37)

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Entrar ou criar conta

Escolha como quer continuar.