Eu me entreguei a ele na primeira vez em que me senti mulher
Vesti o vestido preto, as sandálias de salto e, pela primeira vez, não senti vergonha do corpo que vi no espelho. Naquela tarde, ele me esperava.
Vesti o vestido preto, as sandálias de salto e, pela primeira vez, não senti vergonha do corpo que vi no espelho. Naquela tarde, ele me esperava.
Entrei na água à noite com lingerie e um brinquedo apertado, certa de que estaria sozinha. Alguém me observava da escuridão do bar.
Cheguei de renda e saltos altos esperando Héctor. Diego abriu a porta com um sorriso irônico e eu não conseguia articular uma única palavra. Mas os saltos mudaram tudo.
Estava prestes a fechar o app quando veio o tap. Trezentos metros. Perto. Perto demais para ignorar num domingo sem planos.
Tranquei a porta, baixei a persiana e prometi que naquela noite não haveria limites. Eu havia esperado tempo demais para descobrir esse prazer.
Eu tinha dois dias na capital quando descobri que, da minha janela, dava para ver um terraço onde três pessoas praticavam algo que ninguém devia presenciar.
Disse a mim mesma que seria só um café. Que eu podia controlar a situação. Mas quando ele abriu a porta antes de eu tocar a campainha, já não havia volta.
Eu dizia a mim mesma que só passava perto do campo pelo caminho mais curto. Mas quando os olhos dele me seguiram e a mão dele roçou minha cintura, não consegui mais mentir.
Quando Nicolás subiu para reclamar da música, encontrou Valentina na sacada, com uma camisola molhada e um sorriso que não prometia nada bom.
Rodrigo apresentou seus três amigos. Cada um trouxe um envelope e um presente. Valentina olhou para eles e disse que já podiam começar.