Pular para o conteúdo
Relatos Ardientes

Confessei minha primeira vez anal diante do espelho

Lucía havia chegado ao apartamento de Diego com uma decisão que lhe queimava no peito. Tinha mais de trinta anos, uma vida feita, amigas que zombavam de sua timidez e uma virgindade que já lhe pesava mais por vergonha do que por convicção. Diego, que beirava os quarenta, recebeu-a sem pressa, com aquela calma de homem que não precisava provar nada para dominar o ambiente.

Começaram sentados no sofá, perto demais para fingir que estavam apenas conversando. Lucía brincava com a manga do moletom e olhava de relance para o volume sob a calça dele. Diego sorriu ao notar o gesto.

— Quer começar você ou prefere que eu comece? — perguntou.

— Eu — respondeu ela, engolindo em seco. — Fico com menos vergonha se não tiver que olhar tanto para você.

Diego abriu a calça e a baixou apenas até as coxas. Lucía se ajoelhou diante dele, com as bochechas ardendo, e segurou o pau dele com uma mão insegura. Estava duro, quente, mais pesado do que ela esperava. Primeiro, ela o lambeu com a ponta da língua, como se estivesse experimentando algo proibido, e depois fechou os lábios ao redor da glande.

— Sem medo — disse Diego, acariciando-lhe a mandíbula. — Faça no seu ritmo.

Lucía colocou mais para dentro, devagar, até que uma ânsia a obrigou a se afastar. Cobriu a boca e soltou uma risada nervosa.

— Desculpa. Não cabe inteiro.

— Você não precisa provar nada. Chupe do jeito que gostar.

Aquela frase a acalmou. Ela voltou a se inclinar, segurou a base com mais firmeza e começou a mover a boca com cuidado, chupando a glande enquanto a mão subia e descia pelo tronco. Diego respirou mais fundo. Ela percebeu a mudança e se animou: lambeu a veia, beijou a ponta, deixou a saliva molhar seus dedos e foi encontrando um ritmo desajeitado, mas cada vez mais faminto.

— Assim — murmurou ele. — Olha como você aprende.

Lucía se afastou com a boca brilhante e os olhos baixos. Estava quente. Diego percebeu antes que ela falasse.

— Tire a roupa.

Ela obedeceu, começando pelo moletom. Por baixo, usava uma camiseta curta que deixava a barriga à mostra. Ficou esperando um sinal, como se precisasse de permissão para continuar. Diego não a tocou.

— Você veio hoje para ultrapassar limites, não veio?

Lucía respirou fundo, tirou a camiseta e depois o sutiã. Ao ficar com os seios nus, não soube onde colocar as mãos. Diego se inclinou e beijou-lhe a barriga, devagar, subindo apenas até roçar a beirada dos seios com o nariz.

— Você é linda — disse ele. — Posso tocar em você?

— Sim.

Ele cobriu os seios dela com as mãos e os apertou com suavidade. Lucía soltou um suspiro tão claro que os dois ficaram imóveis por um segundo. Diego esfregou os mamilos com os polegares até deixá-los duros, depois os beliscou de leve, o suficiente para que ela fechasse os olhos e mordesse o lábio.

— Você está tremendo.

— Estou nervosa, mas estou gostando.

Diego desceu a boca pelo abdômen dela e deslizou as mãos até a cintura da calça. Quando prendeu também o tecido da calcinha, Lucía ficou tensa e segurou os pulsos dele.

— Espera. Fico com vergonha.

Ele se afastou no mesmo instante, deixando as mãos visíveis sobre as próprias coxas. Lucía riu baixinho, envergonhada por ter reagido daquela maneira.

— Não é que eu não queira. É que nunca fiquei nua assim na frente de um homem.

— Então fique de costas — disse Diego. — Faça você mesma. Eu olho quando você decidir.

Lucía se virou e baixou a calça com movimentos desajeitados. Ficou de calcinha, de costas para ele, com os ombros rígidos e a bunda contraída pelo pudor. Diego não disse nada durante alguns segundos. Aquele silêncio a fez estremecer mais do que um comentário obsceno.

— Você tem uma bunda incrível — disse ele por fim. — Chegue mais perto.

Ela deu um passo para trás. Diego apoiou as mãos em seus quadris e beijou uma nádega por cima do tecido da calcinha. Lucía apertou as coxas por reflexo, mas não se afastou. Ele continuou com beijos lentos, amassando suas nádegas, até que ela começou a respirar de boca aberta.

— Sente-se em mim.

Lucía desceu devagar até ficar no colo dele. Ao sentir o pau nu de Diego contra sua calcinha, soltou um pequeno gemido de surpresa.

— Isso é o seu pau?

— É.

— Meu Deus. Estou encharcada.

Diego pegou uma das mãos dela e a levou para o meio de suas pernas. Lucía se tocou por cima da calcinha e arregalou os olhos ao sentir a umidade. Ficou com vergonha, mas também se excitou ainda mais.

— Tire-a — ordenou ele.

Dessa vez, ela não hesitou. Levantou-se, baixou a calcinha e deixou-a no chão. Já nua, caminhou até o quarto na frente dele, sentindo o olhar de Diego cravado em suas costas, na cintura, no movimento das nádegas. Ao entrar, viu o espelho grande diante da cama e parou.

— Você tem um espelho aí.

— Para ver você melhor.

— Você é um tarado — disse ela, mas sorriu.

Diego segurou sua mão e fez com que ela se virasse. Lucía se viu inteira no reflexo: adulta, nua, excitada, com o peito arfante e as pernas ligeiramente abertas. A imagem a atingiu com uma mistura de vergonha e orgulho.

— Chupe de novo — disse ele. — Agachada, diante do espelho.

Lucía obedeceu. Agachou-se, segurou o pau de Diego e colocou-o na boca enquanto podia se ver de perfil no vidro. A cena lhe pareceu obscena: a boca cheia, a bunda exposta, as coxas tremendo. Aquela obscenidade a acendeu. Chupou com mais vontade, olhando de relance como ele observava no reflexo sua boceta e seu ânus.

— Olhe para você — disse Diego. — Você veio nervosa e agora está com a boca cheia de pau.

Ela soltou a ponta com um som molhado.

— Tire uma foto minha antes — pediu de repente. — Quero me lembrar de como eu estava antes de deixar de ser virgem.

Foi buscar o telefone e voltou com uma risada tensa. Tinha uma mensagem de voz de uma amiga perguntando se finalmente criaria coragem. Lucía a ouviu diante de Diego e ficou vermelha quando a voz brincou que já era hora de deixar de ser a única sem experiência.

— Para a cama — disse Diego. — Fique de quatro.

Lucía entregou o telefone a ele, com a câmera aberta, e se posicionou como ele pediu: joelhos separados, peito contra o colchão, costas arqueadas, bunda empinada. Diego a ajeitou, apoiando a palma em sua cintura.

— Mais. Empine a bunda.

Quando ela obedeceu, ele deu um tapa forte em uma nádega. O som encheu o quarto. Lucía gritou, levou a mão para trás e se contorceu entre a dor e uma risada nervosa.

— Eu não esperava por isso.

— Tire a mão. Quero a marca na foto.

Ela hesitou por um instante, mas afastou a mão. A nádega tinha a silhueta vermelha da mão. Diego tirou várias fotos e depois as mostrou a ela. Lucía abriu a boca, surpresa por se ver daquele jeito, com a bunda marcada e o rosto em chamas.

— Pareço uma puta de filme.

— Você está como queria estar.

A frase a atingiu bem no centro do peito. Ela voltou a ficar de quatro e deixou que ele tirasse mais fotos, algumas mais de perto, outras com o pau de Diego apoiado entre suas nádegas. Cada vez que o sentia roçar seu ânus, Lucía soltava um gemido pequeno e empurrava para trás sem perceber.

Diego a colocou de barriga para cima para começar pelo que haviam planejado. Abriu-lhe as pernas e comeu sua boceta com a língua plana, subindo até o clitóris, descendo outra vez, introduzindo apenas a ponta da língua, sem penetrá-la com os dedos. Lucía arqueou o corpo, mas ele parou ao notar um gosto metálico e ver um fio de sangue misturado ao fluxo.

— Você ficou menstruada?

Lucía se ergueu de repente.

— Não pode ser. Isso significa que você não vai me comer?

Diego limpou a boca com as costas da mão e olhou para ela sem fazer drama.

— Por aí você vai sujar bastante. E, se ainda por cima é sua primeira vez, talvez não seja a melhor ideia.

A frustração deformou seu rosto. Lucía caiu de costas na cama e praguejou entre os dentes. Tinha chegado até ali, nua, molhada, com a marca vermelha na bunda, e seu corpo lhe pregava aquela peça.

— Eu sou um desastre. Nunca vou fazer isso.

Diego acariciou uma de suas coxas e desceu os dedos até roçar seu ânus.

— Existe outro jeito.

Lucía ficou muda. O dedo dele desenhou um círculo lento ao redor de seu buraco. O contato a fez estremecer, mas ela não fechou as pernas.

— Vai entrar? — perguntou, com a voz quebrada pelos nervos, embora seu corpo adulto estivesse aberto e encharcado diante dele.

— Até onde você quiser.

— Eu quero inteiro.

Diego cuspiu nos dedos e começou devagar. Primeiro, pressionou com a ponta de um dedo, apenas a pontinha, até que o ânus cedesse um milímetro. Lucía soltou um “ai” entrecortado e apertou os lençóis.

— Relaxe a bunda.

— Estou tentando.

Ele voltou a umedecer o dedo com saliva e entrou um pouco mais. O anel se fechou ao redor da falange, apertado, quente. Lucía gemeu, não de dor pura, mas por causa de uma sensação nova que lhe dava medo e desejo ao mesmo tempo. Diego moveu o dedo em pequenos círculos, retirando-o um pouco e voltando a introduzi-lo até que ela começasse a empurrar contra sua mão.

— Assim. Você está se abrindo sozinha.

— Eu não sabia que isso dava essa sensação.

Quando o primeiro dedo entrou inteiro, Diego não se apressou. Moveu-o lentamente, pressionando para os lados, atento à respiração de Lucía. Depois acrescentou mais saliva e introduziu um segundo dedo. Ela gritou contra o colchão e abriu mais as pernas.

— Você está fodendo minha bunda com os dedos.

— Ainda são dedos.

— Pois estou me sentindo cheia.

Diego continuou até que o buraco de Lucía começasse a ceder. Os dedos entravam com um som molhado e, cada vez que saíam, o ânus permanecia aberto por um segundo antes de se fechar com uma contração visível. Ela via aquilo no espelho e gemia de vergonha, mas não conseguia parar de olhar.

— Olhe como ele se abre — disse ele.

— Não diga isso, que eu fico ainda mais excitada.

— Você gosta de ouvir.

Lucía não respondeu, porque era verdade. Diego retirou os dedos, cuspiu na palma e umedeceu o pau. Encostou-o no ânus dela, ajeitando a ponta no centro. Lucía ficou imóvel, com a bunda levantada, a boca aberta e os olhos fixos no espelho.

— Foda minha bunda — sussurrou. — Quero sentir você.

Diego empurrou devagar. A cabeça do pau pressionou o anel fechado até fazê-lo ceder. Lucía soltou um grito longo quando a ponta entrou. Seus olhos se encheram de lágrimas e, ainda assim, ela empurrou um pouco para trás.

— Estou sentindo. Meu Deus, estou sentindo demais.

— Aguente.

— Não tire. Mas ainda não empurre.

Diego ficou imóvel, enterrado apenas até a glande. Lucía respirou com força, entre pequenos soluços, sentindo seu ânus se esticar ao redor daquela parte grossa. A ardência começou a se misturar a uma pressão profunda que a fazia tremer. Quando ela assentiu, ele avançou um pouco mais.

— Você está me abrindo — gemeu ela. — Está ardendo, está ardendo, mas não pare.

O pau foi entrando centímetro a centímetro. Diego segurou seus quadris e a manteve firme, sem golpes bruscos, até que o tronco ficasse cada vez mais para dentro. Lucía apertou o rosto contra a cama, soltando gemidos quebrados. No espelho, via o corpo de Diego inclinado sobre ela, as mãos dele marcando sua pele, sua própria bunda engolindo um pau que, segundos antes, lhe parecia impossível.

— Quer que eu tire?

— Não. Se você tirar, eu mato você. Me dê um segundo.

Diego riu entre dentes e esperou. Quando Lucía voltou a mover os quadris, ele terminou de afundar até o fundo. Ela gritou tão alto que ficou sem ar. Os sacos de Diego bateram contra sua vulva molhada, e aquela mistura de contatos a fez gemer com uma risada desesperada.

— Está inteiro dentro — disse ele.

— Sinto nas minhas tripas. Que loucura. Bata em mim de novo.

O tapa caiu sobre a nádega já vermelha. Lucía estremeceu ao redor do pau, apertando-o com uma contração involuntária. Diego grunhiu e começou a se mover, primeiro com golpes curtos, tirando e introduzindo apenas metade, até que o buraco se acostumasse ao ritmo. A cama rangia a cada investida. Ela gemia contra o lençol, molhando o colchão com saliva, com uma mão entre as pernas para esfregar o clitóris enquanto ele fodia sua bunda.

— Aperte — ordenou Diego. — Aperte meu pau com a bunda.

Lucía obedeceu e o movimento ficou mais intenso. A ardência continuava ali, mas já não comandava. Quem comandava era o prazer imundo de se sentir aberta, tomada, vista no espelho, marcada pela mão dele e atravessada até o fundo. Diego puxava seus quadris para trás a cada estocada, e ela começou a responder, empurrando contra ele, pedindo mais com gemidos incoerentes.

— Você está me arrebentando — disse entre soluços de prazer. — Minha bunda inteira está ardendo.

— E mesmo assim você continua procurando.

— Sim. Me foda assim. Não pare.

Diego acelerou. O pau entrava e saía com um som molhado, empurrando saliva e tensão, abrindo mais o buraco de Lucía a cada golpe. Ela esfregou o clitóris mais rápido, com os dedos escorregadios, até que o prazer subisse como uma descarga. Seu corpo inteiro se retesou, com as pernas tremendo, e ela começou a gozar enquanto ele continuava metendo no seu cu.

— Estou gozando — gemeu. — Estou gozando com seu pau na minha bunda.

O orgasmo a deixou convulsionando. O ânus apertou o pau dele com espasmos que fizeram Diego perder o controle. Ele se inclinou sobre ela, enterrou os dedos em seus quadris e bombeou com mais força, mais profundamente, até soltar um grunhido áspero.

— Eu vou gozar.

— Goze dentro. Quero sentir minha primeira gozada aí.

Diego a penetrou até o fundo e gozou dentro de sua bunda. Lucía sentiu as pulsações, o calor, a pressão final do corpo dele preenchendo-a por dentro. Ficou imóvel, aberta, respirando aos trancos, enquanto ele ainda tremia sobre ela.

Quando Diego saiu, Lucía gemeu por causa do vazio. O ânus permaneceu aberto por alguns segundos e depois começou a se fechar com contrações lentas. Ela levou uma mão para trás, tocou-se com cuidado e soltou uma risada envergonhada.

— Sinto que não está fechando.

— Me dê o telefone — disse Diego.

Lucía se ajeitou como pôde, ainda tremendo, e separou as nádegas com os dedos. Diego tirou uma foto do buraco vermelho, úmido, usado, com a gozada começando a escorrer. No início, ela não quis olhar, mas depois pediu para ver a tela.

Ficou calada. A mulher da foto não parecia a mesma que havia chegado com medo ao sofá. Era ela, sim, mas aberta, marcada, adulta e satisfeita de uma maneira que não sabia nomear.

— Agora sim tenho uma confissão — disse ela, recuperando o fôlego.

— Para sua amiga?

Lucía sorriu e negou com a cabeça. Deitou-se de lado, com a bunda dolorida e o olhar ainda perdido no espelho.

— Não. Para mim. Para me lembrar de que eu tive coragem.

Ver todos os contos de Confissões

Avalie este conto

Comentários

Seja o primeiro a comentar.

Deixe um comentário

Entrar ou criar conta

Escolha como quer continuar.