O segredo de Marina com o melhor amigo do namorado
Para ela, é só carinho, uma forma de cuidar dele. Para ele, é amor. E entre os dois cresce um segredo que pulsa toda noite a poucos metros do namorado dormindo.
Para ela, é só carinho, uma forma de cuidar dele. Para ele, é amor. E entre os dois cresce um segredo que pulsa toda noite a poucos metros do namorado dormindo.
Só ia usar nosso computador numa tarde de chuva. Mas ele me mostrou um programa capaz de despir qualquer um e, sem pensar, pedi que me fizesse isso.
Eu disse para ele se despir também. Era o justo: ele já tinha me visto sem roupa na tela e eu passara a tarde fingindo curiosidade técnica.
Eu disse que não ia tocá-lo, que ele só olhasse. Mas cada pasta que ele abria na tela me empurrava um pouco mais perto de cruzar a linha que vínhamos contornando havia meses.
Na noite em que ela me expulsou de casa, sonhei com meu próprio cadáver apodrecendo numa oficina vazia. Acordei encharcado de lágrimas, com ela dormindo a um palmo da minha pele.
Quando os deixei sozinhos no bar do hotel, eu só queria dar privacidade a eles. Não imaginei que ela subiria com outro homem e eu ficaria esperando lá embaixo.
Aceitou o trabalho para fugir de um relacionamento apagado. O que não imaginava era que aquele chefe arrogante escondia um homem capaz de deixá-la sem ar.
Ela desceu para buscar água e os encontrou rindo no jardim. Naquela noite, de joelhos no corredor, decidi lembrar ao meu marido a quem ele pertencia.
Voltei para o quarto sem fazer barulho para não acordá-lo, e o encontrei com minha roupa íntima entre os dedos e o lençol levantado como uma barraca.
Reservamos o hotel para descansar, mas o que eu levava na mochila tinha outros planos para aquela noite de frio e chuva.
Quando minha mãe abriu a porta e vi quem entrava para jantar, meu sangue gelou: era o homem com quem eu me deitava escondido havia dois meses.
Quando o médico me disse que eu nunca teria filhos, achei que tinha perdido tudo. Não imaginei que a resposta estaria sentada à minha frente, brindando como se nada fosse.
Ele andava meses imaginando as mãos dele, o perfume, a voz. Nunca pensou que uma tempestade bastaria para fazê-los parar de fingir que não se desejavam.
Nunca conheci meu avô, mas a última vontade dele me amarrou a uma mulher que eu não esperava e a uma casa onde tudo acabou mudando.
Acordei com cheiro de café e soube que aqueles dois dias trancado com ela, enquanto chovia lá fora, iam ficar gravados em mim para sempre.
Quando ela me disse que fazia anos que não sentia prazer no sexo, o normal teria sido me despedir. Em vez disso, levei a mão à perna dela e ela não a afastou.
Quando ele ficou para praticar algumas posturas, notei o jeito como me olhava. Eu estava há meses sem um parceiro e meu corpo decidiu por mim muito antes da minha cabeça.
Por fora eu era a namorada perfeita, a que apaga a luz e geme baixinho. Nessa madrugada voltei da pista incendiada e decidi que não ia mais fingir.
Subi para ver por que a moça do quarto do fundo estava gritando. Não imaginei que ela fosse soltar a toalha e me pedir para olhar, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Há anos ela sovava o pão de olhos baixos, até que numa tarde de verão ficou a sós com o homem que a olhava de um jeito diferente.