Amarraram-me na sala delas e passei a ser o dono
Acordei com as mãos amarradas em um quarto escuro. Não me lembrava de como havia chegado ali. Mas sabia que estava investigando as pessoas erradas.
Acordei com as mãos amarradas em um quarto escuro. Não me lembrava de como havia chegado ali. Mas sabia que estava investigando as pessoas erradas.
Rodrigo pendia do poste dos condenados quando Catalina cruzou o umbral. A guarda Nora já tinha a mão na adaga. Havia regras que ninguém quebrava naquele castelo.
Me prometeram uma transformação. O que encontrei foi um inferno de submissão, castigo e humilhação onde meu corpo deixou de ser meu.
Me prenderam às quatro da manhã e eu achei que estava tudo perdido. Não imaginava o que minha advogada faria quando entrasse naquela cela sozinha comigo.
Quando desliguei o telefone, minhas mãos tremiam. Uma clínica de disciplina extrema. Um ano presa, sem saída. E eu tinha dito sim.
Suspenso pelas pontas dos pés com o pescoço mordido por dentes de metal, o cativo esperava a morte quando a sanadora encontrou a brecha entre a ordem e a piedade.
Quando Saya abriu os olhos na escuridão, o primeiro que sentiu foi o frio do aço nos pulsos e o hálito de Nadia a poucos centímetros do seu rosto.
Quando abriu os olhos, estava imobilizado sobre uma mesa fria. Cinco figuras de avental branco o cercavam e a líder segurava algo que brilhava.
Acordei amarrado numa sala cheia de correntes e câmeras. O que ela não sabia era que eu tinha aprendido a fingir desmaio melhor do que parecia.