O exame médico em que ela o dominou
Ele foi bater à porta esperando uma avaliação rotineira. Quem abriu foi uma desconhecida de jaleco e um sorriso que prometia problemas, e ele percebeu que naquela tarde não mandaria em nada.
Ele foi bater à porta esperando uma avaliação rotineira. Quem abriu foi uma desconhecida de jaleco e um sorriso que prometia problemas, e ele percebeu que naquela tarde não mandaria em nada.
—Hoje à noite você não me serve com as mãos —disse, levantando a saia enquanto eu continuava de joelhos, esperando a única ordem que realmente importava.
Os pés dela na borda da minha poltrona foram só o começo. Naquela noite, descobri até onde eu estava disposto a ir para agradá-la.
Sou uma patrícia acostumada a comprar tudo o que desejo. Naquela tarde, descobri que há homens a quem não se dá ordens: obedece-se.
Eu passava anos roubando as sandálias dela para me esconder com elas. Na tarde em que me descobriu na escada, ela soube exatamente como usar meu segredo.
As reclamações dos vizinhos não a assustavam; a incendiavam. Naquele elevador, cheirava a cerveja e a homem sujo, e ela já estava de joelhos antes de chegar ao último andar.
Bastou que ela me encontrasse de joelhos ao lado da cama para que a amizade se rompesse e começasse outra coisa: obedecer a cada um dos seus caprichos sem reclamar.
Na primeira vez em que ela me mandou pintar as unhas dos pés, minhas mãos tremiam. Não de medo: de vontade de obedecê-la.
Eu guardava esse segredo havia anos. Bastou uma garrafa de vodca e uma velha havaiana branca para ela assumir o controle e me pôr de joelhos.
Quando ela me agarrou pelo braço na saída, entendi que não procurava um pedido de desculpas. Procurava um escravo, e eu já estava de joelhos antes mesmo de ela pedir.
Bastou que ela olhasse meus pés nus sobre os azulejos frios para entender, antes de mim, em que tipo de homem eu podia me tornar se ela ordenasse.
Desci ao banheiro com uma urgência simples e a encontrei lá, ensaboada e sorrindo, já sabendo a ordem que eu estava prestes a dar.
Ela tirou o sapato dentro do carro, deslizou o pé até minha virilha e sussurrou: “Sua primeira vez vai ser me obedecendo? Melhor para nós dois”.
Acordei amarrado no banco de couro, nu e amordaçado, e entendi que a sessão não era para me curar: era para elas se divertirem comigo.
À uma da madrugada, ela tirou os saltos para provocar, como sempre. Não sabia que naquela noite alguém transformaria seu capricho em ordem.
Llevaba semanas admirando sus pies desde la última fila. El día que se quitó las sandalias y me clavó la mirada, supe que ya no había vuelta atrás.
Ela chegou do treino ainda com o uniforme, me olhou de cima e eu entendi que aquela tarde mudaria tudo entre nós para sempre.
Passei anos fingindo que não olhava os pés dela. Numa noite, descalça na cama, ela me mandou ajoelhar e eu soube que não havia mais volta.
Entrei na pós-graduação sem conhecer ninguém. Bastou ela cruzar as pernas e tirar uma sandália para eu parar de prestar atenção em qualquer outra coisa.
Quando ela saiu do quarto vestida naquele látex preto, com o rabo de cavalo esticado e os saltos altos, eu soube que aquela noite não ia terminar cedo.