Minha primeira vez com um homem começou com um café
Sentamos como dois amigos quaisquer, mas nós dois sabíamos a que tínhamos vindo. Ao fechar a porta, nenhum de nós ousava dar o primeiro passo.
Sentamos como dois amigos quaisquer, mas nós dois sabíamos a que tínhamos vindo. Ao fechar a porta, nenhum de nós ousava dar o primeiro passo.
Ele lhe ofereceu uma bebida com um sorriso travesso e uma piscadela, e naquele instante o professor soube que a distância entre os dois estava prestes a desaparecer.
Aceitei o jogo: a porta destrancada, as luzes apagadas e um homem que eu nunca veria o rosto. O que eu não imaginava era encontrá-lo na segunda-feira no escritório.
Eu tinha vinte anos, a casa só para mim e um chat aberto. Nunca imaginei que aquele desconhecido apareceria na minha porta vinte minutos depois, nem o que deixaria em mim para sempre.
Estava duas semanas sem gozar e a imaginação me pregou uma peça no meio do turno. O que eu não esperava era que alguém percebesse antes de mim.
Passei anos imaginando isso em silêncio, sem contar a ninguém. Naquela noite, no bar de um hotel estranho, uma desconhecida decidiu por mim.
Ela passara metade da vida desejando aquele homem dez anos mais velho. Naquela tarde, baixou a porta de ferro, apagou as luzes da loja e decidiu que não ia esperar mais.
Quando as portas do elevador se fecharam, ninguém mais fingia. Marina procurou minha mão e a guiou sob a saia enquanto você me beijava sem tirar os olhos delas.
Llevávamos dois horas bebendo quando ele me contou, meio de brincadeira, o que eu vinha imaginando havia anos. Ele riu. Eu não.
«Moro dentro do lago», disse ela sem pestanejar. Damián a tomou por excêntrica e foi mesmo assim. O que encontrou no fundo não era nenhum céu.
Quando abri os olhos, eu não estava na minha carteira: estava nu, amarrado à cadeira do professor, e uns saltos começavam a me rodear na sala vazia.
Disseram que a noite estava começando e que o apartamento deles ficava a duas quadras. Nenhum dos dois disse não, e isso mudou tudo entre nós.
Passamos anos roçando as mãos sem dizer nada. Naquela madrugada, na minha sala em meia-luz, os olhares deixaram de bastar e ninguém quis fingir mais.
Estávamos juntos havia quinze anos e eu achava que sabia tudo sobre ele. Então, numa noite qualquer, ele sussurrou algo no meu ouvido que mudou tudo.
Chegamos exaustas e adormecemos abraçadas, de lingerie. Três dias depois, o dono do apartamento entrou com o café da manhã e um olhar que mudou tudo.
O telefone tocou e era ele, me oferecendo uma sessão para aquela mesma tarde. Pelo tom, soube que não falávamos só de massagem.
Devolvi as chaves do apartamento e, sem planejar, a semana terminou com a confissão que eu nunca pensei contar a ninguém: dois homens, uma amiga e uma só noite.
Nunca me atraíram os homens, mas a rola grossa de um macho que sabe mandar me perde. Isso me faz bissexual ou algo pior? Preciso que alguém me diga.
Llevábamos años con una regla clara, pero aquella mañana entendí que renovar el contrato significaba subirme a la mesa de la notaría delante de todos.
Meu irmão me contava tudo: amantes, fetiches, o que fazia com Romina. O que ele nunca imaginou é que, certa madrugada, eu terminaria na cama com ela.