As quatro o amarraram no porão e começou o castigo
Quando a anestesia passou e ele abriu os olhos, já estava nu, algemado a uma cadeira e cercado por quatro mulheres que esperavam por esse momento havia um mês.
Quando a anestesia passou e ele abriu os olhos, já estava nu, algemado a uma cadeira e cercado por quatro mulheres que esperavam por esse momento havia um mês.
Cheguei às duas da manhã com a boca seca e uma única ideia na cabeça: naquela noite eu não colocaria limite nenhum, acontecesse o que acontecesse entre os pavilhões.
Eu gostava de me sentir olhada, desejada, escolhida entre todas. Nessa noite um homem do campo me tirou da pista e me levou a um lugar sem volta.
Nunca tinha visto um homem como Lamine, e desde o primeiro dia soube que faria qualquer coisa para voltar a entrar em sua casa.
Sou uma travesti de armário. Passei meses obedecendo aos seus e-mails quando ele me escreveu que viria à minha cidade, e eu soube que naquela tarde ele faria comigo tudo o que me tinha ordenado.
A persiana estava meio abaixada e a chave girou duas vezes atrás de mim. Vim sem a aliança e com doze anos de silêncio na língua.
Segui a moça para a rua convencido de que seria só mais uma noite. Não imaginava o que ela escondia sob aquele vestido colado nem até onde iria me levar.
Quarenta minutos antes minhas mãos tremiam. Agora eu seguro o arnês e, pela primeira vez em dezoito anos, sou eu quem decide o que acontece neste quarto.
Mostrei-lhe o vídeo e ela desabou no chão da sala. Mas, quando voltou a se erguer, já não era a mulher que o marido humilhara por vinte anos.
Ele me ligou no fim da tarde para avisar que chegaria tarde. Naquela altura, eu já tinha começado a me preparar: a peruca, a maquiagem, o plug. Só faltava ele.
No carro, com a mão dele no volante e a minha entre suas pernas, entendi que naquela noite as regras seriam minhas. E ele obedeceria a cada uma.
Eu a mantive enjaulada ao lado da mesa, de quatro, enquanto meus amigos comiam e jogavam as sobras no chão metálico. Era só o começo.
Naquela semana eu tinha me comportado como uma insolente, e ele me advertiu: veríamos se eu continuaria tão arrogante quando o tivesse de frente, de joelhos.
Ninguém ao meu redor desconfia, mas o dia inteiro eu obedeço ordens que só existem na minha cabeça… e cada vez desejo mais que se tornem reais.
Quando o aquecimento da cabana apagou, meu marido me lembrou que as regras dele não se quebram só porque faz frio. Naquela noite entendi o que significava pertencer a ele de verdade.
Eu sonhava com os dois quando senti o peso de um corpo subir na cama. Uma mão quente percorreu minhas costas e eu soube, antes de abrir os olhos, que não era Mateo quem tinha voltado.
Eu estava de quatro, tremendo, com o cu empinado e meu próprio pau pingando sozinho. Ele mal tinha enfiado a ponta e eu já implorava para ele me arrebentar inteira.
Quando ela disse que a cama era espaçosa e que tinha tudo pronto para mim, senti um arrepio. O olhar dela não era de chefe: era de alguém que calculava havia semanas.
Me amarraram nua sobre uma mesa e me desafiaram para uma prova de tiro impossível. Eu não sabia que minha salvação viria pelas mãos da caçadora mais fria do acampamento.
Quando desci até a biblioteca naquela tarde, não sabia que minha madrasta e sua sócia imponente já tinham decidido que tipo de homem fariam de mim.