Minha confissão: o que aconteceu na fileira de trás
Não tinham passado nem cinco minutos de filme quando a mão dele já procurava debaixo do meu short, e eu, em vez de afastá-la, rezei para que ninguém na sala virasse para nos olhar.
Não tinham passado nem cinco minutos de filme quando a mão dele já procurava debaixo do meu short, e eu, em vez de afastá-la, rezei para que ninguém na sala virasse para nos olhar.
Eu conhecia as regras: uma hora, sem limites combinados, quatro contra mim. O que eu não sabia era o quanto eu ia gostar de perder o controle nas mãos deles.
Quando trocaram minha coleira vermelha pela verde, eu soube que não havia mais ninguém para impedir aqueles caninos de afundarem no que havia de mais sensível em meu corpo.
Cuspiu na feiticeira enquanto dois escravos o seguravam. Ela sorriu, lambeu o desprezo de sua bochecha e prometeu transformá-lo em sua próxima obra-prima.
Posicionou-se com as pernas abertas e as mãos nas costas, tremendo. Passara meses sonhando com aquele instante, e ela ainda nem sequer o tinha olhado.
Antes de receber o concílio, puxou a coleira, e sua mascote emergiu trêmula debaixo da mesa, com o olhar perdido em pura adoração.
Passei a noite inteira esperando por ela, amarrado à cama daquela casa, sabendo que no domingo ela voltaria para terminar o que tínhamos começado.
Quando desliguei o telefone, minhas mãos tremiam. Uma clínica de disciplina extrema. Um ano presa, sem saída. E eu tinha dito sim.
De manhã eu era a esposa invisível de sempre. À noite, escrevia o que não ousava pedir. Até que alguém leu e decidiu me dar.