O desconhecido que lhe ensinou a obedecer
Ela guardou o cartão por semanas, repetindo que jamais iria. Numa sexta-feira, sem saber por quê, vestiu seu melhor vestido e atravessou aquela porta.
Ela guardou o cartão por semanas, repetindo que jamais iria. Numa sexta-feira, sem saber por quê, vestiu seu melhor vestido e atravessou aquela porta.
Cruzei a porta do hotel sabendo que naquela noite deixaria de ser eu. Três estranhos me esperavam com uma taça servida e nenhuma intenção de me tratar com cuidado.
Meu marido cochilava enquanto eu caminhava pela areia procurando os três homens que eu vinha imaginando havia dois dias. Eu não pensava voltar sem eles.
O telefone tocou depois da meia-noite. Era ela, mas não disse uma palavra: apenas girou a câmera para que eu visse, na penumbra daquele carro, o que fazia.
Me vesti com a roupa mais sem graça que tinha para não dar pistas. O que eu não calculei foi que naquele apê eu não ia encontrar só meu ex — e que eu ainda era a mesma de antes.
Aos quarenta e cinco, depois de oito anos sem tocar num homem, Inés achava que já tinha visto de tudo. Até que suas duas amigas mais recatadas chegaram chorando com a verdade.
Desci ao jardim disposta a chamar a polícia. Não imaginei que acabaria de joelhos, entregue aos três estranhos que se escondiam na casa de hóspedes.
Eu era casada e estava entediada havia anos quando aqueles quatro caras me cercaram na pista. Nenhum imaginava que, sob a fantasia, eu estava mais do que disposta a entrar na deles.
Meu marido nem me olhou quando saí com a saia justinha naquela noite. Ele não sabia que eu ia a um hotel para ver, de uma poltrona, o que eu desejava havia anos.
Só queria dormir a bebedeira. Mas quando a porta se abriu e eles três entraram, decidi continuar de olhos fechados para ver até onde ousavam ir.
Achei que seriam só mais umas fotos. Não imaginei que as mãos dos três acabariam me percorrendo ao mesmo tempo, nem que eu me deixaria levar sem pensar no meu marido.
Eu a conhecia desde criança: doce, calada, a esposa perfeita. Até entrar naquele local da cidade e vê-la deitada sobre a maca, cercada de homens.
Ela disse ao marido que dormiria na casa de amigas. Na verdade, estava nua na caçamba de um caminhão, ouvindo a fila se formar do lado de fora.
Conheci-a nas excursões, exótica e confiante. Jamais imaginei que um comentário dela na piscina acabaria comigo nua no quarto do meu marido.
Eu estava meses sem sentir nada. Então ela entrou atrás de mim na cabine, trancou a porta e tudo o que eu achava que sabia sobre mim desabou.
Passei dez anos resignada ao sexo morno do meu casamento. Então Lorena fechou a porta do chuveiro por dentro e me beijou sem pedir permissão.
Ela estava há cinco anos com o namorado e nunca tinha duvidado. Até que aquela mulher de olhos negros a encarou na plataforma e algo se quebrou por dentro.
Eu a segui nas redes para me vingar da minha ex, mas acabei desejando ela. Meses depois a vi no meio do público e soube que dessa vez não a deixaria ir.
A irmã do noivo me esperava todas as noites, mas a verdadeira surpresa veio quando meu amigo me pediu um favor que nenhum de nós esqueceria.
Ela vestiu o vestido preto, me beijou e disse “não me espere”. Eu sabia exatamente com quem ela ia passar a noite, e era isso que me excitava.