O primeiro castigo que seu novo Amo a deixou escolher
Três faltas, três castigos. Pela primeira vez, alguém a obrigava a decidir qual sofreria: o mais difícil não era a dor, mas ter de escolhê-la.
Três faltas, três castigos. Pela primeira vez, alguém a obrigava a decidir qual sofreria: o mais difícil não era a dor, mas ter de escolhê-la.
Ele nunca imaginou encontrar as mulheres da família cobrando uma dívida atrás daquela porta — nem sentir prazer em cada segundo.
Ele passava anos entregando rapazes ao templo sonhando em possuir a sumo sacerdotisa. Numa noite de lua cheia, seu desejo se cumpre da pior forma.
Da janela, ele a observava há semanas; na noite em que pulou a cerca, entendeu que seria ela quem decidiria tudo o que aconteceria entre os dois.
O corpete se ajustava ao corpo como uma segunda pele e o cetim apertava seus punhos. Diante do espelho, Adrián deixava de fingir e enfim era quem desejava ser.
Bati na porta sabendo que, desta vez, tinha ido longe demais, e que a mulher que abriria não aceitaria desculpas: só obediência.
Eu disse que nenhuma mulher se abria de pernas para ele tão fácil. Ele só sorriu e respondeu: “Já veremos”. Eu não sabia o que ele escondia atrás daquela porta.
Ela ordenou que eu me despisse no corredor do hotel, onde qualquer pessoa poderia me ver, e voltasse a bater à porta apenas quando estivesse completamente nu.
Havíamos ensaiado cada gesto, cada palavra, cada limite. O jogo era nosso e só nosso. Até que duas desconhecidas surgiram entre as árvores e mudaram tudo.
A última coisa de que me lembrava era brindar com uma mulher linda. Depois, acordei no chão de um porão, sem forças, sem roupa e sem saída.
Naquela tarde, eu não queria só um encontro: queria que alguém me levasse além do que eu mesma acreditava suportar, enquanto meu marido observava sem mover um dedo.
Rubén ria do corpo da loira na tela, certo de que ela não duraria nem um minuto. Não sabia que quem acabaria no chão seria ele.
Acordei algemado a uma corrente, com uma coleira no pescoço e uma mordaça com gosto de sujeira. Diante de mim, a senhora sorria: aquilo mal tinha começado.
Achei que chegar na hora morta me protegeria dos olhares. Não contei com elas entrando para limpar justo quando eu saía do banho.
Adrián só queria chegar em casa depois da aula. Dois desconhecidos num beco decidiram que aquela noite o transformaria no brinquedo humilhado de todo o bairro.
Passei semanas sonhando com aquela tarde, mas nada me preparou para a primeira ordem que você me deu assim que fechou a porta atrás de mim.
A mulher que me acorrentou naquele porão não buscava prazer: queria me ensinar, golpe a golpe, que meu corpo já não me pertencia e que sua palavra era a única lei.
Ele me mandou entrar no confessionário com a lingerie mais fina e sussurrar meus pecados ao padre. O que eu não esperava era que ele resolvesse me dar uma penitência.
Cruzamos essa porta sabendo que, ao fazê-lo, deixávamos de ter vontade própria até segunda-feira. Nenhum de nós quis voltar atrás.
Entrei no seu quarto sem avisar, com a voz baixa e a calma de quem já decidiu tudo. Desta vez não havia mensagens pela metade: você ia aprender do jeito mais duro.