Me convidaram para jantar e acabei entre os dois
Ela abriu a porta com um vestido que não deixava nada à imaginação. Eu soube que aquele jantar não seria como os outros, mas não imaginei até onde chegaríamos.
Ela abriu a porta com um vestido que não deixava nada à imaginação. Eu soube que aquele jantar não seria como os outros, mas não imaginei até onde chegaríamos.
Eu limpava as salas do corredor quando a encontrei sozinha, com o decote aberto e o pescoço tenso. Ofereci uma massagem. Nenhuma de nós imaginava o quanto iríamos longe.
Faziam dias que Luciana tinha tido sua estreia bissexual e já pedia mais. O que planejamos naquela noite em Buenos Aires mudou tudo para ela.
Quando ela trancou a porta e ficou atrás de mim, eu soube que aquela revisão de nota não terminaria como eu esperava.
Foi quando ela me pediu que eu abrisse o vestido. Só isso. Depois tranquei a porta, e tudo mudou.
Renata chegou ao meu apartamento com uma garrafa de vinho que ninguém tinha pedido. Na manhã seguinte, nenhuma das duas fingiu que tinha sido só o vinho.
Ela sussurrou no meu ouvido que aquela noite era só para garotas. Eu devia ter ido embora. Em vez disso, alguma coisa em mim resolveu ficar.
Marcos me apresentou a ela com um sorriso cúmplice. Eu a examinei de cima a baixo e soube na hora que, por trás daquela fachada recatada, havia algo querendo se libertar.
Quando a vi cruzar a varanda com aquela expressão que conheço de cor, soube que palavras não iam bastar. Ainda bem que eu levava na bolsa o brinquedo favorito dela.
Estava lendo sobre súcubos quando uma voz respondeu à sua pergunta do outro lado do quarto. Não era um sonho: a criatura já estava ali.
Quando ela abriu a porta não estava maquiada e o olhar dela tinha uma melancolia que me acertou o peito antes de trocarmos uma única palavra.
Chegou com a intenção de dizer que não voltaria. Subiu no elevador repetindo isso para si mesma. Mas quando Elena atravessou o quarto em sua direção, tudo o que tinha ensaiado se desfez.
Daniela tinha vinte anos, morava no quarto andar e nunca tinha ficado com uma mulher. Naquele dia, tudo mudou de uma vez.
Quando ela se aproximou de mim no bar, eu soube que aquela mulher faria o que quisesse comigo. E eu queria exatamente isso.
Depois de meses em cativeiro, o último que Valeria esperava era que a própria Sofia pedisse para ser algemada. Mas foi assim que começou aquela primeira noite.
Tínhamos combinado para sábado, mas ela ligou na sexta: vem hoje, estou ansiosa. Quando abriu a porta, eu já não conseguia continuar fingindo que isso não era sério.
Parei no meio da escada. A porta estava aberta e o que vi me deixou sem palavras: minha mulher, de joelhos, entre as pernas da minha irmã.
Estávamos nuas quando a campainha tocou. Camila foi abrir e eu me vesti às pressas. O que veio depois mudou tudo entre nós.
Estávamos completamente nuas, com as pernas cruzadas e as xícaras na mão, e foi aí que Sofía me perguntou se eu queria morar com ela.
Saímos seis para o bar da Rosa. Às três da manhã, ainda éramos os mesmos seis na casa da Valeria, mas ninguém mais estava vestido.