A pijamada da minha irmã terminou comigo de joelhos
Quando a porta do armário se fechou e ficamos no escuro, senti a mão dela subir pela minha perna. Só tínhamos dez minutos.
Quando a porta do armário se fechou e ficamos no escuro, senti a mão dela subir pela minha perna. Só tínhamos dez minutos.
Ela me algemou de sunga por uma falsa acusação, mas ao me apertar para me fazer confessar descobriu que eu não tinha medo de dor. E ela precisava de alguém assim.
Ele passava anos se exibindo impune para as corredoras do parque. Na noite em que escolheu a mulher errada, descobriu até onde vai um castigo.
Ele foi bater à porta esperando uma avaliação rotineira. Quem abriu foi uma desconhecida de jaleco e um sorriso que prometia problemas, e ele percebeu que naquela tarde não mandaria em nada.
Subi para oferecer ajuda como um bom vizinho. Desci transformado em algo bem diferente, ajoelhado no banheiro dela e obedecendo a cada palavra que saía de sua boca.
Cruzei o limiar sem calcinha, exatamente como ela tinha ordenado. O que eu não sabia era que, do outro lado da porta, me esperava um rosto que eu conhecia bem demais.
Ao lado do caixão aberto, enquanto todos fingiam chorar, Mariana só conseguia pensar nas mãos daqueles dois homens e no que fariam com ela naquela noite.
«Vim ver se minha mulher trabalha bem», disse o homem na minha porta. Uma hora depois eu estava de joelhos na minha própria cozinha, com o avental dele.
Entrei em casa seguindo uma música solene e a encontrei deitada na cama, acorrentada em ouro e me olhando como se eu fosse o único dono dela.
Achei que só iria me divertir e ganhar algum dinheiro. Não imaginei que naquela noite, entre pancadas e carícias, encontraria exatamente o que meu corpo implorava.
Eu implorei mil vezes sem acreditar que ele faria. Nessa noite, com as cordas apertadas e a voz dele no meu ouvido, entendi que não havia volta.
Meu amante me deixou querendo mais, mas meu marido sabia exatamente como me tratar: sem romantismo, sem piedade, como a submissa que eu sou.
Nunca sei em que posição vou terminar quando entro no quarto de cordas dele. Hoje havia um ponto de suspensão pronto, e eu só vestia uma calcinha que ele pretendia rasgar.
A primeira noite na cela 118 bastou para ele entender que já não era dono do próprio corpo, mas uma posse a mais do homem do beliche de baixo.
A porta se abriu e Nadia me examinou de cima a baixo com um sorriso lento. Atrás, Raquel cruzou os braços. —Fala —disse—. O que você quer?
A Ama anunciou a revisão com aquele sorriso que sempre me gelava o sangue. Soube imediatamente que aquele dia seria diferente de todos os anteriores.
Havia meses que eu publicava fantasias anônimas num fórum. Quando ele me escreveu pedindo para me conhecer, soube que obedeceria muito antes de aceitar o encontro.
Três dias sem conseguir ir ao banheiro, um consultório de luxo e uma médica trans que me cobrou a consulta do seu jeito. O que aconteceu ali não se esquece.
Quando os saltos da loura ecoaram no corredor e a corrente puxou a coleira, Adrián soube que aquela manhã ia ensiná-lo o que é ser propriedade.
Quando Sebastián terminou de me descrever o processo, eu já tinha de inventar uma desculpa para ir ao banheiro. Nunca imaginei que, no dia seguinte, seria eu a pedir.