O desconhecido do bar me pediu para chamá-lo de amo
Eu disse que nenhuma mulher se abria de pernas para ele tão fácil. Ele só sorriu e respondeu: “Já veremos”. Eu não sabia o que ele escondia atrás daquela porta.
Eu disse que nenhuma mulher se abria de pernas para ele tão fácil. Ele só sorriu e respondeu: “Já veremos”. Eu não sabia o que ele escondia atrás daquela porta.
Ela ordenou que eu me despisse no corredor do hotel, onde qualquer pessoa poderia me ver, e voltasse a bater à porta apenas quando estivesse completamente nu.
Acordei algemado a uma corrente, com uma coleira no pescoço e uma mordaça com gosto de sujeira. Diante de mim, a senhora sorria: aquilo mal tinha começado.
Durante meses, ele a obrigou a se ajoelhar na escuridão. Nunca imaginou que um dia seria sua própria esposa a implorar misericórdia diante da câmera.
Saí do banho e ela estava ali, olhando entre minhas pernas com aquele sorriso que eu já conhecia. Sabia exatamente onde apertar para eu parar de discutir e começar a obedecer.
Sempre tive uma fixação estranha. Naquela tarde, decidi que meu melhor amigo seria o primeiro a obedecer a mim, de joelhos e sem nada para esconder.
Sempre fui o seguro dos dois. Mas com as algemas frias nos meus pulsos e o sorriso novo dela em cima de mim, entendi que já não era eu quem mandava.
Quando acordei quebrada na cama de mármore, soube que só havia uma pessoa no mundo capaz de me fazer sentir amada: o homem que me ensinou a desejar a dor.
Ele se sentou à mesa com aquele sorriso de sempre, de quem se acha dono do mundo. Não imaginava que naquela tarde iríamos apagá-lo para sempre.
Ela sentiu o olhar antes de vê-lo: alguém a observava nua entre os armários. Quando abriu a porta de uma vez, o caçador virou presa.
Ele veio à minha sala achando que nenhum jogo de dominação poderia com ele. Dei a ele uma palavra de segurança e avisei que ele imploraria para usá-la.
Bastou que ela me encontrasse de joelhos ao lado da cama para que a amizade se rompesse e começasse outra coisa: obedecer a cada um dos seus caprichos sem reclamar.
Desci ao banheiro com uma urgência simples e a encontrei ensaboada e sorrindo, sabendo de antemão a ordem que eu estava prestes a lhe dar.
Ela tirou o sapato dentro do carro, deslizou o pé até minha virilha e sussurrou: “Sua primeira vez vai ser me obedecendo? Melhor pra nós dois.”
Nunca tinha tocado uma barriga assim sem a luva e o avental no meio. Dessa vez era a de Marisol, sua cunhada, e ela não conseguiu fingir que só buscava os chutes dos gêmeos.
Nunca tinha pago pela atenção de ninguém, mas naquela madrugada, diante da tela, as palavras dela me reduziram a algo que jamais imaginei querer ser.
Eu só queria sentir o cheiro por um segundo. Quando ouvi a voz dela atrás de mim, soube que naquela noite eu deixava de decidir quando, como e quanto.
Eu a observava há semanas atrás do balcão da clínica. Na noite em que a vida dela desabou, convidei-a para subir ao meu apartamento e lhe ofereci a única coisa que ela não podia recusar.
Naquela manhã, decidi levar eu mesma o café até a sala dele, diante de todos, para que entendessem que tipo de mulher eu pretendia ser ao lado dele.
Ela tinha fome, frio e nenhuma razão para confiar nele. Mas quando ele a olhou nos olhos e lhe ofereceu um teto, soube que dizer sim mudaria tudo.