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Relatos Ardientes

Minha capitã me entregou ao dono do vestiário

Me levantei do chão do vestiário com movimentos lentos, quase desajeitados. Os joelhos tremiam e minhas costas ardiam com uma pulsação surda, ainda marcadas pelo arnês grosso que Renata tinha tirado havia apenas um minuto. Eu tinha os punhos avermelhados pela correia de couro preto com que ela me havia imobilizado, e o cabelo, antes preso e cheirando a baunilha, grudava no meu rosto por causa do suor, das lágrimas já secas e dos fios espessos da porra dela e da minha que ainda me escorriam pelo queixo e pela parte interna das coxas.

Renata me observava do banco, com o agasalho do clube meio erguido e os braços cruzados. Aos trinta, continuava imponente: alta, com músculo definido, o rabo de cavalo preto esticado, a pele ainda brilhante pelo esforço da partida e pelo que tinha vindo depois. O arnês que ela acabara de tirar pendia da mão dela, com o pau de silicone preto reluzente ainda molhado pelo meu cu, grosso e curvado, com um anel na base que me tinha deixado as paredes por dentro doloridas. O olhar dela era frio, mas havia ali um lampejo de satisfação que eu conhecia bem demais.

O vestiário cheirava a linimento, a grama úmida, a suor e a xana fodida. Lá fora, no corredor, ainda se ouviam as vozes das últimas companheiras recolhendo suas bolsas, sem suspeitar de nada do que acontecia atrás da porta que Renata tinha trancado assim que entrou. Essa era a parte que mais me custava: a fronteira tão fina entre a jogadora aplaudida na arquibancada e a puta de joelhos que terminava com a bunda empinada sobre os azulejos, a boca aberta pedindo mais rola.

—Levanta de vez —disse, com a voz rouca e baixa—. E nem pense em deixar uma gota da minha leite no chão. O que escorrer, você recolhe com os dedos e engole. Amanhã tem treino às oito. Lembre de uma coisa: no campo você obedece às minhas ordens. Na cama abre as pernas para Andrés quando e como ele quiser. Se falhar em qualquer um dos dois lugares, paga com a xana e com a bunda, como esta noite.

Assenti sem olhá-la. Passei dois dedos pela parte interna da coxa, recolhi o fio espesso que me caía e os levei à boca, chupando-os até o nó do dedo enquanto ela me olhava. A vergonha queimava minhas bochechas, mas entre as pernas eu sentia um calor traidor que não podia negar: a xana inchada, os lábios latejando, o clitóris ainda duro e sensível depois de três gozos seguidos. Eu tinha gozado contra o banco mais de uma vez, encharcando a madeira, gritando contra a mão dela quando ela enfiou minha cara ali para que as companheiras no corredor não me ouvissem. Me pus de pé com dificuldade, sentindo o sêmen velho de Andrés — o que ela tinha me metido dentro com o pau do arnês depois que eu tinha voltado do apartamento — escorrendo pela minha coxa. Renata soltou minhas mãos, mas sem delicadeza: puxou a correia e me deixou novas marcas nos pulsos.

—Se veste. E não toma banho aqui —ordenou—. Quero que você chegue em casa cheirando a mim, com a calcinha encharcada e minha leite endurecida nos peitos.

Obedeci em silêncio. Vesti a lingerie encharcada e o short do uniforme com as mãos ainda tremendo, apertando as coxas para que não ficasse visível o jato quente que ainda me descia por dentro.

***

Nos treinos seguintes, Renata exerceu seu poder com a precisão de quem manda há anos. Quando eu partia para cima de uma rival e cruzava a bola na medida, ela me premiava em voz alta diante de todas.

—Essa é minha canhota! —gritava, e me dava minutos extras nos coletivos.

Mas quando eu errava um passe ou perdia uma bola, o castigo vinha sem trégua. Séries intermináveis até as pernas não responderem mais. Broncas públicas que me afundavam diante do time.

—Isso é o melhor que você sabe fazer, novata? —ela cuspia—. Parece que você aguenta melhor com um pau na garganta do que com a bola nos pés.

E, à noite, as mensagens para Andrés: “Hoje errou três passes. Resolve você. Arrebenta a bunda dela se for preciso”. Nessas noites ele me recebia no apartamento com a mão pesada e a paciência curta. Mandava eu tirar a roupa na porta, me puxava pelos cabelos até o sofá e enfiava a rola na minha boca sem me dar tempo de respirar, fodendo minha garganta até as lágrimas caírem e a baba descer em um fio comprido que pendia do queixo até os peitos. Renata observava ajoelhada de um lado, com dois dedos enfiados na própria xota, sussurrando no meu ouvido que eu aprendesse de uma vez, que abrisse mais a boca, que engolisse tudo o que ele quisesse me dar, que minha subida dependia de satisfazer aquele pau. Quando ele gozava, muitas vezes ele tirava a vara de repente e disparava o sêmen no meu rosto, nos meus olhos, na língua de fora, e então Renata a chupava e a cuspia na minha boca para que eu engolisse em dobro.

O mais inquietante era que eu tinha começado a esperar aquelas mensagens. A jogar pensando nelas. Toda vez que a bola escapava demais, uma parte de mim já calculava a noite que me esperava, e eu sentia a xota apertar por baixo do short, os mamilos endurecerem sob o top esportivo, e não sabia se o que sentia no estômago era medo ou uma vontade safada de ser fodida até quebrar.

A transferência de Renata caiu como um terremoto no clube. A goleira incontestável assinou com o rival, o time do qual Andrés era fã desde criança. O comunicado oficial falou em “motivos pessoais e novos desafios”. A verdade era mais simples e mais crua: ele queria a capitã no território dele, brilhando sob as luzes do estádio que adorava, sabendo o que acontecia depois em cada vestiário.

Renata se despediu do time com um discurso curto. Mas, ao terminar, os olhos dela cravaram em mim como uma promessa silenciosa.

—Vem se quiser continuar tendo minha proteção —me disse quando ninguém escutava—. Ou fica e vê as veteranas te engolirem sem mim.

***

Passei várias noites sozinha no meu apartamento, repassando na cabeça o peso daquelas mãos e a firmeza daquele arnês. Muitas dessas noites eu acabei me masturbando, com três dedos até o nó dentro da xota e o polegar apertando o clitóris, gozando sobre os lençóis enquanto sussurrava o nome de Renata contra o travesseiro. Sem ela, meus minutos em campo diminuíram até quase nada. As veteranas me encurralavam no vestiário, me deixavam de fora das conversas, me faziam sentir que eu estava sobrando. E o medo de perder a promoção me roía por dentro.

No fim, cedi. Liguei para ela com a voz trêmula.

—Preciso ir com você, capitã —disse—. Não consigo sem sua proteção. Nem sem ele. Nem sem os paus dele.

A primeira noite no novo apartamento de Andrés foi um ritual de posse absoluta. Renata e eu de joelhos no centro da sala, completamente nuas, as mãos atrás das costas. Ele nos percorreu com o olhar como um treinador inspeciona suas jogadoras antes de um clássico, a braguilha marcada, a rola já desenhando volume grosso contra o tecido da calça.

Renata, trinta anos e uma calma de quem já conhece cada passo: pele morena com marcas tênues de antigos vergões, o rabo de cavalo solto caindo pelas costas, os mamilos escuros e eretos, a xota depilada brilhando de umidade entre as coxas abertas, o olhar baixo mas com um resto de autoridade que nunca perdia por completo.

Eu, ao contrário, era puro nervo: a respiração acelerada, os olhos vidrados, os mamilos rosados apontando para cima, as coxas apertadas tentando esconder o óbvio, um fio brilhante já escorrendo da xota até o piso.

Andrés se aproximou devagar. Tirou a rola da frente dos nossos rostos, grossa, longa, com a veia da parte de baixo pulsando e a glande arroxeada brilhando de precum. Pegou um peito de cada uma e comparou em voz alta, sem pudor, beliscando nossos mamilos até as duas gemermos.

—Olha isso, Renata —disse, empurrando a ponta da rola contra os lábios dela—. Você já sabe como engole. Abre.

Renata abriu a boca e ele enfiou a vara até a garganta de uma só investida. Agarrou o rabo de cavalo dela e fodeu a boca dela devagar, com calma, enquanto ela engolia saliva em torno do tronco e o encarava de baixo sem resistir. Depois foi a minha vez. Ele enfiou em mim a rola molhada pela saliva dela e me fez engolir até engasgar. Faltava ar, os olhos me lacrimejavam, a baba caía em fios longos até os peitos, e ele continuava investindo sem piedade.

—Uma sabe obedecer de cor —murmurou, alternando de uma boca para a outra—. A outra ainda chora quando eu entro até o fundo. Mas as duas estão aqui pela mesma razão: para esvaziar minhas bolas.

Baixou as mãos. Nos empurrou de costas contra o tapete, as pernas abertas de par em par. Em Renata ele encontrou prontidão, como sempre: enfiou a rola numa só estocada e ela arqueou as costas, gemendo grave, apertando a xota ao redor. Comigo custou mais, até a insistência dele me vencer. Ele abriu os lábios da minha xota com dois dedos, cuspiu na mão, passou nela pela rola e me enfiou devagar, centímetro por centímetro, até apoiar as bolas na minha bunda. Eu gritei contra o ombro dele, sentindo como ele me esticava por dentro, como a ponta batia no meu colo do útero toda vez que ele baixava o quadril. Eu me odiei por como meu corpo respondia, por como a xota se encharcava e se fechava ao redor dele, por como eu empurrava os quadris para cima pedindo mais sem querer, e ao mesmo tempo não queria que ele parasse.

Ele nos comeu as duas em turnos, tirando de uma para entrar na outra, saboreando no pau o gosto misturado das nossas xotas. Quando estava prestes a gozar, nos pôs de joelhos de novo, uma ao lado da outra, a boca aberta e a língua de fora. Ele bateu uma punheta rápido, rosnando, e disparou jorros grossos de sêmen no nosso rosto, na língua, nos peitos, nos lábios cerrados. Renata passou a língua pela minha bochecha, recolhendo cada gota, e me enfiou aquilo na boca para que a gente dividisse.

***

Renata se tornou minha professora além de minha capitã. Me ensinava como me ajoelhar, como respirar, como parar de lutar contra o que ele pedia.

—Relaxa a garganta —ela dizia, com a mão firme na minha nuca, me empurrando contra a rola dele até as bolas baterem no meu queixo—. Não resiste. Engole até o fundo. Faz isso como uma boa puta submissa.

No começo eu me engasgava e as lágrimas saltavam. Eu vomitava baba no tapete e era obrigada a lamber. Depois aprendi. Aprendi a abrir a garganta, a respirar pelo nariz quando ele estava enfiado até a base, a mover a língua por baixo do tronco, a apertar os lábios na retirada. Aprendi rápido, porque cada acerto significava uma noite sem castigo, e cada erro significava o contrário.

Algumas semanas depois, eu errei um passe decisivo numa partida. Custou um gol contra e nos tirou dois pontos. Renata me levou direto para o apartamento de Andrés naquela mesma noite, sem me deixar nem tomar banho.

—Essa jogou como uma iniciante, Andrés —disse, esfregando a própria xota enquanto ele me amarrava com a correia de sempre, os pulsos atrás das costas e os tornozelos afastados por uma barra—. Arrebenta a bunda dela. Que aprenda por onde se perdem as bolas.

O castigo foi longo. Me colocaram de quatro sobre a mesa da sala, com a bunda empinada e o rosto esmagado contra a madeira. Renata abriu minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu na rola de Andrés para lubrificá-la. Ele foi me entrando pelo cu devagar, e cada centímetro arrancava de mim um grito abafado. Quando finalmente apoiou as bolas em mim, ficou parado um segundo e depois começou a me foder a bunda com investidas duras, secas, que faziam a mesa bater na parede. Cada golpe arrancava um uivo de mim, e cada uivo parecia agradar ainda mais aos dois. Renata se enfiou debaixo de mim, posicionou a boca bem sob a minha xota e começou a me chupar enquanto ele destruía meu cu por trás. Ela lambia meu clitóris com a língua larga e plana, enfiava dois dedos na minha xota e os curvava procurando o ponto exato, e eu não sabia se gritava pela dor da bunda ou pelo prazer da xota. Ela participava sem descanso, lambendo as lágrimas que caíam no rosto dela enquanto sussurrava entre gemidos para eu sentir bem a lição, para eu aprender a não falhar, para me lembrar que essa bunda aberta era o futuro que me esperava toda vez que eu perdesse uma bola.

Não sei em que momento deixei de distinguir dor de prazer. Só sei que gozei mesmo assim, encharcando o rosto de Renata enquanto Andrés enchia minha bunda de sêmen quente, e que essa foi a parte que mais me humilhou. Quando ele tirou a rola, um jato espesso escorreu pela minha fenda até a xota, e Renata recolheu tudo com a língua sem deixar cair uma gota. Fiquei estirada no tapete, com a respiração curta e a bunda pulsando aberta, enquanto eles falavam de mim em voz baixa como se eu não estivesse ali. Renata contava a Andrés que jogo teríamos no fim de semana, qual era o rival, o que eu precisava melhorar. Meu corpo, ainda sensível e pingando leite por dois buracos, não era mais do que mais um assunto da conversa deles.

E o pior é que eu gostava de estar ali. De ser incluída, mesmo que fosse assim, com a rola dele descansando mole na minha bochecha enquanto falavam de futebol. Naquela noite entendi que já não se tratava só do futebol nem da promoção. Eu tinha virado dependente daquela sensação de pertencer a algo, ainda que esse algo me deixasse marcas que levavam dias para sumir e a bunda tão aberta que eu mal conseguia sentar no banco.

***

Renata brilhou no novo time. Defesas impossíveis, clássicos ganhos, liderança incontestável. O nome dela começou a aparecer na imprensa esportiva. Eu, ainda presa ao clube anterior, afundava um pouco mais a cada semana: as veteranas me assediavam, o treinador quase não me dava minutos, e a promoção com que eu tanto sonhara se afastava.

A decisão era inevitável. Liguei para ela de novo, com a voz quebrada.

—Quero ir embora com você —disse—. Já não consigo sem sua proteção. Nem sem ele. Nem sem a rola dos dois dentro de mim.

As negociações da transferência foram tensas. Renata pressionou o treinador do time de Andrés com uma insistência que não admitia não.

—Eu a quero no meu onze —repetia—. Ela é minha, dentro e fora de campo.

A transferência foi fechada em uma semana. Assinei com o clube dela. Naquela mesma tarde, depois do primeiro treino, comemoramos no vestiário vazio do novo estádio.

Renata me amarrou a um banco com as correias do time, o corpo esmagado contra a madeira fria, os seios pendendo sobre a borda e os mamilos roçando no tampo cada vez que eu respirava. Ela abriu minhas pernas de par em par e se colocou atrás. Vestiu o arnês, o mesmo pau preto grosso de sempre, e passou a mão pela minha fenda, dois dedos primeiro pela xota encharcada, depois os mesmos dedos pelo cuzinho ainda sensível.

—Isso é por me seguir —disse, ajustando o arnês e encaixando a ponta contra minha xota—. Se renda por completo. Aqui dentro e lá fora, você é minha.

Entrou devagar no começo, saboreando cada um dos meus gemidos abafados, empurrando o pau de silicone até o fundo e girando o quadril para que eu o sentisse contra as paredes. Depois investiu com força, segurando meu rabo de cavalo e puxando minha cabeça para trás, e o som de seus quadris batendo contra minha bunda ecoava pelos armários. Enfiou dois dedos na minha boca para que eu os chupasse, e sussurrou no meu ouvido que eu era sua puta, sua atacante, sua xota reserva para quando Andrés não estivesse. Mudou para a bunda sem sair por completo, me fodendo devagar primeiro, depois com toda a força, e eu gozei sem controle no chão do vestiário, gritando o nome dela contra a madeira. Ela terminou com um rosnado grave, apertando o arnês contra o corpo, e me deixou tremendo, vencida, com os dois buracos abertos e latejando, sem um grama de resistência.

***

A última sessão daquele mês foi a mais intensa de todas. Andrés nos pôs de joelhos, uma ao lado da outra na sala do apartamento dele, como goleira e atacante antes de um clássico. Tirou a rola e nos fez chupá-la em turnos, uma de um lado e outra do outro, as línguas se encontrando sobre a glande, a baba compartilhada descendo pelo queixo até os peitos.

—Essa é a minha vitória —dizia, alternando entre as duas, uma mão em cada rabo de cavalo para nos arquear—. As duas melhores do futebol, rendidas para mim, de boca aberta esperando meu leite.

Nos deitou as duas no tapete, uma em cima da outra, xota contra xota, e nos fez nos esfregarmos enquanto nos olhava batendo uma punheta. Renata movia os quadris com experiência, apertando meu clitóris contra o dela, e as duas gemíamos alto, encharcando o tapete. Depois ele me enfiou a rola enquanto Renata chupava meus peitos, e quando estava prestes a gozar ele tirou, passou para a xota dela e terminou dentro, gozando longo, com a mão agarrada ao meu rabo de cavalo para me obrigar a olhar. Quando saiu de dentro, Renata abriu as pernas e eu me aproximei sem que fosse preciso pedir: limpei a xota dela com a língua, engolindo todo o sêmen que ele tinha deixado lá dentro.

No fim, ele nos colocou de joelhos uma de frente para a outra. Renata me beijou fundo, com a língua ainda manchada de seu leite, e naquele beijo compartilhamos o fim da noite, aceitando as duas o que já não podíamos negar.

O preço da glória acabou sendo caro e permanente. Esconder as marcas sob o uniforme virou rotina: hematomas que doíam quando eu sentava no banco, a pele sensível roçando no tecido a cada movimento, a bunda latejando nos chuveiros do vestiário. No vestiário nos trocávamos com cuidado, fingindo normalidade enquanto o corpo ainda pulsava lembrando a rola, o arnês, a língua.

Renata continuava sendo a capitã brilhante. Eu subia como a estrela em ascensão que sempre tinha desejado ser. Mas nós duas sabíamos a verdade que ninguém nas arquibancadas imaginava: toda sexta-feira nos ajoelhávamos na mesma sala, os corpos oferecidos, as xotas abertas, as bocas famintas, as vidas entregues em partes iguais ao prazer e ao castigo.

E aceitamos isso. Porque a glória, no fim, sempre tem um preço, e o nosso era pago com as pernas abertas.

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