A mulher que conheci online me deixou sem fôlego
Passei semanas pensando nela toda noite, até que aquele jantar terminou no banco do carro, com a mão dela buscando o que eu mal conseguia esconder.
Passei semanas pensando nela toda noite, até que aquele jantar terminou no banco do carro, com a mão dela buscando o que eu mal conseguia esconder.
Passei a noite inteira com três homens e ainda me sentia insaciável. Então peguei o celular e escrevi: «Estão prontos para não me deixar dormir o fim de semana inteiro?»
A porta de emergência foi trancada e minha mulher ficou do outro lado, com ele. Só nos separava uma parede de gesso. E eu comecei a ouvir.
Cada e-mail trazia uma foto nova e uma frase mais cruel. Eu bebia uísque diante da tela, sem saber se a mulher amarrada era mesmo a minha.
Parei a bicicleta, consertei a corrente e segui para o trabalho sem saber que aquela desconhecida me custaria o emprego... e me daria muito mais do que um dia ruim.
Tinha quarenta e sete anos e uma sede que nenhum homem jamais havia saciado. Numa madrugada no parque deserto, ela decidiu parar de fingir o contrário.
Ela comandava o casamento, mas naquela manhã na areia descobri o quanto ela gostava que um desconhecido dissesse quem mandava, com o marido assistindo.
Minha amiga me deu bolo naquela noite, mas o desconhecido do balcão tinha outros planos para mim. E eu, mesmo sem admitir em voz alta, também.
Saí decidida a fazer com que ele me visse com outros, mas acabei entre dois carros, numa rua vazia, me deixando usar por alguém que eu mal conhecia.
Trocamos olhares na piscina a tarde toda. Quando subi para buscar água e ele entrou atrás de mim, soube que não havia mais volta.
Bruno tinha me prometido uma revanche e eu tinha prometido voltar. O que eu não imaginei foi como terminaria essa segunda noite entre os seis.
Eu disse a ele que vinha suando, que precisava tomar banho. Ele me carregou até o sofá e sussurrou que assim, com meu aroma, ele gostava ainda mais.
Ele insistiu tanto em me acompanhar até a entrada que acabei chamando para subir. Às oito da manhã, o telefone dele tocou e tudo mudou de repente.
Meu irmão me contava tudo: amantes, fetiches, o que fazia com Romina. O que ele nunca imaginou é que, certa madrugada, eu terminaria na cama com ela.
Nunca fomos amigas, mas ela me olhava com desprezo toda vez que o namorado ficava me encarando demais. E eu decidi dar a ela um motivo de verdade para me odiar.
A mulher dele iria viajar no dia seguinte e eu ainda dormia num colchão no chão. Quando ele tocou a campainha com a caixa de ferramentas, soube que algo ia acontecer.
Naquela noite, desci ao escritório com a desculpa da fotocopiadora. Na pasta pessoal dela havia três arquivos que mudaram tudo o que eu achava saber sobre ela.
Ninguém imaginou que uma garrafa de vodca vazia, girando sobre o tapete de uma sala, bastaria para apagar todas as linhas que separavam três casais.
Achei que seria um jantar entre velhos amigos. Não imaginei que o segredo que meu marido guardava desde o colégio terminaria com os três na mesma cama.
Minha mulher já tinha escolhido sua próxima conquista. O que nenhum dos dois imaginava era que o desfecho começaria comigo, a sós com ele, sob a água quente do vestiário.