O amanhecer em que ele despertou na cama da tia
Quando abriu os olhos, ela ainda dormia ao seu lado, nua. Bruno soube naquele instante que a noite não tinha terminado, não de verdade, e que só lhes restavam algumas horas.
Quando abriu os olhos, ela ainda dormia ao seu lado, nua. Bruno soube naquele instante que a noite não tinha terminado, não de verdade, e que só lhes restavam algumas horas.
Fazia anos que eu não a via. Quando desceu do ônibus, já não era a menina que eu lembrava, e naquela noite dividimos muito mais do que o lençol.
Eu me masturbava pensando nela quando ela empurrou a porta sem avisar, recém-saída do banho e sem uma única peça de roupa. O que veio depois não deveria ser contado.
Eu estava há meses cobrando de desconhecidos quando ligou uma garota que vinha perder a virgindade comigo. Naquela tarde entendi quase tudo.
Quando meu filho subiu para dormir, ele se levantou do sofá e me olhou como se tivesse passado a noite inteira esperando que ficássemos sozinhos.
Uma proposta entre risadas, diante da TV da cabana, abriu uma porta que minhas irmãs e eu nunca mais conseguiríamos fechar.
Ela chegou ao meu apartamento com a bochecha ainda roxa. Na mesma noite entrou no banheiro enrolada numa toalha e a deixou cair ao me ver.
Quando Carolina saiu do banheiro, a mãe dela ainda tinha minha mão debaixo da saia. Não retirou a dela. Só fechou os olhos e me olhou de algum lugar muito mais escuro.
Às cinco da manhã, com os saltos na mão e o vestido caído sobre os ombros, Renata entrou no carro comigo e fez uma proposta que eu não deveria aceitar.
Eu só queria algo temporário enquanto terminava o ensino médio. Não esperava que aquelas vozes noturnas num mundo virtual me ensinassem tanto sobre desejo.
Eu era namorado da Camila havia dois anos. Nessa noite, a irmã dela, Antonella, fez dezoito anos, e eu entendi que naquela casa nada era proibido.
Passei anos acreditando que diversão era livro e documentário. Até ela trancar a porta do quarto e começar a se despir diante dos dois.
Senti minha irmã gêmea se mexendo no chuveiro. Quando entrei no banheiro, vi a calcinha dela jogada no chão, e tudo se complicou naquela mesma manhã.
Eu estava sozinho no sofá quando a porta se abriu. Era Marina, a amiga da minha irmã, e o que ela viu a fez sorrir. O que aconteceu depois eu não esperava.
Desci para pegar um café no meio da tarde. A porta entreaberta, os gemidos ao fundo e a decisão que eu não devia ter tomado: empurrar a madeira mais alguns centímetros.
Eram três da manhã quando me esgueirei até o quarto dos meus pais e vi meu pai diante da televisão. Não fui embora. Fiquei olhando.
Estávamos sozinhos em casa havia um mês quando ela se ofereceu para me examinar depois da pancada. Nunca imaginei que minha mãe se ajoelharia entre minhas pernas.
Dezenove anos, uma tarde de 38 graus e minha tia por afinidade limpando meu quarto de jeans justo. Naquele dia, eu não aguentei mais.
Quando voltei do banheiro com a peça dela guardada no bolso, não imaginava que ela me esperaria naquela mesma tarde com um trato que mudaria tudo.
Quando o vi descer do trem, já não era o menino que eu lembrava. Naquele instante, pensei que meu marido teria de aprender a dividir, mesmo que nunca soubesse disso.