Envolta em filme: minha primeira vez com bondage real
Quando Marcos me descreveu como envolvia suas amantes em filme stretch, precisei fugir para o banheiro. Não pelo motivo que você imagina.
Quando Marcos me descreveu como envolvia suas amantes em filme stretch, precisei fugir para o banheiro. Não pelo motivo que você imagina.
Três dias bastaram para Lucía se tornar outra. O que aconteceu naquela tarde no clube, sobre a mesa de madeira, ela não contaria a ninguém.
A saia xadrez, as meias altas, a maquiagem borrada. Naquela tarde sozinha em casa, me tornei quem mais queria ser, e meu corpo me surpreendeu de um jeito que eu não esperava.
Quando ele chegou primeiro, ela já olhava as estantes com um livro que não lia. Eram os únicos dois. E nenhum fingiu surpresa.
Quando ela abriu a porta, soube que a busca tinha acabado. Valentina tinha aquelas curvas que não se inventam e um olhar direto que prometia muito mais.
Toda sexta ele a levava para casa fingindo que eram só amigos. Ela sabia. Ele também. Mas nenhum dos dois se atrevia a dizer.
O que começou como um brinde de despedida terminou com quatro pares de mãos sobre mim e uma noite que jamais vou esquecer.
Falamos disso durante meses, como uma fantasia. Naquela noite, deixou de ser fantasia. E eu, sentado naquela cadeira, não consegui desviar os olhos por um segundo.
Quando o sistema piscou verde e a tela ganhou nitidez, o último que eu esperava ver era Camila se aproximando nua da poltrona onde meu marido lia o jornal.
Sempre carreguei minhas coisas de mulher na bolsa, por via das dúvidas. Naquele dia, soube que o “por via das dúvidas” finalmente tinha chegado.
Ele segurou meu maxilar com uma mão e me olhou direto nos olhos. Era meu primo. Éramos família. E nenhum dos dois deu um passo atrás.
Marco ainda tinha o café na mão quando ela o olhou nos olhos e disse que precisava de dois homens ao mesmo tempo. Ninguém esperava que aquela manhã mudasse as regras do jogo.
Havia algo pendente daquela primeira noite sob a ponte. Meu corpo se lembrava. Uma semana depois, meus pés me levaram sozinhos.
Cada manhã eu acordo na minha jaula com os vibradores colocados, esperando o amo descer para me buscar. Hoje será um dia muito longo.
Abri a gaveta com o coração disparado. Havia renda, havia fio, havia uma mulher esperando dentro daquelas roupas que nunca tinham sido minhas. Naquela tarde, tudo mudou.
Subi a escada metálica com a saia presa à mão e quatro pares de olhos tentando se enfiar entre minhas pernas. Quem me esperava lá em cima não era Raúl.
Começou como uma noite de pizza e fernet. Terminou com cada uma confessando a fantasia erótica mais suja que já disse em voz alta.
Há anos eu era a fera na cama. Os homens me temiam ou me agradavam. Ninguém tinha me amarrado. Ninguém até eu dar meu e-mail àquele desconhecido do chat.
Cheguei ao complexo em busca de um corpo que obedecesse sem perguntar. O que encontrei naquela tarde superou tudo o que eu tinha imaginado.
Aquele armário de homem comia um sanduíche no balcão. Bastou cruzar olhares para saber que naquela noite eu iria procurá-lo na porta da boate.