O que aconteceu com o tio do meu namorado enquanto ele dormia
Ele trouxe aguardente num galão sem rótulo e embriagou meu namorado em uma hora. Quando Sergio começou a roncar, o tio dele me olhou e eu soube que o jantar tinha sido só o começo.
Ele trouxe aguardente num galão sem rótulo e embriagou meu namorado em uma hora. Quando Sergio começou a roncar, o tio dele me olhou e eu soube que o jantar tinha sido só o começo.
Quando a porta do cubículo se abriu alguns centímetros, eu soube que Nuria me deixava olhar de propósito. O que eu não imaginei foi como a noite acabaria.
Saí do banho achando que ninguém tinha visto. Naquela mesma noite descobri no celular dele que alguém tinha gravado cada gemido da cabine ao lado.
Havia passado um ano desde a última vez. Virei uma esquina no centro e esbarrei nela: o mesmo perfume, o mesmo olhar, o mesmo desejo que eu julgava esquecido.
Pedi ajuda com um cano que eu mesma podia desentupir. A verdade é que só queria vê-lo entrar na minha casa sabendo que estávamos os dois sozinhos.
Ela me pediu para subir como cobaia para um óleo novo. O marido dela dormia no quarto ao lado e eu já sabia que aquilo não terminaria em massagem.
Ela saiu para o corredor para me procurar, me encarou e disse que tinha uma pergunta. Eu não imaginava o que ia acontecer quando ela fechou a porta do quarto.
Abri sem pensar e não consegui parar de ler. Minha mãe escrevia tudo: cada detalhe de como voltou a se sentir viva depois de tocar o fundo.
Me chamavam de solteirona dos gatos, mas ninguém do bairro imaginava o que acontecia na minha casa toda manhã, toda tarde e toda noite desde aquela terça de verão.
Quando o treinador pediu que ela observasse os garotos, ela aceitou com um sorriso. Ninguém suspeitou que a mulher de terno azul já havia escolhido seus dois favoritos.
Durante éons só conheci o silêncio do vazio. Até que fisguei um sinal em um mundo azul e, sem pedir permissão, me infiltrei no corpo de uma mulher em chamas.
Eu tinha vinte anos, a casa só para mim e um chat aberto. Nunca imaginei que aquele desconhecido apareceria na minha porta vinte minutos depois, nem o que deixaria em mim para sempre.
Tenho trinta e quatro anos e nunca duvidei do que eu era. Até que aquela semente começou a crescer dentro de mim, silenciosa e persistente, e já não pude ignorá-la.
Aproximei o nariz do cabelo dela sem pensar, uma vez, duas, três. Quando ela virou a cabeça e perguntou se eu gostava, soube que não havia mais volta.
Nunca tive coragem de me expor. Até hoje. Amanhã vou para a aula sem nada por baixo da roupa, e deixar isso escrito aqui já parece sua primeira ordem.
Desci para a cozinha de pijama, sem nada por baixo, sabendo que ele estaria acordado. A tensão vinha crescendo havia dias e, naquela noite, decidi que não ia me conter mais.
Conheci Carla na adolescência e nunca deixei de desejá-la. Ela me contava cada beijo, cada amante, sem saber que eu guardava suas palavras para as noites sozinho.
Saí decidida a fazer com que ele me visse com outros, mas acabei entre dois carros, numa rua vazia, me deixando usar por alguém que eu mal conhecia.
Pensei que ele viria por um problema comum. Em vez disso, sentou-se diante de mim, abaixou o olhar e começou a me contar algo que escondia de todos havia anos.
Voltei do bar com uma cerveja na mão e a vi dançando com ele. Não aconteceu nada… ou aconteceu? A dúvida me cravou e, para minha vergonha, também me excitou.