O jogo que propus à minha esposa com o chefe dela
Pedi que ela se vestisse para provocar e, no quarto dia, ela voltou para casa com a voz trêmula e uma história que não podia me contar vestida.
Pedi que ela se vestisse para provocar e, no quarto dia, ela voltou para casa com a voz trêmula e uma história que não podia me contar vestida.
Aprendi muito cedo que meu corpo valia mais do que qualquer diploma. O que nenhum deles soube é que nunca senti nada enquanto me pagavam.
Meu marido passou duas décadas esperando que eu cruzasse essa linha. Nunca imaginei que faria isso numa tarde qualquer, contra a parede do meu próprio escritório.
Chorava bêbada no meu ombro dizendo que ninguém mais a desejava. Não imaginava que naquela mesma noite, na areia, eu ia provar exatamente o contrário.
Nunca pensei que ver outro homem olhando para minha namorada nua, com as pernas abertas sobre a areia, seria a coisa mais excitante que eu sentiria na vida.
Deixei o vestido cair na varanda sabendo que ele me observava do outro lado do vidro. E percebi que meu marido tinha planejado tudo.
Quando ela desceu do avião com aquele short e aquele sorriso, eu soube que o código de não tocar na irmã de um amigo ia me custar caro.
Quando o zíper do vestido se abriu, entendi que aquela noite no camarim mudaria tudo entre nós — e que eu não queria que parasse.
Ninguém naquela trilha imaginava o que eu levava sob a roupa, nem a mulher selvagem que o roçar do ar acabou despertando em mim naquela tarde.
Troquei a música por uma mais lenta, deixei meus dedos descerem pelo pescoço e, de repente, a massagem deixou de ser só uma massagem. Você topa imaginar isso comigo?
Naquela manhã eu não me arrumei nem sequei as lágrimas. Só disquei seu número e pedi que ele viesse sem avisar meu marido.
Ele tinha uma reunião e me deixou sozinha a tarde toda. Entediada, abri uma pasta no computador dele que eu não deveria abrir... e não consegui parar de olhar.
Diante do espelho, com a luz baixa e a música suave, descobri que a melhor companhia daquela noite era a minha: minhas mãos, meu vibrador e uma vontade que não parava de crescer.
A caixa estava no fundo do armário havia anos. Coloquei o primeiro disco sem imaginar que o que veria naquela tarde ficaria comigo para sempre.
A caixa estava fechada havia meses no fundo do armário. Abri por curiosidade e, uma hora depois, tinha o celular gravando tudo o que meu corpo era capaz de sentir.
Prometi a mim mesma não desistir até conseguir. O que eu não sabia era quanto tempo meu corpo levaria para me dar o que eu tanto pedi naquela noite.
Deitei nua achando que só queria dormir. Três horas depois, eu ainda descobria o quanto de prazer era capaz de me dar sozinha.
Eram duas da manhã quando um vídeo me colocou a ideia na cabeça. Dias depois, eu andava pelo supermercado com um segredo vibrando entre as pernas.
Fechei a porta do banheiro, abri o chuveiro e prometi que seria rápido. Mentira. Nessa noite descobri até onde eu estava disposta a ir comigo mesma.
Crescemos dormindo em quartos vizinhos, até que uma noite um som do outro lado da parede me fez entender que eu já não a via como irmã.