O filho da minha professora caiu nas minhas redes
Eu sabia que ele me desejava havia meses, e eu não ia parar até tê-lo na minha cama. O que eu não calculei foi quem nos descobriria depois.
Eu sabia que ele me desejava havia meses, e eu não ia parar até tê-lo na minha cama. O que eu não calculei foi quem nos descobriria depois.
Entrei no banheiro por engano e o encontrei sob a água. Desde aquela tarde, toda noite que fico sozinha volto àquela imagem e não consigo tirá-la da cabeça.
Há coisas que nunca disse em voz alta. Esta é uma delas: o que minha prima planejou comigo naquele janeiro, sem que eu percebesse até ser tarde demais.
Dirigi por duas horas até uma casa de pedra no meio do nada. Não sabia que naquela noite deixaria de ser apenas um convidado para me tornar a fantasia deles.
Faziam dois anos. Ele entrou com o sobrinho pela mão, sentou-se a três mesas da minha e, sem dizer uma palavra, me fez lembrar de tudo o que fomos.
Ela levava oito anos de um casamento confortável e vazio quando um desconhecido sorriu para ela no supermercado. Não imaginava que aquele sorriso a deixaria sem marido, sem amante e, enfim, diante de si mesma.
Eu usava um chapéu de caubói e não tinha a menor intenção de voltar sozinha. Não imaginava que um desconhecido me proporia algo que eu nunca ousara experimentar.
Ele é sempre tão sério diante dos outros. Ninguém imagina que basta um olhar seu para eu baixar os olhos, me aproximar e me ajoelhar sem que ele precise pedir.
Pedi ajuda para chegar ao banheiro com aquela fantasia impossível. O que ela fez quando fechou a porta atrás de nós não estava no meu contrato.
Eu sabia que o olhar dele estava cravado nas minhas costas enquanto eu me despia perto do armário. Deixei a porta do banheiro entreaberta de propósito: o convite estava feito.
Três amigas, uma pista de dança e uma decisão que mudou a madrugada. Foi isso que aconteceu quando parei de procurar Renata e a encontrei exatamente onde não devia olhar.
O ônibus estava lotado e eu mal conseguia me mexer. Quando senti a primeira carícia na coxa, pensei que fosse acidente. Mas não era.
Ela tinha namorado. Dizia que era hétero. E ainda assim, naquela tarde na piscina do hotel, o pé dela buscou o meu debaixo d’água e eu não o afastei.
Às três da manhã, com o vento gelado batendo na barraca, eu me enfiei sob a manta dele sem pedir permissão. Mauri não se mexeu, mas eu sabia que ele não estava dormindo.
Marcos chegou pontual, de terno escuro e cheiro de colônia cara. Quando fechei a porta do apartamento, soube que nós dois estávamos prestes a cruzar uma linha.
Coloquei a saia mais curta que tinha e fui até a oficina levar um envelope. O dono não estava. Me fizeram subir até o escritório do filho dele.
Quando ela ajustou a postura dele pela terceira vez e sentiu a pressão sob o short, decidiu que aquela manhã a sessão seria bem diferente das anteriores.
Eu já fantasiava com ela havia semanas, mas foi a tempestade de neve e aquele motel para casais que acabaram rompendo as barreiras entre nós.
Quando abri os olhos naquela suíte de mármore negro, ela estava lá, nua, me olhando como se me conhecesse desde sempre. E talvez a morte tenha sido meu melhor acidente.
Quando as duas nos ajoelhamos sobre o tapete, já não era pela aposta. Foi a primeira vez que soube o que queria fazer com o meu corpo.