O presente proibido que me transformou na sua submissa
Ele me deixou sozinha na sala, ainda trêmula, e saí de casa sem me despedir. Naquela mesma semana entendi que algo dentro de mim tinha se acendido e já não podia apagar.
Ele me deixou sozinha na sala, ainda trêmula, e saí de casa sem me despedir. Naquela mesma semana entendi que algo dentro de mim tinha se acendido e já não podia apagar.
Você jogou sua calcinha ainda morna para mim e sorriu. “Coloca e me espera”, disse. Duas horas depois eu ainda estava de joelhos, contando os minutos até sua chegada.
Subi para oferecer ajuda como um bom vizinho. Desci convertido em algo bem diferente, ajoelhado no banheiro dela e obedecendo a cada palavra que saía da boca dela.
Aproximei o nariz do cabelo dela sem pensar, uma vez, duas, três. Quando ela virou o rosto e perguntou se eu gostava, soube que não havia mais volta.
Desci até a casa dela achando que era um favor qualquer entre vizinhos. Ela me recebeu com um sorriso que não admitia perguntas e uma ordem que eu não soube recusar.
A primeira vez que ela me pôs a coleira eu soube que não havia volta: desceria sempre que ela chamasse, pronto para obedecer a qualquer ordem que saísse da boca dela.
Ele voltou a me bloquear de tudo e reapareceu com uma namorada «decente». Erro grave: ninguém tira o brinquedo de uma mulher como eu sem pagar caro.
Passei uma semana mandando fotos para deixá-lo louco. Quando ele voltou, descobri que meu castigo pela impaciência seria me ajoelhar e esperar de língua de fora.
Quando encontrei um dos sapatos dela esquecido no vestiário, eu devia tê-lo deixado onde estava. Em vez disso, cruzei metade da cidade para devolvê-lo, e tudo desandou.
Começou como um jogo com fantasia e botas altas, mas terminou comigo de joelhos às três da madrugada, incapaz de saciar o que ele despertou em mim.
Cobri seus olhos por um segundo, o justo para ligar o gravador atrás do travesseiro. Ele nunca soube que naquela noite ficou preso para sempre numa fita vermelha.
São duas da tarde, estou há horas acariciando-o e ainda não dei permissão para ele gozar. Hoje quem manda sou eu, e ele aprende a esperar.
Gritei que o portão estava aberto para que ele entrasse com as duas mãos ocupadas. O que ele não previu foi a bombinha que o esperava ao cruzar o limiar.
Entrei no quarto dele só para conversar e acabei descobrindo algo que despertou cada hormônio do meu corpo. Quando ele me pegou, já não havia como fingir que eu não o desejava.
Passamos semanas procurando plateia no Telegram, sem sorte. Numa noite, num pinhal escuro, um carro parou ao lado e alguém ficou olhando o que minha namorada me pedia para fazer com ela.
Fui à represa para fugir do calor e acabei deitado na margem, incapaz de me mover, enquanto os dedos de uma desconhecida decidiam em que ritmo eu me rendia.
Eu andava pelado em casa porque achava que ninguém me via. Até a vizinha da frente me cumprimentar com um sorriso que já sabia tudo sobre mim.
Adrián me dizia quantos tomar e em que ordem, e eu obedecia sem perguntar. Não imaginava até onde ele estava disposto a levar o controle sobre meu corpo.
Quando a luz do banheiro se acendeu de repente, fiquei imóvel, com o biquíni dela na mão e os olhos dela cravados nos meus. Eu soube que, dali em diante, não mandava mais.
Desci ao jardim no escuro sem saber que, dessa vez, ela não me deixaria sozinho com a própria lingerie: tinha algo da mãe guardado para mim.