Sempre fui a sombra do corpo da minha mãe
Aos 49, minha mãe continuava sendo a mulher que todos olhavam na rua. Eu, por outro lado, aprendi cedo demais o que era me sentir invisível ao lado dela.
Aos 49, minha mãe continuava sendo a mulher que todos olhavam na rua. Eu, por outro lado, aprendi cedo demais o que era me sentir invisível ao lado dela.
Saíram ao palco convencidos de que seria apenas uma dança ridícula. Nenhum imaginou até onde elas estavam dispostas a ir naquela tarde de fim de curso.
Passei um ano engolindo as provocações dele em silêncio. Naquela tarde, quando ele me agarrou pela camisa para me humilhar, minha mão encontrou onde apertar.
Ela me fez ajoelhar no centro do porão, ajustou a coleira no meu pescoço e sorriu: naquela noite, pretendia me provar, outra vez, quem era o sexo fraco.
A foto chegou ao meu e-mail sem remetente: a rainha sorria com o rosto coberto de leite e a coroa intacta. Então entendi por que sempre vencia o mesmo tipo de garota.
Na cafeteria, elas se lançaram um desafio entre risadas: cada uma escolheria um homem naquela mesma tarde. Nenhuma imaginou que a aposta terminaria na mesma cama.
Ficamos na fila dos toboáguas a manhã toda, mas foi na água, com a mão dela escorregando pela minha cintura, que entendi o que ela realmente queria de mim.
Eu a detestei desde que entrou: alta, calada, insuportável. O que eu não esperava era passar a noite imaginando-a, nem o que viria depois no escritório vazio.
Íamos nos odiando no escritório, mas naquela noite, com a quarta margarita na mão, o polegar dela roçou minha coxa nua e tudo mudou.
Comprei lingerie para uma noite a sós com minha esposa. Jamais imaginei que acabaria vendo-a nos braços de outro homem enquanto a mulher dele se acomodava no meu colo.
Se aguentássemos cinco minutos, depois elas competiriam. O que começou como uma brincadeira entre amigos acabou deixando os quatro nus na mesma cama.