A amiga da Daniela me procurou no banco de trás
Eu só ia levá-las para casa depois da festa. Não imaginei que a amiga dela, solta pelo álcool, transformaria aquela viagem noturna em algo que ainda não terminei de contar.
Eu só ia levá-las para casa depois da festa. Não imaginei que a amiga dela, solta pelo álcool, transformaria aquela viagem noturna em algo que ainda não terminei de contar.
Conheci Carolina num curso de inglês e achei que fosse tímida. Naquela noite, no banco do fundo, descobri que ela era muito mais atrevida do que parecia.
Dei-lhe um comprimido para dormir, vesti a saia mais curta que tinha e desci ao bar do hotel em busca do que ele já não sabia me dar.
Nunca imaginei que umas férias com minha melhor amiga terminariam assim: nós quatro em um quarto que não era o nosso, e nenhuma de nós querendo ir embora.
Ele passava anos entregando rapazes ao templo sonhando em possuir a sumo sacerdotisa. Numa noite de lua cheia, seu desejo se cumpre da pior forma.
Fez as malas com roupa recatada e um corpo cansado de esperar. O que encontrou na casa da amiga a mudou para sempre, embora jamais tenha contado.
Rubén ria do corpo da loira na tela, certo de que ela não duraria nem um minuto. Não sabia que quem acabaria no chão seria ele.
Adrián só queria chegar em casa depois da aula. Dois desconhecidos num beco decidiram que aquela noite o transformaria no brinquedo humilhado de todo o bairro.
O balanço do ônibus nos colou tanto que a mão dela ficou justamente onde não devia, e nenhum dos dois fez nada para evitar.
Só queria enganá-lo para que ele me subisse a nota, brincar de carteirista que distrai para roubar. Nunca imaginei até onde meu próprio blefe iria me levar.
Não tinham passado nem cinco minutos do filme quando a mão dele já procurava debaixo do meu short, e eu, em vez de afastá-la, rezei para que ninguém na sala virasse para nos olhar.
Eu conhecia as regras: uma hora, sem limites combinados, quatro contra mim. O que eu não sabia era o quanto eu ia gostar de perder o controle nas mãos deles.
Quando trocaram minha coleira vermelha pela verde, eu soube que não havia mais ninguém para impedir aqueles caninos de afundarem no que havia de mais sensível em meu corpo.
Cuspiu na feiticeira enquanto dois escravos o seguravam. Ela sorriu, lambeu o desprezo de sua face e prometeu transformá-lo em sua próxima obra-prima.
Ele se colocou com as pernas abertas e as mãos nas costas, tremendo. Havia meses sonhando com aquele instante, e ela ainda nem o tinha olhado.
Antes de receber o concílio, puxou a coleira, e sua mascote emergiu trêmula debaixo da mesa, com o olhar perdido em pura adoração.
Passei a noite toda esperando por ela, amarrado à cama daquela casa, sabendo que no domingo ela voltaria para terminar o que tínhamos começado.
Entrei no quarto vestida de mímica, com uma gabardine sobre a lingerie e a certeza de que aquela noite faria algo de que nunca me arrependeria.
Por fora eu era a namorada perfeita, a que apaga a luz e geme baixinho. Nessa madrugada voltei da pista incendiada e decidi que não ia mais fingir.
Eu só queria deixar meu ex com ciúmes. Não imaginava que aquela noite acabaria me levando por uma escada escondida com o segurança da balada.