O que aquele maduro dotado do app me fez
Tenho 1,62 e ele 1,88. Quando abriu a porta de short e vi o que tinha entre as pernas, pensei em dar meia-volta. Não fiz isso.
Tenho 1,62 e ele 1,88. Quando abriu a porta de short e vi o que tinha entre as pernas, pensei em dar meia-volta. Não fiz isso.
Quando ela tocou a campainha com duas garrafas de vinho e aquele sorriso, eu soube que a conversa pendente do bar finalmente terminaria no meu sofá.
Eu estava sozinho, o calor era insuportável e a água corria morna sobre a minha pele. Então me ocorreu algo que eu fantasiava havia meses e nunca tinha coragem de fazer.
Poucas vezes mando fotos: é perigoso. Mas aquele garoto me passou confiança, e entre meias pretas e mensagens de madrugada virei a protagonista da sua melhor fantasia.
Quando tirei o sutiã do biquíni na frente de Carolina, o rosto dela mudou. E então eu soube que aquela tarde eu não sairia da praia sendo só a amiga dela.
De dia parecia a mais inocente de todas. De madrugada, com a porta fechada, eu descobria uma versão de mim que ninguém jamais teria imaginado.
Na fila das bebidas, ela me pediu para cheirar meu perfume. Quando se inclinou no meu pescoço, eu entendi que aquela noite terminaria em qualquer lugar menos na minha casa.
Quando senti a ereção dele apertada contra minha bunda, soube que não ia me mexer. E soube também que, na próxima estação, nós dois íamos descer.
Coloquei uma toalha sobre a cama, abri as pernas e segui as instruções do vídeo. Meia hora depois, entendi que meu corpo guardava um segredo.
Cheguei ao hall sem saber se teria coragem de subir. Me chamo Esteban, tenho 48 anos e lá em cima me esperava um casal que eu só conhecia por mensagens.
Às quatro da manhã, sozinho na fornada, ele descobriu que o divórcio não tinha despertado nele os desejos de sempre: tinha despertado outros, com nome de vizinho.
Quando o telefone fixo tocou naquela tarde, eu jamais imaginei que aquela ligação me levaria a um hotel no centro, a dois homens me desejando e a uma versão de mim que eu não conhecia.
Ninguém imaginou que uma garrafa de vodca vazia, girando sobre o tapete de uma sala, bastaria para apagar todas as linhas que separavam três casais.
Minha vida sexual tinha virado previsível, então naquela noite escrevi para meu amigo com benefícios uma proposta que nenhum de nós imaginou até onde nos levaria.
Ele tomou minha mão sobre a mesa da cozinha, me olhou fixo e disse o que vinha pensando havia semanas. Eu só consegui me levantar e andar em círculos.
Achei que seria um jantar entre velhos amigos. Não imaginei que o segredo que meu marido guardava desde o colégio terminaria com os três na mesma cama.
Passei metade da vida subindo a serra sozinho, mas naquela manhã de outubro desci com mais coisa do que a cesta cheia. Isso aconteceu de verdade e ainda me custa acreditar.
Pedi o telefone e comecei a gravar. Queria que lembrassem daquela noite toda vez que olhassem para a tela, muito mais do que do vídeo do casamento.
Voltei a vê-lo no corredor dos vinhos e meu estômago deu um nó. Trinta anos sem notícias e, de repente, um convite ao bar mudou tudo.
Minha mulher já tinha escolhido sua próxima conquista. O que nenhum dos dois imaginava era que o desfecho começaria comigo, a sós com ele, sob a água quente do vestiário.